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      Composto ayurvédico para gerenciamento de peso

      Composto ayurvédico para gerenciamento de peso

      Curcuma longa, Moringa oleifera e Murraya koenigii

                  O sobrepeso incomoda, e muito, todas as pessoas que sofrem com disfunções metabólicas, desordens alimentares e distúrbios psicológicos que causem descontrole na ingestão de alimentos.

                  Além disso, com o avanço da idade e o declínio hormonal, nosso metabolismo regride progressivamente, e manter nosso corpo em forma pode ser uma tarefa desafiadora para muitos.

                  Assim, a suplementação com ativos que facilitem a perda de massa gorda, juntamente com uma alimentação balanceada e exercícios físicos regulares se tornam essenciais para o sucesso no controle de peso.

                 Saiba um pouco mais sobre os ativos de nosso composto:

      Curcuma longa: Ação anti-inflamatória, hepatoprotetora e imunomoduladora

      Nome científico: Curcuma longa L.

      Família: Zingiberaceae.

       Moringa oleifera: Atividade hepatoprotetora, analgésica, nutracêutica, anti-inflamatória e antipirética

      Nome científico: Moringa oleifera Lam.

      Família: Moringaceae

       Murraya koenigii: efeito antihiperglicemico e antioxidante

      Nome científico: Murraya koenigii

      Família: Rutaceas

       Com estes três potentes ativos naturais, a Proderma oferece uma opção inovadora da medicina ayurvédica para o controle de peso. Produzido pela Laila Nutraceutics, esta formulação recebeu o prêmio de “Ativo mais inovador na gestão do peso de 2017”, no evento Nutra Ingredients Awards 2017, realizado em Genebra, na Suíça.

      Em um estudo de 16 semanas, o ativo LI85008F em questão foi testado em dois grupos de 70 pessoas entre 21 a 50 anos de idade, comparando sua eficácia com um placebo, administrado randomizadamente em teste duplo-cego.

      Os participantes caminhavam meia hora por dia, 5 dias por semana, e foram aconselhados a seguir uma dieta de 1800 kcal diária.

      Como resultado, a suplementação com o ativo resultou em melhorias significativas nos perfis lipídicos, reduzindo o colesterol de baixa densidade (LDL) e aumentando o colesterol de alta densidade (HDL).

      Outro efeito positivo foi na redução do peso corporal (em média 5,36 kg), resultando em reduções significativas nas circunferências da cintura e do quadril.

      Assim, conclui-se que a suplementação com os ativos naturais, acompanhada de  restrição calórica modesta e atividade física é bem tolerada, segura e eficaz para o gerenciamento de peso em homens e mulheres com sobrepeso.

      Link do estudo: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/29923305

      Acúmulo de gases e distensão abdominal: como combater?

      Acúmulo de gases e distensão abdominal: como combater?

      Acúmulo de gases e distensão abdominal – como combater?

      O acúmulo excessivo de gases em nosso corpo, além de prejudicial à saúde, é desconfortante. Distensão abdominal, dificuldade de respirar e situações embaraçosas (por ocorrência de flatulências e eructações) são algumas das consequências desse distúrbio. Segundo a Universidade da Carolina do Norte, pessoas que sofrem de inchaço abdominal adoecem, visitam o médico e tomam medicamentos mais frequentemente que o resto da população.

      O que causa o acúmulo de gases?

      Uma das causas mais comuns tem origem no momento em que o estômago, que deveria iniciar a digestão dos carboidratos ingeridos, não o faz. Assim, eles acabam chegando “intactos” (ou seja, muito grandes) ao intestino que, por sua vez, não possui enzimas para metabolizar as moléculas da forma que chegaram. Assim, a única saída encontrada pelo organismo é a fermentação desses carboidratos pelas bactérias intestinais, causando a produção de gás.

      A microbiota que se estabelece no intestino tem um efeito profundo na saúde e fisiologia humana, atuando em nosso sistema imunológico, auxiliando na digestão de nutrientes, sintetizando vitaminas e inibindo a colonização de patógenos. Anormalidades nessa microbiota, denominada de disbiose, pode levar a sérios problemas como doenças inflamatórias intestinais, câncer de cólon, colite associada a antibiótico e obesidade. A disbiose é caracterizada por um desequilíbrio nos micro-organismos intestinais que causa uma proliferação de outros que são prejudiciais a saúde.

      Apesar de existirem alimentos que sabidamente provocam o acúmulo de gases, esse fato não se manifesta igualmente em todas as pessoas. Por ser um distúrbio oriundo muitas vezes de disbioses, esclarece-se então porque algumas pessoas produzem mais gases do que outras.

      É importante ressaltar que pode haver mais de uma causa para o acúmulo de gases, sendo responsabilidade de seu profissional de saúde de confiança lhe fornecer as ferramentas necessárias para que seu quadro seja definido com a maior assertividade possível. Por ser um distúrbio com interação multifatorial, suas causas e consequências serão colocadas em tabelas para facilitar sua compreensão.

       

                  Abaixo estão algumas situações clínicas que podem causar o acúmulo de gases e a distensão abdominal:

      Situações clínicas comuns

      1) Síndrome do intestino irritável (SII)

      7) Intolerâncias alimentares

      2) Doença inflamatória intestinal, como colite ulcerativa ou doença de Crohn

      8) Ganho de peso

      3) Outros distúrbios gastrointestinais funcionais

      9) Fase hormonal (especialmente para mulheres)

      4) Azia

      10) Giardíase (infecção parasitária intestinal)

      5) Intolerâncias alimentares

      11) Distúrbios alimentares como anorexia nervosa ou bulimia nervosa

      6) Alguns medicamentos

       

      12) Fatores de saúde mental, como estresse, ansiedade, depressão, etc.

       

      Intercorrências mais graves também fazem parte da lista de causadores de retenção de gases e distensão abdominal, como:

      Situações clínicas graves

       · Acúmulo de líquido patológico na cavidade abdominal (ascite) como resultado de câncer (por exemplo, câncer ovariano), doença hepática, insuficiência renal ou insuficiência cardíaca congestiva;

       · Doença celíaca ou intolerância ao glúten;

       · Insuficiência pancreática, que é a digestão prejudicada por incapacidade do pâncreas em produzir enzimas digestivas suficientes;

       · Perfuração do trato gastrointestinal com escape de gás, bactérias do trato gastrointestinal normal e outros conteúdos para a cavidade abdominal;

       

      A partir dessas situações, criam-se condições que contribuem para o acúmulo de gás e o inchaço, como:

      · Supercrescimento (bacterial overgrowth) ou deficiência de bactérias no trato gastrointestinal

       · Hipersensibilidade visceral (sensação de inchaço em pequenas ou mesmo normais alterações corporais)

       · Motilidade intestinal alterada

       · Má absorção de alimentos e carboidratos

       · Trânsito de gás prejudicado

       · Prisão de ventre

       

      Métodos para prevenir ou aliviar o inchaço:

      Mudanças no estilo de vida

      Em muitos casos, os sintomas de inchaço abdominal podem ser diminuídos ou mesmo evitados com a adoção de algumas mudanças simples no estilo de vida, como a perda de peso, caso necessária.

      Para reduzir o acúmulo de gases, sugerimos que:

      • Evite chicletes. Eles podem causar aerofagia (deglutição de ar), o que pode levar ao inchaço.
      • Limite sua ingestão de bebidas gaseificadas.
      • Mantenha um adequado consumo de líquidos no seu dia-a-dia para promover uma boa hidratação e bom funcionamento do intestino.
      • Coma devagar e evite beber com um canudo.
      • Consuma produtos lácteos sem lactose (em casos de intolerância). Se não for possível, faça uso da lactase, a enzima que quebra a lactose.
      • Fracione sua alimentação em 5 a 6 pequenas refeições / dia;
      • Evite alimentos que causam gases, como vegetais da família do repolho, feijões secos e lentilhas.
      • Incorpore alimentos ou líquidos carminativos (que auxiliam a eliminação de gases) à sua dieta.

       

      Alternativas terapêuticas

                  Muitas vezes as mudanças nos hábitos alimentares e/ou massagens são insuficientes para combater os gases, e se faz necessário o uso de terapias alternativas. Na Proderma, você encontra as melhores formulações para auxílio no controle dos gases:

      – Simeticona: é um silicone antifisético (com ação antiflatulenta) que alivia o mal estar gástrico causado pelo excesso de gases. Atua no estômago e no intestino, diminuindo a tensão superficial dos líquidos digestivos, levando ao rompimento das bolhas, à dificuldade de formação destas bolhas, ou à formação de bolhas maiores que serão facilmente expelidas. As bolhas dos gases são as responsáveis pela dor abdominal e pela flatulência, e a sua eliminação resulta no alívio dos sintomas associados com a retenção dos gases.

      – Erva-doce: por ser rica em fibras, promove retardamento do esvaziamento gástrico, evitando picos glicêmicos e contribuindo para o melhor funcionamento do intestino. Possui ainda o anetol, que estimula as glândulas e a musculatura do tubo digestivo, aumentando a salivação e as secreções pancreáticas e biliares. Como consequência, otimiza o funcionamento de nosso trato digestivo, diminuindo gases e cólicas.

      – Boldo: por nome científico de Peumus boldus ou Boldo-do-Chile, possui alcaloides (boldina) e flavonoides com função hepatoprotetora, eupéptica (facilita a digestão) e colerética (aumenta a secreção biliar).

      – Camomila: além de sua famosa ação tranquilizante, a infusão de camomila possui atividade eupéptica e antiflatulenta. É facilmente encontrada e fornece diversos benefícios à saúde.

      – Anis-estrelado: assim como a erva-doce, o anis é rico em anetol, além de ser a principal fonte do ácido chiquímico, o ingrediente primário do Tamiflu®. Não deve ser fornecido a crianças.

      – Lactase: é a enzima responsável pela quebra da lactose, o açúcar presente no leite e em alguns de seus derivados. Como a prevalência de intolerância à lactose é alta, é interessante atentar para essa necessidade. Um dos sintomas mais marcantes desse distúrbio é a distensão abdominal provocada pelo acúmulo de gases no trato digestório.

      Probióticos: como citado anteriormente, o acúmulo de gases pode ser causado por desequilíbrios em nossa microbiota intestinal (disbioses), com populações de bactérias discrepantes dos níveis considerados ótimos para o bom funcionamento do trato digestivo. Os probióticos são basicamente compostos por bactérias benéficas à microbiota intestinal, reestabelecendo o equilíbrio entre as populações de bactérias e, consequentemente, a nossa saúde.

       Medicamentos homeopáticos: Magnesia phosporica, Carbo vegetabilis, Lycopodium e Nux Vomica  também podem ajudar no controle e alívio dos gases.

      Referências:

      https://www.einstein.br/noticias/noticia/dieta-antifermentativa

      Lathoud, J. A. Estudos de Máteria Médica Homeopática/ J. A. Lathoud [tradução de Heloisa Helena de Macedo]/São Paulo:Editora Organon, 2001.

      Alonso, Jorge. Tratado de fitofármacos e nutracêuticos/ Jorge Alonso ; [tradução Luciano Prado da Silva, Maria Edith Barbagelata et al.]. – 1.ed. – São Paulo : AC Farmacêutica, 2016.

       

      Fitoterápicos para homens

      Fitoterápicos para homens

      A partir dos 40 anos, dedicar uma atenção especial à saúde é fundamental para os homens.A Proderma listou fitoterápicos com efeitos positivos para eles, conheça!

      Com o avanço da idade, o organismo do ser humano fica mais suscetível a doenças. Isso porque diversas mudanças acontecem, como a redução do ritmo metabólico e a queda das taxas hormonais, como a testosterona, por exemplo.

      Sendo assim, doenças comuns se manifestam nessa faixa etária, como câncer de próstata, disfunção erétil, problemas cardiovasculares, hiperplasia prostática benigna (HPB) e obesidade. Por isso, é essencial que o homem passe a dedicar atenção especial à saúde, principalmente a partir de meados dos 40 anos de idade.

      Sabe-se que o estresse e a fadiga sãoimportantes fatores que afetam a saúde masculina, podendo trazer consequências bastante negativas em seu desempenho sexual e sua vida conjugal. O uso da fitoterapia no combate a esses sintomas tem se demonstrado um forte aliado, aumentando a qualidade de vida do homem e proporcionando-lhe mais energia e disposição para suas atividades diárias.

      Conheça alguns fitoterápicos que você encontra na Farmácia Proderma que podem ser ótimos coadjuvantes para a saúde masculina:

      Pygeumafricanum

      O extrato é obtido da casca de uma árvore originária da África, também conhecida como ameixeira africana (Pygeumafricanum). O extrato seco padronizado é definido contendo 25% de fitoesteróis. Além disto, contém ésteres ferúlicos e terpenos pentacíclicos.

      O Pygeum melhora os sintomas urinários associados ao crescimento e inflamação da próstata. Vários estudos comprovaram a significativa redução da frequência (inclusive noturna), da dor e da dificuldade da micção. Seus fitoesteróis têm ação antiinflamatória e interferem na fixação dos estrógenos que se acumulam na próstata no início da doença.

      Os ésteres ferúlicos controlam indiretamente a atividade da testosterona na próstata, ajudando assim no tratamento da enfermidade, regenerando o epitélio prostático e dos túbulos seminíferos.SHENOUDAET AL., 2007 observaram ainda redução da incidência de câncer de próstata em estudos envolvendoP. africanum.

      O extrato de Pygeumafricanum exibe, além de sua ação antiinflamatória, efeito estimulante da secreção prostática e efeito antiedematoso, proporcionando aumento na capacidade erétil e incrementando a função sexual masculina, sem que necessariamente seja considerado um medicamento afrodisíaco.

      Saw Palmetto:

      O Saw palmetto é obtido do fruto da planta Serenoa repens, originária do sudeste dos EUA. Estudos sugerem que o Saw palmetto, também conhecido como Sabal serrulata, reduz a ação da di-hidrotestosterona (DHT), metabólito mais ativo da testosterona, ligando-se aos seus receptores na região da próstata que circunda a uretra. Outros trabalhos mostram a inibição da 5-alfa-redutase, que provoca a conversão de testosterona em DHT, causando aumento do tamanho da próstata, além de queda de cabelo.

      Em revisão sistemática realizada por ERNST (2002) observa-se que o Saw Palmetto é superior ao placebo em termos de melhorar o fluxo urinário e reduzir a frequência e urgência de urinar, assim como a noctúria (necessidade de acordar à noite para urinar).

      Demonstrou também ser semelhante aos inibidores da 5-alfa-redutase em relação à eficácia contra a Hiperplasia Prostática Benigna (HPB), sem efeitos colaterais como perda da libido ou disfunção erétil, atribuídos a medicamentos sintéticos utilizados para este fim.

      A associação com a Urtiga, para potencialização de seus efeitos, tem sido recomendada por pesquisadores.O Saw palmetto parece reduzir artificialmente os níveis de PSA(por sua inibição da 5-alfa-redutase), o que poderia mascarar a descoberta do desenvolvimento de câncer de próstata. Em estudos não se reportou significativaalteração no PSA; contudo, esta é uma boa razão para se ter cautela nos resultadosdo PSAem pacientes tratados com Sawpalmetto.

      Tribulus terrestris:

      O extrato seco de Tribulus terrestris deve ser  padronizado em 40% de saponinas, cujo principal princípio ativo é a protodioscina.

      O estudo de seus mecanismos de ação iniciou-se no leste europeu, demonstrando ser eficaz como coadjuvante no tratamento da disfunção erétil,com melhora na ereção, ejaculação e orgasmo, sem apresentar efeitos indesejáveis. Também se mostrou capaz de elevar a espermatogênese e a mobilidade dos espermatozóides, ajudando na fertilidade.

      Ainda, a protodioscina é uma molécula com alguma semelhança ao DHEA e agiria no seu lugar, estimulando a produção da testosterona. Outra possibilidade é o aumento daliberação da gonadotrofina que, por sua vez, estimularia a produção do LH e FSH edaí a testosterona.

      Sua ação na ereção seria causada pela liberação do óxido nitroso no final dainervação do corpo cavernoso peniano, aumentando a vasodilatação.

      Pelo aumento da testosterona, aumentaria a massa muscular. Até este momento, nenhuma toxicidade ou efeito negativo ocorreu quando Tribulus terrestris é usado como suplemento nutricional.

      Urtica dioica:

      É uma planta de regiões temperadas, cuja parte utilizada é a folha ou a raiz. Seus constituintes ativos são fitoesteróis, polissacarídeos e lectinas, e é conhecida por sua ação anti-inflamatória por inibição das prostaglandinas.

      Os fitoterápicos são os produtos mais utilizados na Europa para o tratamento da Hiperplasia Prostática Benigna (HPB), sendo a Alemanha o país onde a maior quantidade de pacientes se submete a este tipo de tratamento (em torno de 90%), sendo recomendada para aqueles pacientes com HBP com níveis normais de testosteronatotal e baixos níveis de testosterona livre. Sua ação para este fim é baseada principalmente na relação das lignanas da urtiga com os transportadores de andrógenos (SBHG), ligando-se à testosterona e modificando a concentração de andrógenos livres.

      Para pacientes com problemas de urofluxometria, a urtiga também é eficaz no aumentodo volume e do fluxo urinário,além de reduzir a urina residual. As lectinas, por sua vez, têm ação anti-inflamatória e anti-prostática.

      A urtiga é frequentemente associada ao Saw palmetto ou ao Pygeum africanum pela semelhança de ação entre estes extratos vegetais, gerando muitas vezes um efeito potencializador de suas propriedades no organismo. O tratamento daHBP com fitoterápicos produz menos efeitos indesejáveis em comparação cominibidores de 5-alfa-redutase sintéticos, pois foram relatadosmenos casos de redução no volume da ejaculação, disfunção erétil e dor de cabeça.

      Maca peruana:

      A maca-peruana, ou maca (Lepidium peruvianum), é considerada um recurso nutricional muito importante na zona andina. Costuma ser adicionada ao leite, misturada a sucos de frutas, iogurtes, ou como um ingrediente adicional em geleias, mingaus, coquetéis e diversos doces.

      No âmbito reprodutivo, já teve seu efeito observado no incremento do comportamento sexual, tempo de latência para ereção e até mesmo aumento na motilidade e númerode espermatozóides, sem, entretanto, alterar as concentrações séricas de hormônios reprodutivos, como a testosterona e o estrogênio.

      Em estudo realizado com homens entre 21 e 56 anos, a maca peruana promoveu aumento significativo do desejo sexual desses indivíduos.

      Em nível prostático também demonstrou ser eficaz na redução significativa do tamanho da porção ventral da próstata, quando utilizada a Maca-vermelha.Outros resultados interessantes trazidos pela maca são seu efeito antifadiga, ao promover a energia vital do organismo; redução de úlceras gástricas em situações de stress; efeitosanabolizantes sem os efeitos negativos de anabólicos hormonais;aumento da massa muscular, proporcionando melhor desempenho esportivo e também a atividade sexual.

      Rhodiola rosea:

      A raiz dessecada dessa espécie tem sido usada há anos na história da humanidade, com relatos de seu uso pelos vikings, para fins energizantes. O sufixo “rósea” lhe foi concedido em alusão à fragrância similar à que as rosas exalam quando têm seu rizoma recém-cortado.

      Entre as primeiras comprovações do efeito adaptógeno (ver definição ao final do artigo) do rizoma de rodiola estão aquelas demonstradas em testes realizados com astronautas russos nos primeiros vôos orbitais ao redor da Terra, tendo sido observada, assim, melhor tolerância ao estresse (p. ex. a incerteza do regresso à Terra) e melhor adaptabilidade às condições de clausura.

      Seus efeitos também foram observados em esportistas de elite no manejo de estresse anterior a competições atléticas, assim como no aumento da resistência física ao esforço muscular.

      Outros inúmeros trabalhos têm demonstrado a eficácia da rodiola como protagonista no combate a sintomas de depressão, ansiedade, cansaço e fadiga muscular. No sistema nervoso, ela tem efeito positivo na capacidade cognitiva e de concentração, auxiliando as funções de memória e de reflexos, e reduzindo a fadiga mental.

      Ginseng:

      Panax Ginsengé uma planta originária da China, Indochina, Coreia, Vietnã e Japão. Sua raiz é rica em saponinas triterpênicas, também conhecidas como panaxosídeos, responsáveis por grande parte de suas ações farmacológicas.

      Por pertencer ao grupo das plantas adaptógenas, o Ginseng pode ser usado não somente para o combate a uma doença específica, mas também com o objetivo de aumentar ou potencializar a capacidade de defesa do organismo contra agressores externos ou condições adversas do entorno, como em situações de estresse, por exemplo.

      Sua capacidade na melhoria da qualidade de vida se baseia em alguns de seus principais efeitos, que incluem melhores noites de sono, estado de ânimo, atividade sexual e maior energia para as tarefas do dia-a-dia.

      Um dos maiores avanços em seu estudo se deve às observações em sua atividade estimulante na circulação cerebral, incrementando a capacidade cognitiva relacionada especialmente com as funções de memória e aprendizagem. Em 1978, SCHIMIDTET AL. realizaram um trabalho com 540 pacientes geriátricos (um grupo com ginseng, outro com placebo e outro com vitaminas), identificando melhor capacidade de resposta global (adaptação à internação, memória, reflexos e energia) no grupo tratado exclusivamente com ginseng.

      A atividade energética exercida pela raiz do ginseng foi demonstrada em diferentes ensaios clínicos realizados com soldados em fase de treinamento e atletas de diferentes áreas, reduzindo a sensação de fadiga e melhorando as marcas no percurso. Esses efeitos foram relacionados aos panaxosídeos C e F, que inibem a deficiência de ácido ascórbico e colesterol em situações de esforço. Da mesma forma, a produção de ácido lático (responsável pela sensação de fadiga diante de esforços intensos), diminuiu com o consumo de extratos de ginseng.

      Contra-indicações: não fazer uso do ginseng durante o curso de doenças agudas, trombose coronária, doenças cardíacas graves, hipertensão arterial e hemorragias. Em pacientes com hipersensibilidade nervosa, esquizofrenia, histeria ou mania, também se desaconselha suaprescrição.

      Long Jack:

      Eurycoma longifolia, conhecido também como Tongkat ali ou Long Jack, é um arbusto comum encontrado ao longo das encostas em terrenos montanhosos da floresta da Malásia. Uma decocção de água da raiz de Tongkat ali é um suplemento tradicional bem conhecido para o aprimoramento da sexualidade e fertilidade, e também é usado como um tônico antienvelhecimento. Este extrato aquoso apresenta componentes moleculares variados, que exibem atividades antipalúdicas, anti-úlcera, antitumorais, antiparasitárias e antipiréticas.

      Estudos recentes mostraram que as propriedades pró-fertilidade e afrodisíacas deste extrato são mediadas pelos seus componentes de glicoproteína.

      Foram provados seus efeitos no aumento da testosterona e antiestresse ou antienvelhecimento, que são acompanhados ou mediados, respectivamente, por concentrações normalizadas de hormônio de crescimento sérico e concentrações elevadas de superóxido dismutase (SOD), um importante antioxidante no nosso organismo.

      Em uma recente revisão de ensaios clínicos,destacou-se o papel de Eurycoma longifolia como um potencial suplemento contra vários distúrbios da saúde sexual masculina, incluindo a disfunção erétil, infertilidade, baixa libido e complicações associadas a desequilíbrios hormonais.

      A superioridade clínica do Long Jackcontra esses distúrbios está associada ao seu amploperfil de segurança.(Hinin Ei Thuet al., 2017).

      L-Arginina + Picnogenol:

      A associação do aminoácido L-Arginina(L-A) ao extrato de Pinus Pinaster (oPicnogenol) é outra opção bastante interessante no tratamento de desordens eréteis masculinas. Em um estudo realizado na Bulgária, 37 de 40 homens entre 25 a 45 anos tiveram sua função erétilrestabelecida após o tratamento com essa associação.

      O mecanismo de ação da combinação L-A + Picnogenol é basicamente relacionado à regulação que ela exerce nas concentrações séricas de óxido nítrico (NO), composto responsável pelo relaxamento da musculatura lisa dos corpos cavernosos do pênis, permitindo uma vasodilataçãomais efetiva, indispensável à ereção peniana. O óxido nítrico também funciona como um neurotransmissor liberado nas terminações nervosas do pênis, intermediando o processo sensitivo da ereção.

      O processo de fabricação do NO é realizado pela óxido nítrico sintase, que converte a L-A em NO através da oxidação do nitrogênio guanídico. Portanto, a suplementação com L-A associada ao Picnogenol é importantíssima para que nosso organismo tenha substrato suficiente para a produção de NO em níveis satisfatórios para produzir uma ereção.

      Nota: o conceito de “adaptógeno” contido no artigo foi criado por Lazarevet al., (1959), se referindo àquelas plantas capazes de compensar e prevenir o estresse e a fadiga, além de melhorar a atenção, trabalhando sobre os sistemas neuroendócrino e imunológico.

      Para uma planta ser considerada adaptógena, ela deve reunir basicamente quatro características:

      1. Possuir ação antifadiga contra esforços físicos e mentais;
      2. Aumentar a resistência ao estresse;
      3. Tender a normalizar os estados patológicos do organismo, devidos principalmente a excessos ou deficiências dos mecanismos de homeostase;
      4. Ser inócua do ponto de vista toxicológico.

      Referências:
      http://www.amrigs.com.br/revista/54-04/021-519_diagnostico.pdf>. Acesso em:15 mar. 2018.
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      Fórmulas manipuladas para bebês

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      Sobrevida de recém-nascidos cresceu graças a fatores como a evolução da farmacologia

      Ao nascer, o bebê não tem a imunidade completamente desenvolvida, o corpinho frágil exige delicadeza e ele ainda tem de se acostumar com o frio fora do útero materno. Isso se torna ainda mais intenso se precisar de cuidados específicos, como cirurgias e internações ou se, em casa, precisar ser medicado pelos pais.

      Já há alguns anos, o Brasil tem avançado nos tratamentos e na sobrevivência desse grupo. De acordo com o Fundo das Nações Unidas para a lnfância (Unicef), a taxa de mortalidade neonatal caiu de 24 para 9 mortes a cada mil, de 1990 a 2015.

      É imensa a importância da evolução conjunta da tecnologia, das áreas farmacêutica e nutricional e de técnicas cirúrgicas. Hoje há melhor arsenal terapêutico e formas de monitorizações menos invasivas, além do empenho das equipes multidisciplinares com foco na segurança do paciente.

      A ampliação das opções da farmacoterapia permite oferecer tratamentos melhores, sobretudo para os pacientes mais críticos. Diversos fármacos contribuem na reversão de quadros agudos e crônicos, como os antiinflamatórios não esteroides, a exemplo do ibuprofeno, usado em casos de fechamento do canal arterial; os surfactantes exógenos, que facilitam a troca gasosa nos pulmões; e o óxido nítrico, para hipertensão pulmonar.

      Uma particularidade no tratamento de recém-nascidos é que eles apresentam alterações farmacocinéticas importantes que se modificam a todo o momento e promovem mudanças na absorção, distribuição, metabolismo e excreção. Isso muda a escolha do fármaco, a dose e a frequência de administração.

      A maioria dos medicamentos, no entanto, é produzida para adultos, o que torna a manipulação um recurso imprescindível para fazer as adequações necessárias para neonatos, incluindo apresentá-los na forma de solução oral. A personalização do tratamento é extremamente importante, visto que cada neonato tem uma particularidade e que há o risco de subdose ou overdose.

      Se precisar de um medicamento manipulado para seu bebê, entre em contato conosco. Você pode enviar sua receita via Whatsapp e a entrega do medicamento é feita na sua casa, um serviço da Proderma que facilita a rotina dos novos pais.

      Texto original: Revista Anfarmag nº112

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      Ansiedade

      Ansiedade

      Uma das doenças mais pesquisadas da atualidade, a ansiedade atinge todas as idades

      A ansiedade (do grego agkho: estrangular, sufocar, oprimir) pode ser definida como um sentimento vago e desagradável de medo e apreensão, caracterizado por tensão ou desconforto derivado de antecipação de perigo, de algo desconhecido ou estranho.

      Existem descrições clínicas daquilo que hoje chamamos de “estados ansiosos”, desde os séculos que antecederam ao nascimento de Cristo. Entretanto, é apenas a partir do final do século XIX que a ansiedade passa a despertar o interesse da Medicina, sendo então abordada como um quadro patológico específico.

      Foi com o médico austríaco Sigmund Freud que a ansiedade adquiriu proeminência na Psiquiatria. Freud, ao estudar a ansiedade dita patológica, separou a “Angstneurose” (traduzida como “neurose de angústia” ou “neurose de ansiedade”) da neurastenia, e a ansiedade crônica, correspondente à atual “ansiedade generalizada”, dos ataques de ansiedade, hoje “ataques de pânico”.

      Passando por diversas mudanças em suas terminologias ao longo da história, a ansiedade continua a ser objeto de inúmeras pesquisas, estando em constante revisão/reinterpretação de nomenclaturas e conceitos pelos pesquisadores da área.

      Bases neurobiológicas

      Fonte: Transtornos de Ansiedade. Tratado de Neurologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 11ed, cap 160, p. 1050-1054, 2007

      O hipotálamo possui papel central em orquestrar a resposta do nosso organismo às situações de ansiedade, auxiliado pela hipófise e glândula adrenal (eixo hipotálamo-hipófise-adrenal [HPA]). O hormônio cortisol é liberado pela glândula adrenal em resposta a um aumento nos níveis sanguíneos do hormônio adrenocorticotrófico (ACTH), liberado pela hipófise anterior por estímulo do hormônio liberador de corticotrofina (CRH) do hipotálamo. Os neurônios hipotalâmicos que secretam CRH são regulados pela amígdala e pelo hipocampo, também situados em nosso cérebro.

      Fonte: Neuroscience fundamentals

      Quando o núcleo central da amígdala é ativado, interfere no eixo HPA e a resposta ao estresse é emitida, sendo que a ativação inapropriada tem sido relacionada com os transtornos de ansiedade. O hipocampo contém receptores para substâncias que são ativadas pelo cortisol, e com altos níveis de cortisol circulante, participa da regulação por retroalimentação do eixo HPA, inibindo a liberação de CRH e consequentemente de ACTH e cortisol.

      A exposição contínua ao cortisol, em períodos de estresse crônico, pode levar à disfunção e à morte dos neurônios hipocampais. Assim, o hipocampo começará a apresentar falhas em sua capacidade de controlar a liberação dos hormônios do estresse e de realizar suas funções de rotina.

      A atividade elevada do córtex pré-frontal também tem sido relatada nos transtornos de ansiedade. Em resumo, a amígdala e o hipocampo regulam o sistema HPA e a resposta ao estresse de uma maneira coordenada, tanto com a hiperatividade da amígdala (relacionada a memórias inconscientes estabelecidas em situações de medo) quanto com a diminuição de atividade do hipocampo, o qual participa no armazenamento de memórias conscientes durante uma situação de aprendizado traumático.

      Como saber se tenho ansiedade?

      A ansiedade e o medo passam a ser reconhecidos como patológicos quando são exagerados, desproporcionais em relação ao estímulo, ou discrepantes do que se observa como normal naquela faixa etária, interferindo na qualidade de vida, no conforto emocional ou no desempenho diário. Tais reações exageradas se desenvolvem, mais comumente, em indivíduos com uma predisposição neurobiológica herdada.

      Os critérios estabelecidos no Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-V) indicam que o diagnóstico do transtorno de ansiedade deve ser feito quando for detectada a ocorrência frequente e intensa de diferentes sintomas, que podem ser divididos em:

      Físicos: taquicardia, palpitações, boca seca, hiperventilação e sudorese;

      Comportamentais: agitação, insônia, reação exagerada aestímulos e medos;

      Cognitivos: nervosismo, apreensão, preocupação, irritabilidade e distração. 

      Quem afeta?

      Segundo relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) em 2017, o Brasil lidera o ranking na América Latina e no mundo, com 9,3% da população com algum tipo de transtorno de ansiedade. A taxa é três vezes superior à média mundial. É provavelmente a disfunção emocional que mais aflige e que mais atinge a qualidade de vida do indivíduo.

      Os transtornos ansiosos são os quadros psiquiátricos mais comuns tanto em crianças quanto em adultos, com uma prevalência estimada durante o período de vida de 9% e 15% respectivamente.

      Nas crianças e adolescentes, os transtornos ansiosos mais freqüentes são o transtorno de ansiedade de separação, com prevalência em torno de 4%,o transtorno de ansiedade excessiva ou o atual TAG (2,7% a 4,6%) e as fobias específicas (2,4% a 3,3%). A prevalência de fobia social fica em torno de 1% e a do transtorno de pânico (TP) 0,6%.

      A distribuição entre os gêneros é de modo geral equivalente, exceto fobias específicas, transtorno de estresse pós-traumático e transtorno de pânico, com predominância do sexo feminino.

      Ansiedade na infância

      Ansiedade na infância

      Até a década de 80, havia a crença de que os medos e preocupações durante a infância eram transitórios e benignos. Reconhece-se hoje que podem constituir transtornos bastantes frequentes, causando sofrimento e disfunção à criança ou ao adolescente. A identificação precoce dos transtornos de ansiedade pode evitar repercussões negativas na vida da criança, e, possivelmente, a ocorrência de problemas psiquiátricos na vida adulta.

      Em crianças, o desenvolvimento emocional influi sobre as causas e a maneira como se manifestam os medos e as preocupações, tanto normais quanto patológicas. Diferentemente dos adultos, crianças podem não reconhecer seus medos como exagerados ou irracionais, especialmente as menores.

      A causa dos transtornos ansiosos infantis é muitas vezes desconhecida e provavelmente multifatorial, incluindo fatores hereditários e ambientais diversos. Entre os indivíduos com esses transtornos, o peso relativo dos fatores causais pode variar.

      De uma maneira geral, os transtornos ansiosos na infância e na adolescência apresentam um curso crônico, embora flutuante ou episódico, se não tratados. Podem ser desencadeados por crises conjugais, perdas por mortes/separações, doenças na família e até mesmo o nascimento de irmãos.

      O tratamento é constituído por uma abordagem multimodal, que inclui orientação aos pais e à criança, terapia cognitivo-comportamental, psicoterapia dinâmica, uso de psicofármacos e intervenções familiares.

      Ansiedade em adultos

      Ansiedade em adultos

      Os transtornos de ansiedade diferenciam-se de acordo com o tipo de objeto ou situações cognitivas associadas. Embora os transtornos de ansiedade tendam a ter alta comorbidade (existência de duas ou mais doenças em simultâneo na mesma pessoa) entre si, eles podem ser diferenciados pelo exame detalhado dos tipos de situações que são temidos ou evitados, e pelo conteúdo dos pensamentos ou crenças associados.

      Principais transtornos de ansiedade em adultos

      Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG):

      Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG):

      As características essenciais do transtorno de ansiedade generalizada são a ansiedade ea preocupação excessiva acerca de diversos eventos ou atividades. A intensidade, a duração ou a frequência da ansiedade é desproporcional à probabilidade real ou ao impacto do evento antecipatório.

      Os adultos com transtornos de ansiedade generalizada frequentemente se preocupam com circunstâncias rotineiras da vida, com possíveis responsabilidades no trabalho, saúde e finanças, com a saúde dos membros da família, como possíveis desgraças com seus filhos ou até com questões menores.

      Os indivíduos com transtorno de ansiedade generalizada relatam sofrimento subjetivo devido à preocupação constante e prejuízo relacionado ao funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes de suas vidas. A depressão coexiste em boa parte dos portadores de TAG. A sintomatologia associada ao Transtorno de Ansiedade Generalizada inclui agitação, sentimento de fadiga, dificuldade de concentração, irritabilidade, tensão muscular, transtorno do sono e preocupação excessiva relacionadas a diversos eventos ou atividade.

      Fobia Específica:

      Fobia Específica

      Uma característica da fobia especifica é que o medo ou ansiedade está associado à presença de uma situação ou objeto particular, que pode ser denominado estímulo fóbico. Os objetos temidos ou as categorias das situações são apresentados como especificadores. A pessoa com fobia especifica usa a evitação como meio primário de solucionar o problema. Sua vida está centralizada em medos irreais e aflitivos. Ela pode explicar racionalmente seus medos, mas reconhece que eles são responsáveis apenas parcialmente por seus sentimentos. Embora muitas vezes perceba seu medo como inadequado, sentem que a evitação da situação fóbica é a única escolha razoável em vista de seu medo intenso.

      Transtorno de Ansiedade Social (TAS):

      Transtorno de Ansiedade Social (TAS)

      A característica essencial do TAS é o medo e a ansiedade acentuados ou intensos, de situações sociais nas quais o individuo pode ser avaliado pelos outros. A possibilidade de ser avaliado negativamente provoca nele intensa ansiedade, fazendo com que, muitas vezes, evite esses momentos.

      O medo e a ansiedade são desproporcionais à ameaça real apresentada pela situação social e contexto sociocultural, provocando esquivas persistentes que duram, geralmente, mais de seis meses. Isso causa sofrimento significativo e prejuízo no funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da sua vida.

      A prevalência do TAS durante a vida é de 12,1% e, em amostras clínicas, os pacientes com TAS representam de 10 a 20% dos indivíduos com transtorno de ansiedade. Conforme Ramos (2011), os sintomas do transtorno de ansiedade social podem aparecer ainda na adolescência e se prolongar por toda a vida, caso não haja tratamento.

      Transtorno do Pânico (TP):

      Transtorno do Pânico (TP)

      O TP se caracteriza por ataques de pânico inesperados e recorrentes. Um ataque de pânico é um surto abrupto de medo ou desconforto intenso que alcança um pico em minutos e durante o qual os sintomas mais comuns apresentados são: palpitações, taquicardia, sudorese, sensação de falta de ar ou sufocamento, sensação de tontura, medo de perder o controle ou morrer, despersonalização, desrealização, entre outros, apresentando sempre início súbito e com duração média de 10 a 30 minutos. Qualquer pessoa pode vir a apresentar um ataque de pânico, mas apenas aquelas que têm ataques frequentes, três ou mais ao longo de um mês, recebem o diagnóstico de TP.

      O transtorno atinge aproximadamente 3% da população e acarreta grande sofrimento pessoal e prejuízos na vida do individuo. O Transtorno do Pânico é considerado um transtorno crônico que influencia a qualidade de vida dos pacientes, visto que sua repercussão pode acometer diversos contextos de suas vidas, como familiar, ocupacional, social e físico.

      Agorafobia:

      Agorafobia

      A característica essencial da agorafobia é o medo ou ansiedade acentuado ou intenso desencadeados pela exposição, real ou prevista, a diversas situações. O diagnóstico requer que os sintomas ocorram em pelo menos duas das cinco situações:

      • Uso de transporte público;
      • Permanência em espaço aberto;
      • Permanência em locais fechados;
      • Permanência em uma fila ou em meio a multidão;
      • Saída de casa sozinho.

      Quando experimentam medo ou ansiedade acionado por essas situações, os indivíduos geralmente experimentam pensamentos de que algo terrível possa acontecer. Acreditam, com frequência, que escapar dessas situações poderia ser difícil ou que o auxilio pode não estar disponível quando ocorrem sintomas do tipo pânico, ou outros sintomas incapacitantes e constrangedores.

      Os indivíduos com agorafobia desenvolvem uma série de estratégias para lidar com o medo, como por exemplo, sair de casa apenas se acompanhados, fazer trajetos que o façam passar perto de hospitais e prontos-socorros, ou carregar sempre um comprimido de calmante. A ansiedade antecipatória também faz parte do quadro e consiste na sensação de medo e apreensão que ocorre na iminência de entrar em contato com uma situação fóbica ou apenas ao pensar na possibilidade de fazê-lo.

      Ansiedade em idosos

      Ansiedade em idosos

      Assim como nos adultos, a ansiedade é muito comumentre os idosos. Os transtornos ansiosos desencadeiam alterações que afetam sua qualidade de vida, particularmente restringindo suas vidas sociais e diminuindo gradualmente sua independência.

      Os sintomas da ansiedade estão geralmente associados à comorbidades psiquiátricas (principalmente a depressão) e outras comorbidades clínicas, causando um impacto importante na qualidadede vida desses indivíduos. Muitos destes transtornos exibem importante melhora mediante tratamento medicamentoso, isolado ou associado a outras formas de terapia.

      Estudos recentes têm mostrado que é comum em idosos a comorbidade entre transtornos de ansiedade e disfunções cardíacas, respiratórias e do aparelho vestibular, sendo que a ansiedade pode agravar ou ser agravada por outras doenças. Além disso, foi constatado que a ansiedade frequentemente coexiste com dores crônicas, atuando em níveis centrais como facilitadora das referências dolorosas.

      Ansiedade x disfunções cardíacas

      Entre as várias comorbidades clínicas associadas aos transtornos de ansiedade, estão as doenças cardiovasculares, como hipertensão arterial sistêmica (HAS), infarto agudo do miocárdio (IAM) e doença arterial coronariana (DAC). Os estudos sugerem que os ataques de pânico podem gerar problemas circulatórios no coração, e, mesmo em pacientes clinicamente estáveis, o prognóstico costuma ser pior.

      Ansiedade x dores crônicas

      É muito importante que seja considerada a associação de quadros psiquiátricos com condições clínicas crônicas, como as síndromes de dores crônicas. Santos et al., (2017) demonstraram que quando o idoso sofre de ansiedade, a percepção da dor pode ser ampliada.Foi observado que pacientes com lombalgia (dor nas costas) crônica, o medo de sentir dores extremas por movimentos ou a catastrofização (“inadaptações emocionais”) conduzem a quadros dolorosos mais severos e a maiores incapacidades.         

      Por seus mecanismos compartilharem dos mesmos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina, glutamato e adenosina) e das mesmas áreas de ativação em nosso cérebro, sabe-se que a ansiedade tem grande influência nos processos de desenvolvimento da dor em nosso corpo, e também na forma como lidamos com ela. Está fortalecida, portanto, a ideia de que indivíduos com personalidade ansiosa, e não apenas estado emocional ansioso (ansiedade-estado), apresentam mais dores crônicas.

      Controle e Tratamento da Ansiedade

      É importante que cada caso de transtorno de ansiedade tente ser tratado de forma personalizada, realizando uma abordagem multimodal ao paciente, objetivando chegar a um diagnóstico e tratamento eficaz e causando a menor quantidade de efeitos colaterais possível. As possibilidades terapêuticas são diversas, e podem englobar desde mudanças simples, como a prática regular de exercícios físicos, até a combinação de medicamentos sintéticos com fitoterápicos, por exemplo.

      Os ansiolíticos, por exemplo, são medicamentos psicotrópicos que atuam em nosso sistema nervoso central (SNC), modulando a recaptação de neurotransmissores relacionados com nossos estados de humor, cognição e bem-estar, basicamente. Geralmente, a principal substância-alvo é o ácido gama-aminobutírico (GABA).

      Os antidepressivos (sim, eles também podem ser usados contra a ansiedade) podem ser associados ao tratamento para agir na “raiz” do problema, com resultados mais consistentes em longo prazo, enquanto os ansiolíticos resultam em alívio dos sintomas ansiosos mais rapidamente. A serotonina é o principal neurotransmissor relacionado à depressão, além de participar de processos nos transtornos ansiosos, regulação do sono, apetite e até mesmo no combate à enxaqueca.

      Ansiolíticos mais utilizados:

      • Benzodiazepinas: Alprazolam, Lorazepam, Diazepam, etc;
      • Mecanismo de ação: atuam potencializando o GABA.
      • Azaspirodecanedionas: Buspirona, Ipsapirona e Gespirona;
      • Mecanismo de ação: apesar de serem agonistas serotoninérgicos, têm função ansiolítica semelhante às benzodiazepinas.
      • Anticonvulsivantes: Pregabalina e Gabapentina.
      • Mecanismo de ação: inibição do influxo de cálcio e posterior liberação dos neurotransmissores excitatórios.

      Antidepressivos mais utilizados: 

      • Antidepressivos heterocíclicos (tricíclicos e tetracíclicos): clomipramina, imipramina, amitriptilina, trimipramina, doxepina, nortriptilina, protriptilina, maprotilina e amoxapina.
      • Mecanismo de ação: bloqueio de recaptação da norepinefrina, serotonina, e em menor proporção, a dopamina.
      • Inibidores Seletivos da Recaptação de Serotonina (SSRI): Fluoxetina, Paroxetina, Sertralina, Citalopram e Escitalopram;
      • Inibidores da Recaptação de Serotonina e Noradrenalina: Venlafaxina e Duloxetina.

      Fitoterápicos: a fitoterapia sempre é interessante quando se quer buscar uma alternativa com menos chances de efeitos colaterais, ou em sinergismo com medicamentos sintéticos. Embasada em estudos científicos, as plantas a seguir apresentam diversas substâncias (entre elas flavonoides, óleos essenciais, valepotriatos e alcaloides) que atuam como ansiolíticos no sistema nervoso central, e têm ganhado enorme aceitação por parte dos profissionais da saúde e dos pacientes como adjuvantes no controle e tratamento de disfunções nervosas.

      Plantas mais utilizadas: Camomila, Crataegus, Erva Cidreira, Maracujá, Mulungu, Camellia sinensis e Valeriana.

      Referências:

      AMARAL, Ana Dias. Comparação entre SNRI e SSRI na indução da remissão da perturbação depressiva major: uma revisão baseada na evidência. Revista Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, [S.l.], v. 30, n. 3, p. 174-80, maio 2014. ISSN 2182-5173. Disponível em: <http://www.rpmgf.pt/ojs/index.php/rpmgf/article/view/11361/11083>. Acesso em: 05 abr. 2018.

      Bener A, Verjee M, Dafeeah EE, Falah O, Juhaishi TA, Schlogl J, et al. Psychological factors: anxiety, depression, and somatization symptoms in low back pain patients. J Pain Res. 2013;6:95-101.

      CASTILLO, Ana Regina GL et al . Transtornos de ansiedade. Rev. Bras. Psiquiatr.,  São Paulo, v. 22, supl. 2, p. 20-23,  Dec.  2000 .  Availablefrom<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S151644462000000600006&lng=en&nrm=iso>. accesson  29  Mar.  2018.  http://dx.doi.org/10.1590/S1516-44462000000600006.

      Viana, M. B. (2010). Mudanças no conceito de ansiedade nos séculos XIX e XX: da Angstneurose ao DSM-IV (Tese de doutorado). Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, SP, Brasil.

      Obelar, R. M. (2016). Avaliação psicológica nos transtornos de ansiedade: estudos brasileiros.

      Ramos, R. T. (2009). Transtornos de Ansiedade. RBM, Revista Brasileira de Medicina, 66 (11).

      Machado, M. B., Ignácio, Z. M., Jornada, L. K., Réus, G. Z., Abelaira, H. M., Arent, C. O., … & Quevedo, J. (2016). Prevalência de transtornos ansiosos e algumas comorbidades em idosos: um estudo de base populacional. J BrasPsiquiatr, 65(1), 28-35.

      SANTOS, Kate Adriany da Silva; CENDOROGLO, Maysa Seabra; SANTOS, Fania Cristina. Anxiety disorder in elderly persons with chronic pain: frequency and associations. Rev. bras. geriatr. gerontol.,  Rio de Janeiro ,  v. 20, n. 1, p. 91-98,  Feb.  2017 . 

      Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1809-98232017000100091&lng=en&nrm=iso>. access on  02  Apr.  2018.  http://dx.doi.org/10.1590/1981-22562017020.160033.

      WHARTIN, RN. Transtornos de Ansiedade. Tratado de Neurologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 11ed, cap 160, p. 1050-1054, 2007.

      http://cienciasecognicao.org/neuroemdebate/?p=1942

      https://oficinadepsicologia.com/antidepressivos-mas-eu-tenho-ansiedade/

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      Ajuste em doses de medicamentos industrializados

      Ajuste em doses de medicamentos industrializados

      Farmacêuticos altamente especializados podem ajustar doses de medicamentos industrializados já prontos

      A cena é comum: um comprimido tem uma concentração mais alta que o necessário para o paciente e precisa ser partido ao meio (ou em mais partes). Outras vezes, é o conteúdo em pó de uma cápsula que precisa ser diluído na água ou o comprimido que precisa ser pulverizado por trituração, já que a criança não consegue engolir na forma sólida. Do ponto de vista farmacêutico, essa é uma questão crítica, pois gera imprecisão na dose do medicamento. Além disso, pode alterar significativamente a estabilidade e as propriedades químicas, toxológicas e terapêuticas, comprometendo a eficácia e segurança.

      Diante disso, quando não há disponibilidade do insumo para preparação direta, é essencial o trabalho profissional do farmacêutico qualificado na transformação. Esse processo ocorre quando o medicamento industrializado tem sua dose, concentração ou forma farmacêutica ajustada por meio de operações farmacêuticas – como partição, trituração e dispersão – que modificam a apresentação original, incluindo ou não a conversão em outra forma farmacêutica. Pode-se, por exemplo, transformar um comprimido em suspensão líquida para atender necessidades específicas e possibilitar a adesão ao tratamento farmacoterapêutico.

      Assim, garante-se a segurança e a eficácia do medicamento destinado para o paciente. A transformação é muito comum no cenário de hospitais e, em vários casos, para uso domiciliar. Um dos contextos em que a transformação é mais pertinente é nos medicamentos pediátricos, pois há escassez de medicamentos adequados às necessidades de neonatos, bebês e crianças, como as preparações orais líquidas. A maioria das crianças menores de seis anos não consegue engolir comprimidos ou cápsulas. Entretanto, somente uma pequena parte dos fármacos está disponível como especialidade farmacêutica na forma de preparações líquidas, menos ainda as pediátricas. A maioria dos medicamentos industrializados são, por motivos mercadológicos ou de estabilidade, comercializados exclusivamente em formas farmacêuticas sólidas, como comprimidos e cápsulas com doses destinadas à população adulta.

      Por isso a transformação é mesmo necessária, mas requer conhecimento específico. O risco está na transformação feita de forma caseira pelos próprios pacientes.

      Transformar em quê?

      Partição, trituração, fracionamento, dissolução: a maneira mais adequada vai depender da necessidade do paciente e da forma em que o produto industrializado está apresentado.

      A estabilidade é uma das características essenciais que precisa ser mantida durante a transformação de um medicamento. Assim, antes de alterar, é preciso consultar na literatura técnica os estudos que garantam que a alteração desejada pode ser realizada. As transformações ocorrem a partir de diversas formas farmacêuticas, sendo que a mais comum para as crianças é partir do comprimido para a forma líquida. Mas é importante lembrar que o medicamento sólido (cápsulas e comprimidos), quando triturado juntamente com seus excipientes e disperso em um veículo líquido, pode promover alterações na formulação transformada. Excipientes comuns em comprimidos, por exemplo, podem alterar o pH de formulações líquidas, afetando perfil de estabilidade.

      É fundamental que o profissional esteja atento aos potenciais problemas que podem ocorrer durante uma transformação de especialidade farmacêutica e assegurar que a preparação extemporânea resultante apresente conformidade com a dose prescrita, possua atributos de uniformidade e homogeneidade adequados e mantenha-se estável durante o período de tratamento.

      Na Proderma, os farmacêuticos são especializados e altamente qualificados para realizar tais procedimentos. Venha até uma de nossas unidades com o seu medicamento que necessita de ajustes e conte com o nosso profissionalismo para transformar sua fórmula de maneira segura e eficaz.

      Texto original: Revista Anfarmag nº112

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