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      Repelentes de insetos em crianças – Eficácia e segurança

      Repelentes de insetos em crianças – Eficácia e segurança

      Já não é de hoje que necessitamos nos proteger do ataque de insetos, principalmente quando as temperaturas aumentam e, consequentemente, aumenta o índice de chuva. E em épocas de surtos e epidemias causadas por esses vetores, como ocorre atualmente, é preciso mais cuidado e atenção, tanto na proteção como no combate à proliferação dos mosquitos.

      Porém, em se tratando de crianças, aparentemente alvos fáceis dos insetos, os pais acabam fazendo uso indiscriminado de produtos repelentes, sem ter o conhecimento necessário sobre os riscos que os mesmos também podem oferecer, se utilizados de forma displicente.

      É importante procurar a orientação do médico pediatra ou farmacêutico, para proteger as crianças dos insetos adequadamente e com segurança.

      Para cada faixa etária há um produto específico conforme a sua composição e concentração de substâncias ativas, portanto não adianta correr às gôndolas dos estabelecimentos que vendem repelente de insetos, sem no mínimo saber qual é o mais indicado. Muitos fatores devem ser levados em conta na hora da compra, como por exemplo: qual o tempo de duração e de quanto em quanto tempo deve ser reaplicado, qual é a composição (substâncias  e concentrações), se é testado dermatologicamente, se é reconhecido pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), se a eficácia é comprovada, e demais informações importantes para a escolha certa.

      Em crianças até os 2 anos de idade, os produtos repelentes não devem ser usados, exceto sob indicação médica.

      Para elucidar melhor as informações e orientações sobre repelentes de insetos, leia o artigo a seguir: 

      Repelentes de insetos: recomendações para uso em crianças

      Insect repellents: recommendations for use in children

      Fonte: Rev Paul Pediatr 2009:27(1):81-9

      ARTIGO DE REVISÃO

      Germana Pimentel Stefani I; Antonio Carlos Pastorino II; Ana Paula B. M. Castro III; Angela Bueno F. Fomin III; Cristina Miuki A. Jacob IV
      Instituição: Unidade de Alergia e Imunologia do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (ICr-HCFMUSP), São Paulo, SP, Brasil
      I. Médica Pediatra em estágio de Complementação Especializada em Alergia e Imunologia Pediátrica do ICr-HCFMUSP, São Paulo, SP, Brasil 
      II. Doutor em Ciências pela FMUSP; médico assistente da Unidade de Alergia e Imunologia Pediátrica do ICr-HCFMUSP, São Paulo, SP, Brasil 
      III. Mestre em Ciências pela FMUSP; médica assistente da Unidade de Alergia e Imunologia Pediátrica do ICr-HCFMUSP, São Paulo, SP, Brasil 
      IV. Professora-associada do Departamento de Pediatria da FMUSP; chefe da Unidade de Alergia e Imunologia Pediátrica ICr-HCFMUSP, São Paulo, SP, Brasil
      Endereço para correspondência: Germana Pimentel Stefani – Unidade de Alergia e Imunologia do ICr – Avenida Doutor Enéas de Carvalho Aguiar, 647 CEP 05403-000 – São Paulo/SP
      E-mail: gestefani@hotmail.com 

      RESUMO

      Objetivo: Apresentar uma revisão bibliográfica sobre o uso de repelentes de insetos em crianças, com ênfase especial na proteção contra mosquitos.

      Fonte de dados: Realizou-se uma pesquisa bibliográfica nas bases de dados Pubmed e Lilacs, cujos artigos incluíam produtos comercialmente disponíveis no Brasil. Foram selecionados artigos publicados nos últimos dez anos em língua inglesa ou portuguesa, referentes a crianças, obtidos com as seguintes palavras-chave: “insect repellents”, “children”, “mosquitoes”, “N,N-dietil-metatoluamida (DEET)”. 

      Síntese de dados: Entre os repelentes tópicos, DEET, icaridina e óleo natural de eucalipto-limão apresentam, em concentrações adequadas, perfil de segurança favorável e são eficazes na prevenção de picadas de mosquitos em crianças e adultos. Em geral, são indicados para crianças acima de dois anos de idade. Medidas físicas são fundamentais para proteger lactentes jovens, especialmente menores de seis meses, com destaque para o uso de telas com permetrina. 

      Conclusões: Os mosquitos são vetores de doenças infectoparasitárias que acometem, anualmente, milhões de pessoas no mundo e causam milhares de mortes. O combate aos mosquitos inclui medidas ambientais e de proteção individual. O uso de repelentes tópicos para proteção individual da criança exige cuidados específicos e conhecimento quanto ao produto ideal para cada idade, especialmente quando consideradas sua eficácia e segurança.

      ABSTRACT

      Objective: To present a literature review about the use of insect repellents on children, highlighting the protection against mosquitoes.

      Data sources: Pubmed and Lilacs databases were searched for articles in English and Portuguese published in the last ten years with the following key-words: “insect repellents”, “children”, “mosquitoes”, “N,N-dietil-metatoluamida (DEET)”. 

      Data synthesis: Concerning topical repellents, DEET, icaridine and natural oil of lemon eucalyptus are effective to prevent mosquito bites in children and adults and have favorable safety profile when used in appropriate concentration. They are generally recommended for children older than two years-old. Physical barriers are essential for infant protection, especially if they are six months old or less, with special interest in the permethrin-treated nets. 

      Conclusions: Mosquitoes are vectors of a variety of infectious and parasitic diseases which annually affect millions of people and cause thousands of deaths worldwide. The combat to mosquitoes includes individual and environmental measures. Topic repellents for children´s individual protection demand specific handling attention and knowledge about the ideal product for each age, especially regarding their efficacy and safety.

      Introdução

      As doenças transmissíveis por insetos acometem milhões de pessoas em todo o mundo, causando milhares de mortes. Mosquitos são vetores de doenças para cerca de 700 milhões de habitantes ao ano, especialmente em países tropicais e subtropicais(1-3). Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), somente a dengue acomete 50 milhões de pessoas no mundo anualmente, causando cerca de 24 mil mortes, e a malária, mais de 1 milhão de mortes por ano(4,5). Estima-se que uma pessoa morra a cada 30 segundos por complicações relacionadas a picadas de insetos e que uma em cada 17 pessoas vivas morrerá de alguma dessas doenças(6,7).

      Epidemias de dengue vêm ocorrendo desde 1986 nos principais centros urbanos do Brasil, com cerca de 3 milhões de casos notificados. No período de 1990 a 2006, foram registrados 6.272 casos de Febre Hemorrágica da Dengue, com ocorrência de 386 óbitos. Em 2007, a incidência de dengue no país foi de 254,2 por 100 mil habitantes(5). Dengue e febre amarela silvestre já acometeram mais de 50 mil pessoas somente no primeiro trimestre de 2008, com particular gravidade em crianças(5).

      Somente as fêmeas dos mosquitos são hematófagas, ou seja, picam humanos para se alimentarem da albumina do sangue. Cada espécie tem seu habitat e ciclo próprio. Os artrópodes do gênero Aedes, por exemplo, são os vetores da dengue e febre amarela, têm maior atividade diurna e preferem ambientes abertos. Os do gênero Anopheles (transmissores de malária) preferem o amanhecer e o entardecer e frequentam ambientes tanto abertos quanto fechados(8).

      Além de serem vetores de doenças infecciosas, insetos podem ser causa de desconforto por suas picadas, especialmente em crianças com hipersensibilidade. Picadas de algumas espécies de mosquitos podem causar irritação local, prurido, pápulas, vesículas, estrófulo, infecção secundária local, celulite, dor, desconforto e distúrbios de sono, entre outros.

      Há séculos, a humanidade busca maneiras de prevenir as picadas de insetos por meio de práticas naturais e/ou artificiais, na tentativa de evitar algumas doenças e também suas incômodas picadas(8,9). Considerando que uma única picada de um inseto contaminado pode provocar alguma doença e que vacinas e quimioprofilaxia não estão ainda disponíveis para todos os casos, passa a ter importância o uso individual de repelentes(2).

      Este artigo tem como objetivo apresentar uma revisão bibliográfica sobre o uso de repelentes em crianças, com ênfase especial na proteção contra mosquitos, não sendo incluídos trabalhos sobre a proteção contra carrapatos, formigas, vespas, abelhas e outros artrópodes. A metodologia aplicada na presente revisão foi a pesquisa nas bases de dados Pubmed e Lilacs, considerando-se como critérios: artigos publicados nos últimos dez anos em língua inglesa ou portuguesa referentes a crianças e com as seguintes palavras-chave: “insect repellents”, “children”, “mosquitoes”, “N,N-dietil-metatoluamida (DEET)”. Consideraram-se relevantes 35 dos 164 artigos encontrados na Pubmed. A base de dados Lilacs disponibiliza 26 artigos sobre repelentes de insetos, dos quais somente cinco foram pertinentes à presente revisão. Incluiu-se, ainda, a recomendação da OMS quanto ao uso de repelentes.

      Aqui serão referidos apenas os principais repelentes tópicos disponíveis comercialmente no Brasil. Informações técnicas acerca desses produtos foram obtidas em seus rótulos, no endereço eletrônico oficial do fabricante ou por contato telefônico com os serviços de atendimento ao consumidor. Serão discutidos os repelentes tópicos, físicos e ambientais, além dos aspectos de segurança e toxicidade e orientações de uso para a faixa etária pediátrica. Serão apresentados, também, os níveis de evidência já descritos sobre os repelentes e suas orientações pela entidade canadense Commitee to Advise on Tropical Medicine and Travel (CATMAT)(8).

      Repelentes tópicos

      Repelentes tópicos podem ser sintéticos ou naturais. Eles atuam formando uma camada de vapor com odor repulsivo aos insetos sobre a pele(6,10). As características ideais de um repelente seriam: repelir muitas espécies simultaneamente, ser eficaz por pelo menos oito horas, ser atóxico, ter pouco cheiro, ser resistente à abrasão e à água, cosmeticamente favorável e economicamente viável(6,7,10).

      Alguns fatores podem interferir na eficácia dos repelentes como a predisposição individual de acordo com substâncias exaladas pela pele (ácido lático, suor, CO2) e a existência de fatores de risco para picadas, entre os quais se destacam presença de eczema, sexo masculino, idade adulta, ingestão de álcool, vestimentas escuras, umidade, odor, clima quente e úmido, fragrâncias florais(2,10,11). O sexo feminino, entretanto, é fator de risco para ineficácia do repelente, independentemente dos níveis de estradiol(12), assim como a realização de atividades físicas moderadas(13). Dessa forma, um repelente não protege igualmente todos os seus usuários(2,7). Cada 10ºC a mais na temperatura pode reduzir o tempo de proteção do repelente em até 50%(3,7). Um estudo de campo revelou que, em uma comunidade na qual os repelentes não são usados de forma universal, aqueles que não aplicam repelentes podem ter maior risco de picadas, já que passam a atrair os mosquitos repelidos por aqueles que usaram o produto(14). Há várias formas de apresentação dos produtos: aerossol, gel, loção e spray. Na Tabela 1 estão expostos os principais produtos disponíveis no Brasil, com tempo de ação estimado.

      • DEET (N,N-dietil-3-metilbenzamida ou N,N-dietil-m-toluamida) – grau de evidência AI(8): é o repelente mais eficaz atualmente disponível, sendo usado desde a década de 1950 em mais de 80 bilhões de aplicações(1,8,10). Quanto maior a concentração da substância, mais longa é a duração da proteção (atingindo um platô em 35-50%), sem toxicidade relevante(7,8,10,15). Um estudo recente verificou que formulação com 4,75% de DEET confere proteção completa por 88 minutos; com 6,65% de DEET a proteção dura 112 minutos; com 23,8% de DEET a proteção é de 301 minutos em média, superior à proteção fornecida por óleo de soja e citronela(2).  

      Para uso habitual, altas concentrações não são necessárias. Deve-se, entretanto, considerar situações de altas temperaturas, umidade, chuva, área com grande chance de transmissão de doença e dificuldade de reaplicação seriada(7,8,10,15,16). Formulações de liberação prolongada permitem boa proteção com menor quantidade de repelente. Para exposições demoradas, recomenda-se o uso de produtos com maior concentração e não a reaplicação seriada de produtos com menor quantidade de princípio ativo(7). 

      A concentração máxima para uso em crianças é controversa: a Academia Americana de Pediatria (AAP) permite o uso de até 30% em maiores de dois anos(17); a Sociedade Canadense de Pediatria (SCP) preconiza produtos com até 10% de DEET para crianças de seis meses a 12 anos(8) e autores franceses também sugerem concentrações de até 30% para crianças entre 30 meses e 12 anos (9). Na literatura, há um consenso de que se deve optar pela menor concentração efetiva e não são indicados para crianças com idade menor de dois a seis meses. No Brasil, a maioria dos produtos destinados a crianças e adultos contém DEET <10% (Tabela 1).

      • Icaridina ou KBR 3023 (1-piperidinecarboxylic acid, 2-(2-hydroxyethyl)-1-methylpropylester) – grau de evidência AII(8): é um novo e promissor repelente derivado da pimenta, indicado pela OMS para viajantes, juntamente com DEET(1,8,9). Em concentração de 10% confere proteção por um período de três a cinco horas e, a 20%, de oito a dez horas(6). Sua ação é comparável a concentrações de 15-50% de DEET, mas permite reaplicações em intervalos maiores de tempo(6,8,18-20). Estudo africano verificou que a potência do KBR 3023 contra o Anopheles gambiae não difere do DEET, mas contra o Aedes aegypti é de 1,1 a 2,0 vezes mais potente(21). Após dez horas de exposição, é mais eficaz que o DEET e o IR 3535(22). Há uma única marca disponível no Brasil e seu uso é recomendado para crianças acima de dois anos.
      • IR 3535 (3-[N-acetyl-N-butyl]-aminopropionic acid ethyl ester): é um biopesticida sintético com estrutura química semelhante ao aminoácido alanina, disponível na Europa há mais de 20 anos. Em concentração de 20%, é eficaz contra Anopheles e Aedes por um período de quatro a seis horas. Pode ser usado por gestantes, pois possui bom perfil de segurança. Na França, é recomendado apenas para crianças acima de 30 meses(9). 

      Estudo desenvolvido no Brasil comparou o IR3535 e o KBR 3023 a 10 e a 20%, verificando-se uma média de proteção até a primeira picada de Aedes aegypti de seis horas (mínimo de cinco horas e 20 minutos), sem diferença significante entre os produtos(23). Comparado ao DEET, o IR3535 foi igual ou superior na proteção contra duas espécies de flebótomos(24). O tempo de proteção para Aedes aegypti foi similar ao DEET – cerca de três horas – com fórmulas a 10 e 20% de ambos os repelentes(25). Há estudos, entretanto, que evidenciaram proteção média tão curta quanto seis a 23 minutos(3).

      • Óleos naturais: os óleos são os mais antigos repelentes conhecidos e diversas plantas já foram utilizadas com tal propósito. Baseiam-se em essências de ervas, frutas cítricas, citronela, coco, soja, eucalipto, cedro, gerânio, hortelã e melissa, entre outros, e têm sido usados por séculos, com eficácia razoável(2). Em geral, são altamente voláteis e, portanto, com efeito de curta duração(7). 

      Em concentração de 2%, o óleo de soja (Glycine max) conseguiu inibir picadas de Aedes por 94,6 minutos, sendo superior apenas ao DEET em concentração de 4,75%(2,26). Acredita-se que esse óleo possua um efeito mecânico adicional de repelência. O óleo de citronela (Cymbopogon nardus), por ser extremamente volátil, confere proteção curta e variável de menos de 20 minutos a até duas horas, em concentrações de 5 a 100%(8,27). Recomenda-se a sua reaplicação a cada hora de exposição. O óleo de andiroba (Carapa guianensis) puro (100%) mostrou, em um estudo brasileiro, efeito repelente discreto e muito inferior ao DEET 50%, com tempo de proteção para a primeira picada de Aedes de 56 contra 3600 segundos respectivamente(11). 

      O óleo de eucalipto-limão (Eucalyptus citriodora – Grau de evidência AII(8)) teve seu princípio ativo isolado recentemente (p-menthane-3,8-diol: PMD). Em concentração de 30%, é comparável ao DEET 20% e confere proteção de até cinco horas, sendo o mais recomendado dos óleos naturais(2,8,29-31). Todavia, há recomendação de reaplicações mais frequentes do que no caso do repelente sintético. A Sociedade Canadense de Pediatria coloca o óleo de eucalipto como segunda opção de repelente (a ser usado quando DEET é contraindicado e a icaridina não é disponível comercialmente no país)(8). A mistura de PMD e óleo de capim-limão (Cymbopogon citratus) foi superior ao DEET 15% e conferiu proteção por mais de seis horas contra o Anopheles(32).

      Repelentes físicos e ambientais

      São utilizados com o objetivo de evitar o contato com insetos e são sempre indicados como adjuvantes aos repelentes no cuidado das crianças. Lactentes jovens, especialmente menores de seis meses, são particularmente beneficiados por esse tipo de proteção, pois têm pouca mobilidade e ficam em locais restritos e de fácil proteção (berços, cercados, carrinhos de bebê)(8,33). Os repelentes tópicos, até o momento, não são indicados para uso em bebês menores de seis meses e devem ser aplicados com restrição entre seis meses e dois anos de idade(8). Em áreas de alta densidade demográfica de mosquitos, deve-se garantir que as portas estejam bem vedadas, as janelas, fechadas e com telas(34). Manter ambientes refrigerados com ar condicionado é uma forma altamente eficaz de manter mosquitos afastados do recinto, de tal forma que a OMS advoga que, em hotéis refrigerados, são desnecessárias outras medidas de proteção interna(1,34,35). Mosquiteiros simples ou com aplicação de inseticidas (permetrina) são indicados na proteção noturna de adultos e crianças e na proteção diurna de lactentes jovens(1). Tendas tratadas com inseticidas são altamente eficazes, seguras, duradouras e de acesso relativamente fácil(8,34,36,37). Os poros das telas de mosquiteiros/tendas não devem ser maiores que 1,5mm(1). O uso combinado de repelente tópico e tela tratada com inseticida parece ter o melhor custo-benefício na prevenção de picadas(37,38). O uso de vestimenta adequada (meias, blusas de mangas compridas e calças) é desejável, porém de baixa praticidade em um país de clima quente como o Brasil. Dá-se preferência a tecidos claros, devendo-se evitar cores muito chamativas(8). Muitos repelentes podem ser aplicados sobre roupas (DEET, icaridina), conferindo proteção prolongada e diminuindo o uso tópico das substâncias. Há, inclusive, tecidos especiais que já vêm embebidos com repelentes, sendo mais indicados para a prática de esportes radicais em matas(1,8).

      O uso de repelentes ambientais deve seguir as orientações preconizadas para obtenção da ação esperada. Incensos e velas naturais só têm ação quando aplicados por horas contínuas e iniciados bem antes da exposição da pessoa ao ambiente. Velas e incensos de citronela não têm efeito repelente suficiente para que haja recomendação de seu uso isolado(7,34). O uso da vela de andiroba por tempo prolongado (48 horas contínuas) em área com cerca de 27m2 previne até 100% das picadas de Aedes aegypti (39).

      Inseticidas são substâncias que, além de repelir, matam os insetos. Há diversos derivados piretroides (permetrina e deltametrina os mais comuns) em várias formas de apresentação como spray, serpentinas, impregnados em roupas, mosquiteiros e telas, entre outros. O uso de mosquiteiros e telas com permetrina é altamente recomendado para crianças, sendo seguro também para gestantes(7). A absorção percutânea é mínima(9,10). As telas com permetrina podem ser usadas em ambientes externos para proteção de carrinhos de bebê, berços, redes, bebê-conforto, com produtos comerciais já desenvolvidos e adequados em tamanho para cada um desses objetos.

      Aerossóis de inseticida têm o objetivo de matar os insetos presentes no local e prevenir a invasão domiciliar. Possuem efeito curto e devem ser aplicados em recintos fechados (de 10 a 20m2) pelo menos duas horas antes de dormir. Recomenda-se o uso de aerossóis juntamente com serpentinas ou telas(1). As serpentinas (elétricas ou não) são os inseticidas vaporizados mais conhecidos e, usualmente, contêm um piretroide como princípio ativo. Um aparelho é suficiente para proteção durante a noite em um quarto de tamanho habitual se o ambiente não for muito ventilado(1).

      Repelentes ineficazes

      Diversos dispositivos habitualmente utilizados são considerados ineficazes para proteção contra picadas de insetos. Os repelentes ultrassônicos não se mostraram eficazes em diversos estudos, assim como dispositivos elétricos luminosos com luz azul(7). A luz atrai qualquer inseto, mas não previne definitivamente as picadas, visto que substâncias produzidas pelos indivíduos podem ser mais atraentes aos flebótomos do que a luz(7,39). Bandagens embebidas em repelentes (pulseiras com DEET, por exemplo) também não são indicadas, uma vez que a repelência se dá por evaporação do princípio ativo sobre a pele e, comprovadamente, só protege até 4cm da área aplicada(10). Raquetes e outros instrumentos eletrocutores também não têm eficácia comprovada(8).

      Vários estudos, até o momento, não demonstraram eficácia suficiente para justificar o uso sistêmico de substâncias na tentativa de repelência pelo odor exalado no suor. Nesse item, incluem-se extratos de alho e vitamina B1, amplamente usada na prática clínica(2,3,8,28,39,40).

      Segurança e toxicidade

      Há uma permanente preocupação da população quanto ao uso de repelentes em crianças. O DEET já é usado há mais de meio século por milhões de pessoas(2,26). Estima-se que de 23 a 29% das crianças americanas sejam expostas ao DEET(26,41). Essa substância tem meia vida de 2,5 horas e a sua eliminação é predominantemente hepática, metabolizada pelo citocromo p450, podendo causar danos a materiais plásticos e a alguns tecidos(2,7,10,26). Menos de 50 casos de efeitos tóxicos graves foram documentados na literatura desde 1960 e 75% desses resolveram-se sem sequelas(2). As reações adversas são geralmente leves e incluem basicamente quadros dermatológicos como dermatite de contato, prurido, urticária, angioedema, erupção bolhosa e irritação conjuntival(10,41). Há relatos de complicações neurológicas, com irritabilidade, fraqueza, tremores, confusão mental, agitação, atetose, convulsões, ataxia, encefalopatia, coma e três mortes por encefalite(10,26,42). Desde 1992, não há novos relatos de efeitos graves em crianças, que parecem inclusive ter menor propensão a reações moderadas/graves do que os adultos(26). Vários consensos definem como seguro o uso de DEET em crianças, em concentrações de até 30%, inclusive a OMS e a AAP(2,8,16,26,41,43).

      Para a maioria dos novos repelentes (icaridina e óleo de eucalipto, por exemplo), a recomendação de não aplicá-los em menores de dois anos não se dá por toxicidade, mas por falta de estudos nessa população(26,42). Telas e mosquiteiros impregnados de permetrina têm boa segurança para crianças, inclusive bebês, não havendo contraindicação estabelecida(8).

      O desenvolvimento de resistência a inseticidas, como aos piretroides, por algumas espécies de mosquitos tem sido motivo de preocupação recente. Em países africanos, essa resistência já começa a ter impacto sobre o sucesso dos programas de controle da malária baseados no uso de telas com inseticidas ou sprays domiciliares de piretroides e DDT(44,45). Entretanto, o uso de telas, especialmente as tratadas com inseticidas, continuam sendo recomendadas, pois, comprovadamente, diminuem incidência e a gravidade da malária em crianças(46). Ainda são desconhecidos os exatos efeitos sobre a saúde humana do aumento no número de mosquitos resistentes a inseticidas, mas há evidências de que o uso isolado de repelentes como DEET ou o uso combinado com inseticidas não-piretroides seja uma alternativa segura e eficaz(47,48).

      Orientações de uso

      Há várias considerações a serem feitas sobre o uso seguro e correto dos repelentes em crianças. Em qualquer situação, é fundamental a leitura dos rótulos dos produtos. Deve-se, também, guardar a embalagem para acesso fácil no caso de possíveis intoxicações. É importante verificar a concentração do princípio ativo para se certificar de que é adequada para a idade da criança(9,10,41).

      De modo geral, os principais cuidados para uso de repelentes tópicos são:

      a) Generosidade: a tendência natural é passar menos que o necessário.

      b) Homogeneidade: a ação de um repelente limita-se a 4cm; a simples aplicação na bochecha não protege áreas adjacentes como o nariz ou o queixo.

      c) Seletividade: todos os repelentes irritam as mucosas e, portanto, deve-se evitar passá-los nos olhos, boca e narinas e em áreas não expostas.

      d) Repetição: deve-se aplicar o repelente conforme o tempo de exposição aos insetos e as orientações do fabricante(3).

      Repelentes devem ser aplicados apenas em áreas expostas, nunca sob roupas, e a pele em que foi aplicado o produto deve ser lavada com água e sabão quando findo o tempo de exposição. Evitar o uso em ambientes fechados (preferir outras medidas já mencionadas). Crianças não devem dormir com repelentes (use roupas compridas e mosquiteiros). A aplicação no rosto deve ser evitada e, se realizada, nunca aplicar o produto diretamente na face (aerossóis). O produto deve ser aplicado nas mãos do adulto e, então, no rosto da criança, evitando-se o contato com mucosas. Sempre lavar as mãos após as aplicações. Nunca permitir que crianças apliquem o repelente sozinhas(3,9,41).

      Reaplicações são necessárias conforme o tempo, o risco de exposição e a concentração do produto utilizado. Em locais de alta temperatura e umidade, a duração do efeito do repelente é menor e, portanto, reaplicações mais frequentes são necessárias. Se ocorrerem picadas antes do término do tempo de ação previsto pelo fabricante, o produto deve ser reaplicado. A SCP, entretanto, determina limites de reaplicações de DEET, conforme a idade da criança. Para crianças entre seis meses e dois anos, orienta-se uma aplicação diária; entre dois a 12 anos, até três aplicações diárias. Em caso de alto risco de transmissão de doenças e exposição prolongada, mais aplicações são permitidas, considerando-se o perfil de segurança do DEET(8,26). Em caso de atividades na água, supõe-se que o produto será removido da pele e uma nova aplicação deverá ser realizada(16).

      Bloqueadores solares que contenham repelentes são desaconselhados, pois perdem efeito (a associação com DEET reduz eficácia em 34%)(3,8,35,42). Além disso, filtros solares geralmente precisam ser reaplicados em intervalos mais curtos do que repelentes e o uso concomitante desses produtos pode aumentar a absorção sistêmica e a toxicidade deste último. Se necessário, aplicar primeiramente o protetor solar, aguardar a absorção completa do produto pela pele (cerca de 20 minutos) e, então, aplicar o repelente. Em caso de reaplicação, lavar o corpo com água e sabão e repetir o processo(8). Evitar o uso de perfume e lavandas, pois são atrativos aos insetos(10).

      Estudo de campo conduzido com 301 responsáveis por crianças americanas revelou que pelo menos 1/3 não lê os rótulos ou não segue as instruções presentes nos mesmos; há desatenção em relação à concentração dos produtos, havendo uma tendência ao uso de um único produto para toda a família, independentemente da idade, além da não-remoção do produto ao dormir em mais da metade das crianças, aumentando a chance de reações tóxicas(41).

      O Quadro 1 contém orientações pertinentes ao uso correto de repelentes e, na Tabela 2, estão disponíveis os níveis de evidências para recomendações de repelentes.

      Conclusões

      Crianças brasileiras, por viverem em um país tropical, têm alto risco de exposição a mosquitos, vetores ou não de doenças. É importante que o pediatra conheça adequadamente as medidas de prevenção às picadas de insetos e possa, assim, orientar corretamente os pais e responsáveis de crianças, especialmente que residam em ou viajem para áreas de risco. Apesar da relevância e aplicabilidade do tema, há uma escassa produção científica, inclusive pelos países latinoamericanos, notadamente acometidos por doenças como malária e dengue.

      DEET, icaridina e óleo de eucalipto-limão são eficazes na prevenção de picadas de mosquitos em crianças e adultos e apresentam perfil de segurança favorável. Medidas físicas são fundamentais para proteger lactentes jovens, especialmente menores de seis meses, destacando-se as telas com permetrina. Vários pontos devem ser observados pelos cuidadores para o uso correto de repelentes, propiciando-se, assim, proteção suficiente contra doenças transmitidas por mosquitos vetores. Em épocas de epidemias ou surtos de doenças transmitidas por vetores, as medidas de proteção individual expostas nesta revisão não devem ser tomadas como eficazes isoladamente. Medidas socioambientais coletivas devem ser sempre intensificadas e complementadas por estratégias que visem à não-proliferação e à erradicação dos mosquitos.

      Quadro 1 – Resumo das recomendações gerais para o uso de repelentes em crianças

      1. Não use repelentes tópicos em menores de dois meses de idade.
      2. Leia todo o rótulo antes de aplicar o produto e conserve-o para consulta.
      3. Aplique o produto conforme instruções do fabricante, somente nas partes do corpo permitidas. Não aplique próximo a produtos alimentícios.
      4. Mantenha os repelentes fora do alcance de crianças e não permita sua auto-aplicação.
      5. Evite o uso próximo a mucosas (boca, nariz, olhos, genitais) ou em pele irritada ou ferida. Para uso na face, primeiro aplique o produto nas mãos e então espalhe no rosto com cuidado.
      6. Evite aplicação nas mãos das crianças. Sempre lave as mãos após aplicar o produto.
      7. Use quantidade suficiente pra recobrir a pele exposta e evite reaplicações freqüentes.
      8. Não use sob vestimentas.
      9. Evite usar em conjunto com protetores solares.
      10. Ao retornar a ambientes fechados, lave as áreas expostas ao produto com água e sabão.
      11. Não durma com repelente no corpo, lave-se antes.
      12. Se suspeitar de qualquer reação adversa ou intoxicação, lave a área exposta e entre em contato com serviço de intoxicação. Se necessário, procure serviço médico e leve consigo a embalagem do repelente.

      Fonte: referências 8-10,15,41.

      Tabela 1 – Repelentes disponíveis comercialmente no Brasil, concentrações e tempo de ação estimado

      Princípio ativo

      Produto (fabricante) e formas de apresentação

      Concentração (%)*

      Idade permitida*

      Tempo de ação estimado*

      DEET

      Autan (Johnson Ceras) aerossol, loção,spray

      6-9

      >2 anos

      Até 2 horas

       

      OFF (Johnson Ceras) loção, spray

      6-9

      >2 anos

      Até 2 horas

       

      OFF kids (Johnson Ceras) loção

      6-9

      >2 anos

      Até 2 horas

       

      OFF (Johnson Ceras) aerossol

      14

      >12 anos

      Até 6 horas

       

      Super Repelex (Reckitt Benckis)
      spray, loção
      aerossol

       

      14,5
      11,05

      >12 anos

      Até 6 horas

       

      Super Repelex kids gel (Reckitt Benckis)

      7,34

      >2 anos

      Até 4 horas

      Icaridina

      Exposis adulto (Osler) gel, spray

      50

      > 12 anos

      Até 5 horas

       

      Exposis Extreme (Osler) spray

      25

      >10 anos

      Até 10 horas

       

      Exposis infantil (Osler) spray

      25

      > 2 anos

      Até 10 horas

      IR3535

      Loção antimosquito (Johnson & Johnson)

      **

      > 6 meses

      Até 4 horas

      Óleo de citronela

      Citromim spray (Weleda)

      1,2

      >2 anos

      Até 2 horas

       *informações fornecidas pelo fabricante; **informação não fornecida pela empresa fabricante.

      Tabela 2 – Nível de evidência para recomendação de métodos repelentes

      Método repelente

      Nível de evidência

      DEET 10-30%

      A I

      Icaridina 10-20%

      A II

      Óleo eucalipto-limão 10-30%

      A II

      Óleo de soja 2%

      A II

      Óleo de citronela 5-15%

      E II

      Tela tratada com piretroide

      A I

      Roupa tratada com permetrina

      A II

      Adaptado de CATMAT(8)

      Referências bibliográficas

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      O texto acima foi elaborado com base em estudos científicos, porém salientamos que o conteúdo é apenas de caráter informativo. Antes de adquirir e fazer uso do produto é importante consultar um profissional habilitado (seu médico ou nutricionista) ou os farmacêuticos Proderma. Envie um email para farmaceuticoresponde@farmaciaproderma.com.br ou entre em contato com as nossas lojas pelos telefones (19) 3447-7000 e 3421-2112.

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      Repelente de insetos com Icaridina – Ativo promissor em repelência contra o mosquito Aedes aegypti

      Repelente de insetos com Icaridina – Ativo promissor em repelência contra o mosquito Aedes aegypti

      Conheça um ativo promissor em repelência contra o mosquito Aedes aegypti! São os repelentes de insetos com Icaridina!

      • Mosquitos são vetores de doenças especialmente em países tropicais e subtropicais; 
      • As doenças transmissíveis por insetos acometem milhões de pessoas em todo o mundo, causando milhares de mortes;
      • Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), somente a dengue acomete 50 milhões de pessoas no mundo anualmente, causando cerca de 24 mil mortes, e a malária, mais de 1 milhão de mortes por ano;
      • Estima-se que uma pessoa morra a cada 30 segundos por complicações relacionadas a picadas de insetos e que uma em cada 17 pessoas vivas morrerá de alguma dessas doenças;
      • Além de serem vetores de doenças infecciosas, insetos podem ser causa de desconforto por suas picadas, especialmente em crianças com hipersensibilidade;
      • Picadas de algumas espécies de mosquitos podem causar irritação local, prurido, pápulas, vesículas, estrófulo, infecção secundária local, celulite, dor, desconforto e distúrbios de sono, entre outros. 

      A grande aposta em repelência contra os insetos é o ativo ICARIDINA¸ derivado da pimenta, indicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), para viajantes, juntamente com DEET. Em concentração de 10% confere proteção por um período de três a cinco horas e, a 20%, de oito a dez horas. Sua ação é comparável a concentrações de 15-50% de DEET, mas permite reaplicações em intervalos maiores de tempo. Estudo africano verificou que a potência do ativo ICARIDINA contra o Anopheles gambiae não difere do DEET, mas contra o Aedes aegypti é de 1,1 a 2,0 vezes mais potente. Após dez horas de exposição, é mais eficaz que o DEET e o IR 3535 (1). 

      REPELENTE DE INSETOS COM ICARIDINA ALERGOSHOP

      De acordo com testes laboratoratoriais, o repelente de insetos comIcaridina da Alergoshop protege contra: Aedes aegypti, Culex quinquefasciatus, Anopheles evansiae  e carrapatosRhipicephalus sanguineus.

      O repelente de insetos com Icaridina da Alergoshop pode ser usado em crianças à partir de dois anos de idade, aventureiros, praticantes de esportes ao ar livre, alérgicos e pessoas que moram ou viajam para áreas endêmicas.

      Segundo a literatura médica, devido à baixa absorção pelo organismo humano, a Icaridina pode ser utilizada junto com protetores solares, já que não há interação entre os produtos. Entretanto, se for utilizar protetor solar, o correto é usar o produto meia hora antes do repelente, para que não haja interferência na ação de ambos os produtos.

      Características:

      • Age nos receptores olfativos específicos dos insetos; 
      • Recomendado para crianças maiores de dois anos;
      • Seguro para toda a família.
      • Hipoalergênico;
      • Perfume suave;
      • Alta eficácia livre de DEET;
      • Protege contra: Aedes aegypti por 7 horas, Culex quinquefasciatus e Anopheles evansiae por 3,5 horas e carrapatos Rhipicephalus sanguineus por até 2 horas;
      • Ação  segura e prolongada.

      Composição:

      ETHANOL, HYDROXYETHYL ISOBUTYL PIPERIDINE CARBOXYLATE (20%), PARFUM, AQUA. INGREDIENTE ATIVO: ICARADIN (HYDROXYETHYL ISOBUTYL PIPERIDINE CARBOXYLATE) – 20%

      Importante: 

      O repelente de insetos com Icaridina da Alergoshop não deve ser utilizado como único método de repelência de insetos e/ou prevenção a Dengue, Malária, Filariose e Febre Amarela.

      Fontes:
      1. Artigo: Repelentes de insetos – recomendações para uso em crianças Insect repellents: recommendations for use in children – Germana Pimentel Stefani, Antonio carlos Pastorino, Ana Paula B.M. Castro, Angela Bueno F. Fomin, Cristina Miuki A. Jacob.
      2. Alergoshop Produtos para Alérgicos Ltda. EPP – Matriz: Rua Cerro Corá 2052, Vila Romana – São Paulo – Tel.: 11 3022.2920 Site: www.alergoshop.com.br  

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      Thermo HD® – Complexo Termogênico

      Thermo HD® – Complexo Termogênico

      Suplemento auxiliar para queima calórica.

      O THERMO HD® é um complexo termogênico* que contém potentes ativos que agem como auxiliares na redução de peso e de medidas e no aumento da massa magra: Cafeína, Guaraná, Chá Verde, Alcachofra, L-Carnitina, Picolinato de Cromo e Citrus Aurantium.

      *A termogênese eleva a queima calórica ao longo do dia durante a atividade. Os produtos termogênicos utilizam as gorduras para a produção de energia e dessa forma auxiliam na redução da gordura corporal.

      Composição do THERMO HD®

      Ativo

      Propriedades

      Cafeína

      Induz aos efeitos ergogênicos, com melhora no rendimento das atividades físicas esportivas e também ocupacionais. Promove o retardo da fadiga muscular e aumento da contração da musculatura esquelética. É considerada uma substância sem valor nutricional. A cafeína proporciona aumento do estado de atenção, é psico-estimulante e promove o bem estar.

      Guaraná

      Promove a metabolização dos lipídios na perda de peso; aumenta o gasto energético. É considerado cardioprotetor, minimizando riscos de doenças cardiovasculares.

      Chá verde

      Rico em flavonóides, estimula a metabolização de gorduras e a termogênese.

      Alcachofra

      Reduz lipídios plasmáticos e, consequentemente, a diminuição do tecido adiposo subcutâneo em associação com atividade física, também possui função hepatoprotetora.

      L-Carnitina

      Facilita a oxidação de lipídios. Promove menor troca respiratória durante exercício físico, consequentemente elevando a disposição para a prática do exercício.

      Picolinato de Cromo

      É um potencializador dos efeitos da insulina, alterando o metabolismo de carboidratos, lipídeos e aminoácidos, proporcionando ganho de massa muscular e maior perda de gordura corporal. Em atividades físicas aeróbicas, a concentração de cromo no plasma aumenta e se mantém neste nível por 2h após término da atividade.

      Citrus aurantium

      Devido à sinefrina, possui efeito na redução do apetite e aumento da lipólise (queima de gorduras).

      Estudo com THERMO HD® 

      Um estudo foi realizado com 26 voluntários de ambos os sexos, entre 22 e 55 anos, e todos apresentavam certo grau de obesidade, % de gordura corporal elevado e/ou circunferência abdominal fora do padrão da OMS. Os voluntários foram divididos em dois grupos:

      – Grupo I: Thermo HD (500mg) + Dieta + Atividade Física 

      – Grupo II: Thermo HD (500mg) + Atividade Física 

      O estudo concluiu que THERMO HD® é eficaz na redução da circunferência abdominal, bem como na redução do % de gordura corporal, porém o resultado foi maior em pacientes que associaram o THERMO HD® à dieta e atividade física. Todos os voluntários também obtiveram perda de peso, independentemente do grupo.

      Principais Ações do THERMO HD®

      • Termogênico
      • Redução de gordura corporal
      • Ganho de massa muscular
      • Diurético
      • Normalizador dos níveis de glicose

      Dosagem recomendada

      500mg /dia ou conforme orientação do nutricionista e/ou médico.

      Fonte: 
      Biovital Ind. e Com. Espec. Cosmecêutica Ltda.
      Referências Bibliográficas 
      1. GARCÍA-GONZÁLEZ, C.A.; SOUSA, A.R.S.; ARGEMÍ, A.; PERIAGO, A.L.; SAURINA, J.; DUARTE, C.M.M.; DOMINGO, C. Production of hybrid lipid-based particles loaded with inorganic nanoparticles and active compounds for prolonged topical release. International Journal of Pharmaceutics. 2009, 382, p.296–304
      2. LOPEZ-GARCIA, E.; CUALLAR-CASTILLON, P.; LEON-MUÑOZ, L.; GRACIANI, A.; RODRIGUEZ-ARTALEJO, F. Coffee consuption and health-related quality of life. Clinical Nutrition. 2013, p. 1-7.
      3. DULLOO, A..; DURET, C.; ROHRER, D.; GIRARDIER, L.; MENSI, N.; FATHI, M.; CHANTRE, P.; VANDERMANDER J. Efficacy of a green tea extract rich in catechin polyphenols and caffeine in increasing 24-h energy expenditure and fat oxidation in humans. The American Journal of Clinical Nutrition. 1999, 70. P. 1040-1045

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      O texto acima foi elaborado com base em estudos científicos, porém salientamos que o conteúdo é apenas de caráter informativo. Antes de adquirir e fazer uso do produto é importante consultar um profissional habilitado (seu médico ou nutricionista) ou os farmacêuticos Proderma. Envie um email para farmaceuticoresponde@farmaciaproderma.com.br ou entre em contato com as nossas lojas pelos telefones (19) 3447-7000 e 3421-2112.

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      Modulip CG® – Reduzindo medidas sem estresse

      Modulip CG® – Reduzindo medidas sem estresse

      Modulip GC® é um peptídeo biomimético baseado em glutrapeptide capaz de potencializar a resposta do fator de crescimento neural (NGF).

      Modulip GC® possui ação neuropeptideo like. É bioassimilável e biodisponível, com características químicas e cinéticas melhoradas. Modulip GC® atua retardando a neurosenescência induzida pela redução de seus níveis que ocorre principalmente devido ao envelhecimento.

      Modulip GC® apresenta efeito neuroprotetor e antioxidante, além de estimular a lipólise, via aumento da diferenciação da inervação neuronal em nível adipocitário (tecido branco adiposo). O cortisol, proveniente de um estresse crônico, pode afetar a inervação simpática do tecido adiposo branco, reduzindo o potencial lipolítico e aumentando, consequentemente, a deposi- ção de gordura, principalmente na região visceral.

      Modulip GC® inibe a ação do cortisol na inervação simpática mantendo o potencial de lipólise e estimula as terminações nervosas do tecido adiposo branco.

      Acesse o conteúdo completo neste link.

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      Cirurgia Bariátrica – A importância dos cuidados pré e pós-operatório

      Cirurgia Bariátrica – A importância dos cuidados pré e pós-operatório

      Tratamento individualizado apresenta opções de formas e concentrações ideais aos pacientes bariátricos e as Farmácias Magistrais estão habilitadas a oferecer dosagens específicas.

      A cirurgia bariátrica possibilita a perda de peso ao restringir a quantidade de alimento que o estômago pode suportar. No entanto, esse procedimento que coleciona histórias de sucesso demanda cuidados por toda a vida.
      Segundo o médico endocrinologista e especialista em obesidade em São Paulo, Joffre
      Nogueira Filho, a cirurgia bariátrica deve ser acompanhada pela mudança de velhos hábitos antes que o paciente entre na sala de cirurgia.

      “Em muitos casos, os pacientes estão com o peso superior ao recomendado para o procedimento, e emagrecer reduz os riscos cirúrgicos”, exemplifica.

      Para aumentar a efetividade, o cuidado é multidisciplinar. Em caso de doenças psicológicas ou psiquiátricas diagnosticadas, os quadros devem ser previamente controlados. De acordo com o endocrinologista, depressão, ansiedade e oscilação de humor, quando não tratados, comprometem a recuperação e o resultado final.

      Também merece atenção a alteração da microbiologia intestinal: “Se após a cirurgia o paciente continua com a flora intestinal de antes, é grande a probabilidade de ganhar novamente o peso que perdeu”, afirma.

      Segundo Joffre, a cirurgia bariátrica tem dois pós-operatórios. Um deles é o imediato, logo após o procedimento: “A pessoa tem de reaprender a controlar a quantidade de alimento para não perder a qualidade de vida com vômitos e diarréia ou constipação recorrente”. Todo esse processo deve ser acompanhado por médico e nutricionista para evitar a desnutrição e o desenvolvimento de novas doenças relacionadas à má absorção de nutrientes, que é uma das seqüelas da cirurgia.

      Há pacientes, que depois de algum tempo, se dão alta médica. Esse é um erro, segundo o médico. Segundo ele, “o tratamento é para a vida toda porque a mudança do organismo é para a vida toda”.

      PARA COMEÇAR

      A farmacêutica de São Paulo, Esmeralda Lourenço Dias lembra que a adesão a um plano alimentar adequado antes da cirurgia fornece ao organismo energia e nutrientes necessários para o pós-cirúrgico imediato e para o estágio seguinte, quando a pessoa começa a perder peso. “Os meses que antecedem o procedimento são um teste para que o paciente se oriente sobre a necessidade de mudar hábitos alimentares e de vida”, explica.

      Já a indicação de suplementos vitamínicos e minerais é parte do tratamento pós-cirúrgico. Segundo a nutricionista, “as necessidades serão sempre individualizadas, levando em conta diversos fatores como as condições gerais de saúde do paciente e do modelo de cirurgia”. Essas formulações atuam em diversas reações metabólicas como apetite e fome, atividade cerebral, absorção de nutrientes, taxa metabólica, metabolismo de gorduras e açúcar, funcionamento da tireoide e adrenais e armazenamento de energia.

      “O sucesso da cirurgia não se resume à perda de peso, mas à melhora da qualidade de vida do paciente. Ofarmacêutico magistral pode apresentar à clássica médica inúmeras possibilidades e vantagens que osprodutos manipulados possuem, a fim de cuidar de cada paciente para sempre, de forma individualizada”, conclui Esmeralda.

      BAIXA ABSORÇÃO DE VITAMINAS E MINERAIS É UM RISCO PARA A SAÚDE

      Segundo Esmeralda, é preciso ficar atento ao balanço de nutrientes. A deficiência de cálcio pode levar à osteoporose. A carência de ferro e folatos pode causar anemia, cansaço e queda de cabelo. A ingestão inadequada de proteínas leva à deterioração muscular. A falta de tiamina (vitamina B1), afeta o coração, sistema digestivo e o sistema nervoso.

      Cegueira noturna e risco de doença e morte por infecções graves são decorrentes da baixa concentração de vitamina A. Já a deficiência da vitamina B12 pode causar fadiga e formigamento nas mãos e, eventualmente, levar a distúrbios neurológicos e anemia. Sem vitamina D podem ocorrer distúrbios do fígado e rins e doenças ósseas. A falta de vitamina E pode causar problemas neurológicos, anemia e dificuldade na cicatrização de feridas. Problemas nas unhas e queda de cabelo podem ser causados pela falta de zinco.

      TERAPIA MEDICAMENTOSA – A MELHOR FORMA

      Abrir uma cápsula ou triturar comprimidos são práticas comuns entre pacientes que passaram por cirurgia bariátrica e apresentam restrição temporária durante as primeiras semanas pós-cirurgia para ingestão de formas farmacêuticas sólidas. Além de nada práticas, essas soluções caseiras são imprecisas e podem comprometer a eficácia do tratamento. Por isso, o médico e o nutricionista optam pelo produto manipulado, escolhendo a forma farmacêutica mais adequada para o momento.

      “A cirurgia bariátrica tem impacto direto na terapia medicamentosa, em aspectos clínicos e biofarmacêuticos ligados não só à absorção dos medicamentos, mas também de nutrientes”, explica o farmacêutico Anderson de Oliveira.

      Na entrevista a seguir, ele explica como a escolha da forma farmacêutica, das doses e até do tamanho de uma cápsula podem ajudar os pacientes operados.

      Qual é a relação entre a cirurgia bariátrica e as formas farmacêuticas?

      A redução do estômago impacta no processo de desintegração de cápsulas, comprimidos e formas de liberação prolongada.

      O pH gástrico tende a ficar mais alcalino, o que reflete na absorção de medicamentos solúveis em meio ácido e na desintegração de medicamentos de liberação entérica. Como a área de superfície do trato gastrointestinal, diminui, ocorre também uma redução da biodisponibilidade de medicamentos que são essencialmente absorvidos nas regiões iniciais do intestino, como duodeno e jejuno.

      Como o tamanho do estômago interfere na biodisponibilidade de nutrientes e medicamentos?

      O estômago é a área primária para a desintegração de cápsulas ou comprimidos e envolve uma combinação de forças mecânicas, acidez gástrica e saliva. A redução do estômago pode levar a uma desintegração incompleta dessas formas farmacêuticas, reduzindo a biodisponibilidade do medicamento. A cirurgia bariátrica também diminui o comprimento intestinal, gerando impactos clínicos como a redução da absorção de vitaminas, principalmente as lipossolúveis, e mesmo de algumas hidrossolúveis como vitamina B12, além de minerais. Isso pode promover carências nutricionais. Fica comprometida também a absorção de medicamentos lipossolúveis como ciclosporina, fenitoína e levotiroxina, e aumenta o risco de efeitos adversos para anti-inflamatórios não esteroidais e bifosfonados (exemplo: alendronato de sódio) que, com a desintegração prejudicada, podem ulcerar o estômago e ser até fatais. Nesses casos, vias de administração alternativas à oral devem ser consideradas.

      De que forma a individualização reduz esses problemas?

      Logo após a cirurgia, o paciente fica restrito a uma dieta líquida. O medicamento manipulado tem a versatilidade de ser ajustado, priorizando formas líquidas e mais concentradas, para que o volume ingerido seja menor. É possível fazer associações para evitar o uso de muitos medicamentos, preparar formas de liberação imediata ou até preparar cápsulas de tamanhos menores.

      Além das líquidas, quais as outras formas indicadas?

      Cápsulas menores, pequenos comprimidos, formas sublinguais ou orodispersíveis podem substituir os líquidos quando o paciente já está liberado para ingerir sólidos. Mesmo para as formas líquidas há ressalvas. Quem é submetido à cirurgia gástrica bypass deve evitar preparações que contêm sacarose, lactose, frutose ou manitol para evitar a síndrome de dumping. As formas efervescentes também não são recomendadas, pois produzem gás e geram desconforto em um estômago com volume pequeno. Formas farmacêuticas de liberação entérica e de liberação prolongada também são problemáticas nesses pacientes, sendo preferíveis as formulações de liberação imediata. Sistemas de liberação de fármacos apropriados para administração me vias alternativas à oral também podem ser considerados, como uso retal, vaginal, intranasal, transdérmico e injetável.

      Fonte: Revista Da Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais – Ano 22 –Jul/Ago/Set-2015 – Nº 106; 12:14-16:17

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      Extrato Oleoso de NEEM ou NIM

      Extrato Oleoso de NEEM ou NIM

      Neem (ou nim) é uma árvore de grande porte, nativa da Índia e muito resistente à seca. É conhecida pelas suas propriedades medicinais e terapêuticas, encontradas principalmente em suas sementes, folhas e casca. É muito utilizada na indústria farmacêutica para a fabricação de produtos de higiene e limpeza; e na agropecuária, para a produção de adubos e no controle de pragas.

      O fruto do neem é uma semente que, quando tem sua casca retirada, apresenta uma amêndoa. O conjunto dessas amêndoas passa por processos de limpeza e remoção da casca e, em seguida, é triturado e prensado a frio – a partir daí é obtido o óleo de neem. A torta resultante da prensagem da semente é incorporada em solos com a finalidade de controlar diversos tipos de fungos (também pode ser utilizada como vermífugo na alimentação animal).

      O óleo obtido é rico em ácidos graxos, sendo principalmente composto de ácido oleico, linoleico, palmítico, esteárico e araquidônico, o óleo de neem apresenta muitas propriedades.

      Aplicações

      Apenas recentemente os benefícios do óleo de neem vêm sendo descobertos. Ele é bastante conhecido como inseticida orgânico, podendo ser aplicado em plantas para combater pragas e fungos patogênicos.

      É um óleo que apresenta ação antifúngica, antibacteriana, antiviral, antisséptica e anti-inflamatória. É por tudo isso que serve como ingrediente nas indústrias farmacêuticas e de produtos de limpeza.

      O óleo de neem pode ser usado diretamente tanto no corpo, no cabelo e também em plantações e animais – isso porque não é um produto tóxico. Devido às propriedades antifúngicas e antibacterianas, esse óleo combate mais de 200 espécies de insetos, pragas, baratas, traças, pulgas e piolhos.

      Quando aplicado nos animais de estimação, afasta pulgas, carrapatos e sarnas, além de proporcionar brilho ao pelo do animalzinho. Basta adicionar um pouco de óleo de neem no xampu e sabonete do pet e banhá-lo normalmente. 

      Nas plantações, os efeitos também são eficazes. Um spray de óleo de neem misturado com água ou hidrolato de citronela pode ser borrifado nas plantas, auxiliando no combate às pragas e insetos que podem vir a prejudicar os vegetais. A mesma mistura pode ser aplicada no corpo para aliviar coceiras e vermelhidões causadas por picadas de insetos – também pode ser usado como repelente.

      Mas suas aplicações não param por aí! Por possuir muitos ácidos graxos e propriedades anti-inflamatórias e antibacterianas, o óleo de neem é eficaz no tratamento de doenças de pele, como eczema, psoríase, catapora, erupções cutâneas e feridas. Ele ajuda a reduzir a inflamação e acelera a cicatrização da pele danificada. Pode ser aplicado diretamente na pele ou misturado com pomada ou creme (pode potencializar os efeitos).

      Serve como um ótimo tratamento para pés e unhas, principalmente no caso de frieiras. O óleo elimina 14 tipos de fungos da pele, acabando com micoses nas unhas, sem contar seu excelente poder de hidratação, reparando rachaduras causadas pelo ressecamento.

      Além de proteger a pele de bactérias e infecções, o óleo de neem é hidratante. 

      A presença de vitamina E em sua composição o torna um antioxidante que atua no combate dos radicais livres e na elasticidade, rejuvenescendo a pele e suavizando rugas e linhas de expressão. Devolve o brilho natural, deixando uma aparência jovem e saudável.

      Uma de suas melhores aplicações é no combate à acne. Suas propriedades eliminam as bactérias causadoras de cravos e espinhas, eliminando-as e evitando que novas possam surgir. Por isso, se você sofre por conta das acnes, o óleo de neem é a melhor opção! Faça uma máscara de argila verde e, em seguida, hidrate a pele com o óleo – além de reduzir marcas e cicatrizes causadas pelas espinhas, elas também serão tratadas e amenizadas.

      Quando diluído e massageado no couro cabeludo, o óleo diminui a intensidade de caspas e seborreia, retarda a perda de cabelos e hidrata os fios. O óleo de neem pode ser aplicado puro ou diluído em outros óleos vegetais (ou até em azeite de oliva).

      Outras aplicações curiosas sobre o óleo de neem são:

      • Pode ser usado no tratamento e cuidados dentários por ter propriedade antisséptica. Quando diluído em água e usado como antisséptico bucal, diminui a frequência de infecções dentárias e problemas nas gengivas e na boca;.
      • Melhora a aparência de objetos enferrujados;
      • Limpar tapetes e carpetes com misturas à base de óleo de neem elimina e evita o aparecimento de ácaros, que podem causar alergias em pessoas sensíveis;
      • É ingrediente comum na fabricação de sabões e sabonetes artesanais.

      O óleo de neem é biodegradável e não é bioacumulável, sendo inofensivo ao meio ambiente e a animais de sangue quente. É de fácil manuseio e aplicação. Lembre-se de utilizar o óleo puro e 100% natural, livre de substâncias químicas nocivas à saúde.

      Fonte: www.florien.com.br 

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       (19) 99883-9009 (Whatsapp - Matriz Centro)

       (19) 3421-2112 (Telefone - Filial Vila Rezende)
       (19) 99811-3752 (Whatsapp - Filial Vila Rezende)

      Localização

      Loja 1 (Matriz): Rua Prudente de Moraes, 917 – Centro – Piracicaba SP / CEP 13400-315

      Responsável Técnico: Helena de Fátima Baptistella De Nápoli – CRF SP 8438

      Autorização ANVISA: AFE nº 25351.201321/2002-41 – AE nº 25001.013346/85

      Certidão de Regularidade: CRF/SP nº 8438. Licença VISA Piracicaba nº 0938/2002

      CEVS nº 353870901-477-000085-1-6 AFE Autoriz/MS nº 0.09951.3 AE Autoriz/MS nº 1.34608.8

      Alvará de Licença MAPA nº 1415 2009

      CNPJ 50.764.604/0001-82

      Loja 2 (Filial): Avenida Rui Barbosa, 519 – Vila Rezende – Piracicaba SP / CEP 13405-217

      Responsável Técnico João Roberto Baptistella – CRF SP 1.13147-3

      Autorização ANVISA: AFE nº 25351.202644/2002-51 – AE nº 0.09951.3

      Certidão de Regularidade: CRF/SP nº 13147. Licença VISA Piracicaba nº 939/2002

      CEVS nº 353870901-477-000085-1-6 AFE Autoriz/MS nº 0.09951.3 AE Autoriz/MS nº 1.12772.6

      CNPJ 50.764.604/0002-63