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Os hormônios têm funções fundamentais como regular o crescimento, a vida sexual, o desenvolvimento, equilíbrio interno, entre inúmeras outras atribuições. Quando não estão em seu pleno funcionamento ou há uma baixa hormonal, que geralmente se inicia próximo aos 30 anos, é possível surgirem alguns sintomas como fadiga, estresse, alterações no humor, insônia, dificuldades no controle do peso ou, ainda, diversas outras patologias relacionadas ao envelhecimento.

Por isso, um tratamento que vem ganhando força é a terapia de modulação hormonal, que como o próprio nome diz, tem por objetivo repor os níveis dessas substâncias. Trata-se dos hormônios bioidênticos, ou seja, iguais aos produzidos pelo corpo.

A terapia hormonal ideal deve respeitar a fisiologia humana e mimetizar o sistema endócrino, utilizando hormônios correspondentes aos produzidos pelo sistema endócrino humano e a via transdérmica para atingir a corrente circulatória através da pele.

A via transdérmica para a administração de hormônios, fármacos e suplementos é uma tendência atual e moderna bastante pesquisada e utilizada em todo o mundo. Neste contexto, é de extrema importância a escolha de um veículo promotor de permeação transdérmica altamente eficaz, completamente seguro e mais adequado para cada aplicação.

Por meio do tratamento, é possível regular e otimizar os índices hormonais, reduzir a oxidação das células e promover um envelhecimento mais saudável.

Conheça alguns adjuvantes utilizados na terapia de modulação hormonal:

Os inibidores da aromatase: esses podem ser uma opção para mulheres que têm risco aumentado para câncer de mama. Eles atuam no processo que impede que a testosterona se transforme em estrogênio, sendo mais específico no estradiol, que é o hormônio sexual feminino. Alguns exemplos são o Anastrozol e o Zinco.

Os antiproliferativos: agentes antiproliferativos ou antimetabolitos são muito eficazes como imunossupressores.

Indol-3-carbinol (I-3-C): é um fitoquímico presente em vegetais como brócolis e couve-flor, que tem sido estudado recentemente por seu potencial na prevenção de câncer de mama e de próstata. Vários dos seus metabólitos têm ação anti-estrogênica.

Licopeno: é o princípio ativo do tomate, de algumas plantas e micro-organismos. Os humanos não conseguem sintetizar o licopeno, todo ele vem da alimentação ou suplementação. O licopeno tem sido considerado um eficaz e específico inibidor da proliferação de células cancerígenas.

– Fitoestrógenos: são compostos fenólicos antioxidantes presentes em diferentes tipos de vegetais. Apesar de não serem produzidos naturalmente pelo sistema endócrino, têm atuação semelhante ao estrogênio. Os mais usados são:

Agnus castus;

Cimicifuga racemosa;

Curcuma longa;

– Dong Quai;

– Isoflavonas da soja;

Pygeum africanum;

– Red Clover;

Saw Palmetto;

Tribulus terrestres;

– Urtica dioica.

Nos casos em que é contraindicado o uso dos estrógenos bioidênticos, mas os sintomas indesejáveis persistem, as pacientes podem ser tratadas com fitoestrógenos mencionados com o objetivo de melhorar a qualidade de vida.

Caso queira saber mais, entre em contato com Equipe Farmacêutica da Proderma e saiba como os adjuvantes na Terapia de Modulação Hormonal podem ser benéficos para você.