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      Fórmulas manipuladas para bebês

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      Sobrevida de recém-nascidos cresceu graças a fatores como a evolução da farmacologia

      Ao nascer, o bebê não tem a imunidade completamente desenvolvida, o corpinho frágil exige delicadeza e ele ainda tem de se acostumar com o frio fora do útero materno. Isso se torna ainda mais intenso se precisar de cuidados específicos, como cirurgias e internações ou se, em casa, precisar ser medicado pelos pais.

      Já há alguns anos, o Brasil tem avançado nos tratamentos e na sobrevivência desse grupo. De acordo com o Fundo das Nações Unidas para a lnfância (Unicef), a taxa de mortalidade neonatal caiu de 24 para 9 mortes a cada mil, de 1990 a 2015.

      É imensa a importância da evolução conjunta da tecnologia, das áreas farmacêutica e nutricional e de técnicas cirúrgicas. Hoje há melhor arsenal terapêutico e formas de monitorizações menos invasivas, além do empenho das equipes multidisciplinares com foco na segurança do paciente.

      A ampliação das opções da farmacoterapia permite oferecer tratamentos melhores, sobretudo para os pacientes mais críticos. Diversos fármacos contribuem na reversão de quadros agudos e crônicos, como os antiinflamatórios não esteroides, a exemplo do ibuprofeno, usado em casos de fechamento do canal arterial; os surfactantes exógenos, que facilitam a troca gasosa nos pulmões; e o óxido nítrico, para hipertensão pulmonar.

      Uma particularidade no tratamento de recém-nascidos é que eles apresentam alterações farmacocinéticas importantes que se modificam a todo o momento e promovem mudanças na absorção, distribuição, metabolismo e excreção. Isso muda a escolha do fármaco, a dose e a frequência de administração.

      A maioria dos medicamentos, no entanto, é produzida para adultos, o que torna a manipulação um recurso imprescindível para fazer as adequações necessárias para neonatos, incluindo apresentá-los na forma de solução oral. A personalização do tratamento é extremamente importante, visto que cada neonato tem uma particularidade e que há o risco de subdose ou overdose.

      Se precisar de um medicamento manipulado para seu bebê, entre em contato conosco. Você pode enviar sua receita via Whatsapp e a entrega do medicamento é feita na sua casa, um serviço da Proderma que facilita a rotina dos novos pais.

      Texto original: Revista Anfarmag nº112

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      Ansiedade

      Ansiedade

      Uma das doenças mais pesquisadas da atualidade, a ansiedade atinge todas as idades

      A ansiedade (do grego agkho: estrangular, sufocar, oprimir) pode ser definida como um sentimento vago e desagradável de medo e apreensão, caracterizado por tensão ou desconforto derivado de antecipação de perigo, de algo desconhecido ou estranho.

      Existem descrições clínicas daquilo que hoje chamamos de “estados ansiosos”, desde os séculos que antecederam ao nascimento de Cristo. Entretanto, é apenas a partir do final do século XIX que a ansiedade passa a despertar o interesse da Medicina, sendo então abordada como um quadro patológico específico.

      Foi com o médico austríaco Sigmund Freud que a ansiedade adquiriu proeminência na Psiquiatria. Freud, ao estudar a ansiedade dita patológica, separou a “Angstneurose” (traduzida como “neurose de angústia” ou “neurose de ansiedade”) da neurastenia, e a ansiedade crônica, correspondente à atual “ansiedade generalizada”, dos ataques de ansiedade, hoje “ataques de pânico”.

      Passando por diversas mudanças em suas terminologias ao longo da história, a ansiedade continua a ser objeto de inúmeras pesquisas, estando em constante revisão/reinterpretação de nomenclaturas e conceitos pelos pesquisadores da área.

      Bases neurobiológicas

      Fonte: Transtornos de Ansiedade. Tratado de Neurologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 11ed, cap 160, p. 1050-1054, 2007

      O hipotálamo possui papel central em orquestrar a resposta do nosso organismo às situações de ansiedade, auxiliado pela hipófise e glândula adrenal (eixo hipotálamo-hipófise-adrenal [HPA]). O hormônio cortisol é liberado pela glândula adrenal em resposta a um aumento nos níveis sanguíneos do hormônio adrenocorticotrófico (ACTH), liberado pela hipófise anterior por estímulo do hormônio liberador de corticotrofina (CRH) do hipotálamo. Os neurônios hipotalâmicos que secretam CRH são regulados pela amígdala e pelo hipocampo, também situados em nosso cérebro.

      Fonte: Neuroscience fundamentals

      Quando o núcleo central da amígdala é ativado, interfere no eixo HPA e a resposta ao estresse é emitida, sendo que a ativação inapropriada tem sido relacionada com os transtornos de ansiedade. O hipocampo contém receptores para substâncias que são ativadas pelo cortisol, e com altos níveis de cortisol circulante, participa da regulação por retroalimentação do eixo HPA, inibindo a liberação de CRH e consequentemente de ACTH e cortisol.

      A exposição contínua ao cortisol, em períodos de estresse crônico, pode levar à disfunção e à morte dos neurônios hipocampais. Assim, o hipocampo começará a apresentar falhas em sua capacidade de controlar a liberação dos hormônios do estresse e de realizar suas funções de rotina.

      A atividade elevada do córtex pré-frontal também tem sido relatada nos transtornos de ansiedade. Em resumo, a amígdala e o hipocampo regulam o sistema HPA e a resposta ao estresse de uma maneira coordenada, tanto com a hiperatividade da amígdala (relacionada a memórias inconscientes estabelecidas em situações de medo) quanto com a diminuição de atividade do hipocampo, o qual participa no armazenamento de memórias conscientes durante uma situação de aprendizado traumático.

      Como saber se tenho ansiedade?

      A ansiedade e o medo passam a ser reconhecidos como patológicos quando são exagerados, desproporcionais em relação ao estímulo, ou discrepantes do que se observa como normal naquela faixa etária, interferindo na qualidade de vida, no conforto emocional ou no desempenho diário. Tais reações exageradas se desenvolvem, mais comumente, em indivíduos com uma predisposição neurobiológica herdada.

      Os critérios estabelecidos no Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-V) indicam que o diagnóstico do transtorno de ansiedade deve ser feito quando for detectada a ocorrência frequente e intensa de diferentes sintomas, que podem ser divididos em:

      Físicos: taquicardia, palpitações, boca seca, hiperventilação e sudorese;
      Comportamentais: agitação, insônia, reação exagerada aestímulos e medos;
      Cognitivos: nervosismo, apreensão, preocupação, irritabilidade e distração. 

      Quem afeta?

      Segundo relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) em 2017, o Brasil lidera o ranking na América Latina e no mundo, com 9,3% da população com algum tipo de transtorno de ansiedade. A taxa é três vezes superior à média mundial. É provavelmente a disfunção emocional que mais aflige e que mais atinge a qualidade de vida do indivíduo.

      Os transtornos ansiosos são os quadros psiquiátricos mais comuns tanto em crianças quanto em adultos, com uma prevalência estimada durante o período de vida de 9% e 15% respectivamente.

      Nas crianças e adolescentes, os transtornos ansiosos mais freqüentes são o transtorno de ansiedade de separação, com prevalência em torno de 4%,o transtorno de ansiedade excessiva ou o atual TAG (2,7% a 4,6%) e as fobias específicas (2,4% a 3,3%). A prevalência de fobia social fica em torno de 1% e a do transtorno de pânico (TP) 0,6%.

      A distribuição entre os gêneros é de modo geral equivalente, exceto fobias específicas, transtorno de estresse pós-traumático e transtorno de pânico, com predominância do sexo feminino.

      Ansiedade na infância

      Ansiedade na infância

      Até a década de 80, havia a crença de que os medos e preocupações durante a infância eram transitórios e benignos. Reconhece-se hoje que podem constituir transtornos bastantes frequentes, causando sofrimento e disfunção à criança ou ao adolescente. A identificação precoce dos transtornos de ansiedade pode evitar repercussões negativas na vida da criança, e, possivelmente, a ocorrência de problemas psiquiátricos na vida adulta.

      Em crianças, o desenvolvimento emocional influi sobre as causas e a maneira como se manifestam os medos e as preocupações, tanto normais quanto patológicas. Diferentemente dos adultos, crianças podem não reconhecer seus medos como exagerados ou irracionais, especialmente as menores.

      A causa dos transtornos ansiosos infantis é muitas vezes desconhecida e provavelmente multifatorial, incluindo fatores hereditários e ambientais diversos. Entre os indivíduos com esses transtornos, o peso relativo dos fatores causais pode variar.

      De uma maneira geral, os transtornos ansiosos na infância e na adolescência apresentam um curso crônico, embora flutuante ou episódico, se não tratados. Podem ser desencadeados por crises conjugais, perdas por mortes/separações, doenças na família e até mesmo o nascimento de irmãos.

      O tratamento é constituído por uma abordagem multimodal, que inclui orientação aos pais e à criança, terapia cognitivo-comportamental, psicoterapia dinâmica, uso de psicofármacos e intervenções familiares.

      Ansiedade em adultos

      Ansiedade em adultos

      Os transtornos de ansiedade diferenciam-se de acordo com o tipo de objeto ou situações cognitivas associadas. Embora os transtornos de ansiedade tendam a ter alta comorbidade (existência de duas ou mais doenças em simultâneo na mesma pessoa) entre si, eles podem ser diferenciados pelo exame detalhado dos tipos de situações que são temidos ou evitados, e pelo conteúdo dos pensamentos ou crenças associados.

      Principais transtornos de ansiedade em adultos

      Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG):

      Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG):

      As características essenciais do transtorno de ansiedade generalizada são a ansiedade ea preocupação excessiva acerca de diversos eventos ou atividades. A intensidade, a duração ou a frequência da ansiedade é desproporcional à probabilidade real ou ao impacto do evento antecipatório.

      Os adultos com transtornos de ansiedade generalizada frequentemente se preocupam com circunstâncias rotineiras da vida, com possíveis responsabilidades no trabalho, saúde e finanças, com a saúde dos membros da família, como possíveis desgraças com seus filhos ou até com questões menores.

      Os indivíduos com transtorno de ansiedade generalizada relatam sofrimento subjetivo devido à preocupação constante e prejuízo relacionado ao funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes de suas vidas. A depressão coexiste em boa parte dos portadores de TAG. A sintomatologia associada ao Transtorno de Ansiedade Generalizada inclui agitação, sentimento de fadiga, dificuldade de concentração, irritabilidade, tensão muscular, transtorno do sono e preocupação excessiva relacionadas a diversos eventos ou atividade.

      Fobia Específica:

      Fobia Específica

      Uma característica da fobia especifica é que o medo ou ansiedade está associado à presença de uma situação ou objeto particular, que pode ser denominado estímulo fóbico. Os objetos temidos ou as categorias das situações são apresentados como especificadores. A pessoa com fobia especifica usa a evitação como meio primário de solucionar o problema. Sua vida está centralizada em medos irreais e aflitivos. Ela pode explicar racionalmente seus medos, mas reconhece que eles são responsáveis apenas parcialmente por seus sentimentos. Embora muitas vezes perceba seu medo como inadequado, sentem que a evitação da situação fóbica é a única escolha razoável em vista de seu medo intenso.

      Transtorno de Ansiedade Social (TAS):

      Transtorno de Ansiedade Social (TAS)

      A característica essencial do TAS é o medo e a ansiedade acentuados ou intensos, de situações sociais nas quais o individuo pode ser avaliado pelos outros. A possibilidade de ser avaliado negativamente provoca nele intensa ansiedade, fazendo com que, muitas vezes, evite esses momentos.

      O medo e a ansiedade são desproporcionais à ameaça real apresentada pela situação social e contexto sociocultural, provocando esquivas persistentes que duram, geralmente, mais de seis meses. Isso causa sofrimento significativo e prejuízo no funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da sua vida.

      A prevalência do TAS durante a vida é de 12,1% e, em amostras clínicas, os pacientes com TAS representam de 10 a 20% dos indivíduos com transtorno de ansiedade. Conforme Ramos (2011), os sintomas do transtorno de ansiedade social podem aparecer ainda na adolescência e se prolongar por toda a vida, caso não haja tratamento.

      Transtorno do Pânico (TP):

      Transtorno do Pânico (TP)

      O TP se caracteriza por ataques de pânico inesperados e recorrentes. Um ataque de pânico é um surto abrupto de medo ou desconforto intenso que alcança um pico em minutos e durante o qual os sintomas mais comuns apresentados são: palpitações, taquicardia, sudorese, sensação de falta de ar ou sufocamento, sensação de tontura, medo de perder o controle ou morrer, despersonalização, desrealização, entre outros, apresentando sempre início súbito e com duração média de 10 a 30 minutos. Qualquer pessoa pode vir a apresentar um ataque de pânico, mas apenas aquelas que têm ataques frequentes, três ou mais ao longo de um mês, recebem o diagnóstico de TP.

      O transtorno atinge aproximadamente 3% da população e acarreta grande sofrimento pessoal e prejuízos na vida do individuo. O Transtorno do Pânico é considerado um transtorno crônico que influencia a qualidade de vida dos pacientes, visto que sua repercussão pode acometer diversos contextos de suas vidas, como familiar, ocupacional, social e físico.

      Agorafobia:

      Agorafobia

      A característica essencial da agorafobia é o medo ou ansiedade acentuado ou intenso desencadeados pela exposição, real ou prevista, a diversas situações. O diagnóstico requer que os sintomas ocorram em pelo menos duas das cinco situações:

      • Uso de transporte público;
      • Permanência em espaço aberto;
      • Permanência em locais fechados;
      • Permanência em uma fila ou em meio a multidão;
      • Saída de casa sozinho.

      Quando experimentam medo ou ansiedade acionado por essas situações, os indivíduos geralmente experimentam pensamentos de que algo terrível possa acontecer. Acreditam, com frequência, que escapar dessas situações poderia ser difícil ou que o auxilio pode não estar disponível quando ocorrem sintomas do tipo pânico, ou outros sintomas incapacitantes e constrangedores.

      Os indivíduos com agorafobia desenvolvem uma série de estratégias para lidar com o medo, como por exemplo, sair de casa apenas se acompanhados, fazer trajetos que o façam passar perto de hospitais e prontos-socorros, ou carregar sempre um comprimido de calmante. A ansiedade antecipatória também faz parte do quadro e consiste na sensação de medo e apreensão que ocorre na iminência de entrar em contato com uma situação fóbica ou apenas ao pensar na possibilidade de fazê-lo.

      Ansiedade em idosos

      Ansiedade em idosos

      Assim como nos adultos, a ansiedade é muito comumentre os idosos. Os transtornos ansiosos desencadeiam alterações que afetam sua qualidade de vida, particularmente restringindo suas vidas sociais e diminuindo gradualmente sua independência.

      Os sintomas da ansiedade estão geralmente associados à comorbidades psiquiátricas (principalmente a depressão) e outras comorbidades clínicas, causando um impacto importante na qualidadede vida desses indivíduos. Muitos destes transtornos exibem importante melhora mediante tratamento medicamentoso, isolado ou associado a outras formas de terapia.

      Estudos recentes têm mostrado que é comum em idosos a comorbidade entre transtornos de ansiedade e disfunções cardíacas, respiratórias e do aparelho vestibular, sendo que a ansiedade pode agravar ou ser agravada por outras doenças. Além disso, foi constatado que a ansiedade frequentemente coexiste com dores crônicas, atuando em níveis centrais como facilitadora das referências dolorosas.

      Ansiedade x disfunções cardíacas

      Entre as várias comorbidades clínicas associadas aos transtornos de ansiedade, estão as doenças cardiovasculares, como hipertensão arterial sistêmica (HAS), infarto agudo do miocárdio (IAM) e doença arterial coronariana (DAC). Os estudos sugerem que os ataques de pânico podem gerar problemas circulatórios no coração, e, mesmo em pacientes clinicamente estáveis, o prognóstico costuma ser pior.

      Ansiedade x dores crônicas

      É muito importante que seja considerada a associação de quadros psiquiátricos com condições clínicas crônicas, como as síndromes de dores crônicas. Santos et al., (2017) demonstraram que quando o idoso sofre de ansiedade, a percepção da dor pode ser ampliada.Foi observado que pacientes com lombalgia (dor nas costas) crônica, o medo de sentir dores extremas por movimentos ou a catastrofização (“inadaptações emocionais”) conduzem a quadros dolorosos mais severos e a maiores incapacidades.         

      Por seus mecanismos compartilharem dos mesmos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina, glutamato e adenosina) e das mesmas áreas de ativação em nosso cérebro, sabe-se que a ansiedade tem grande influência nos processos de desenvolvimento da dor em nosso corpo, e também na forma como lidamos com ela. Está fortalecida, portanto, a ideia de que indivíduos com personalidade ansiosa, e não apenas estado emocional ansioso (ansiedade-estado), apresentam mais dores crônicas.

      Controle e Tratamento da Ansiedade

      É importante que cada caso de transtorno de ansiedade tente ser tratado de forma personalizada, realizando uma abordagem multimodal ao paciente, objetivando chegar a um diagnóstico e tratamento eficaz e causando a menor quantidade de efeitos colaterais possível. As possibilidades terapêuticas são diversas, e podem englobar desde mudanças simples, como a prática regular de exercícios físicos, até a combinação de medicamentos sintéticos com fitoterápicos, por exemplo.

      Os ansiolíticos, por exemplo, são medicamentos psicotrópicos que atuam em nosso sistema nervoso central (SNC), modulando a recaptação de neurotransmissores relacionados com nossos estados de humor, cognição e bem-estar, basicamente. Geralmente, a principal substância-alvo é o ácido gama-aminobutírico (GABA).

      Os antidepressivos (sim, eles também podem ser usados contra a ansiedade) podem ser associados ao tratamento para agir na “raiz” do problema, com resultados mais consistentes em longo prazo, enquanto os ansiolíticos resultam em alívio dos sintomas ansiosos mais rapidamente. A serotonina é o principal neurotransmissor relacionado à depressão, além de participar de processos nos transtornos ansiosos, regulação do sono, apetite e até mesmo no combate à enxaqueca.

      Ansiolíticos mais utilizados:

      • Benzodiazepinas: Alprazolam, Lorazepam, Diazepam, etc;
      • Mecanismo de ação: atuam potencializando o GABA.
      • Azaspirodecanedionas: Buspirona, Ipsapirona e Gespirona;
      • Mecanismo de ação: apesar de serem agonistas serotoninérgicos, têm função ansiolítica semelhante às benzodiazepinas.
      • Anticonvulsivantes: Pregabalina e Gabapentina.
      • Mecanismo de ação: inibição do influxo de cálcio e posterior liberação dos neurotransmissores excitatórios.

      Antidepressivos mais utilizados: 

      • Antidepressivos heterocíclicos (tricíclicos e tetracíclicos): clomipramina, imipramina, amitriptilina, trimipramina, doxepina, nortriptilina, protriptilina, maprotilina e amoxapina.
      • Mecanismo de ação: bloqueio de recaptação da norepinefrina, serotonina, e em menor proporção, a dopamina.
      • Inibidores Seletivos da Recaptação de Serotonina (SSRI): Fluoxetina, Paroxetina, Sertralina, Citalopram e Escitalopram;
      • Inibidores da Recaptação de Serotonina e Noradrenalina: Venlafaxina e Duloxetina.

      Fitoterápicos: a fitoterapia sempre é interessante quando se quer buscar uma alternativa com menos chances de efeitos colaterais, ou em sinergismo com medicamentos sintéticos. Embasada em estudos científicos, as plantas a seguir apresentam diversas substâncias (entre elas flavonoides, óleos essenciais, valepotriatos e alcaloides) que atuam como ansiolíticos no sistema nervoso central, e têm ganhado enorme aceitação por parte dos profissionais da saúde e dos pacientes como adjuvantes no controle e tratamento de disfunções nervosas.

      Plantas mais utilizadas: Camomila, Crataegus, Erva Cidreira, Maracujá, Mulungu, Camelliasinensis e Valeriana.

      Referências:
      AMARAL, Ana Dias. Comparação entre SNRI e SSRI na indução da remissão da perturbação depressiva major: uma revisão baseada na evidência. Revista Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, [S.l.], v. 30, n. 3, p. 174-80, maio 2014. ISSN 2182-5173. Disponível em: <http://www.rpmgf.pt/ojs/index.php/rpmgf/article/view/11361/11083>. Acesso em: 05 abr. 2018.
      Bener A, Verjee M, Dafeeah EE, Falah O, Juhaishi TA, Schlogl J, et al. Psychological factors: anxiety, depression, and somatization symptoms in low back pain patients. J Pain Res. 2013;6:95-101.
      CASTILLO, Ana Regina GL et al . Transtornos de ansiedade. Rev. Bras. Psiquiatr.,  São Paulo, v. 22, supl. 2, p. 20-23,  Dec.  2000 .  Availablefrom<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S151644462000000600006&lng=en&nrm=iso>. accesson  29  Mar.  2018.  http://dx.doi.org/10.1590/S1516-44462000000600006.
      Viana, M. B. (2010). Mudanças no conceito de ansiedade nos séculos XIX e XX: da Angstneurose ao DSM-IV (Tese de doutorado). Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, SP, Brasil.
      Obelar, R. M. (2016). Avaliação psicológica nos transtornos de ansiedade: estudos brasileiros.
      Ramos, R. T. (2009). Transtornos de Ansiedade. RBM, Revista Brasileira de Medicina, 66 (11).
      Machado, M. B., Ignácio, Z. M., Jornada, L. K., Réus, G. Z., Abelaira, H. M., Arent, C. O., … & Quevedo, J. (2016). Prevalência de transtornos ansiosos e algumas comorbidades em idosos: um estudo de base populacional. J BrasPsiquiatr, 65(1), 28-35.
      SANTOS, Kate Adriany da Silva; CENDOROGLO, Maysa Seabra; SANTOS, Fania Cristina. Anxiety disorder in elderly persons with chronic pain: frequency and associations. Rev. bras. geriatr. gerontol.,  Rio de Janeiro ,  v. 20, n. 1, p. 91-98,  Feb.  2017 . 
      Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1809-98232017000100091&lng=en&nrm=iso>. access on  02  Apr.  2018.  http://dx.doi.org/10.1590/1981-22562017020.160033.
      WHARTIN, RN. Transtornos de Ansiedade. Tratado de Neurologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 11ed, cap 160, p. 1050-1054, 2007.
      http://cienciasecognicao.org/neuroemdebate/?p=1942
      https://oficinadepsicologia.com/antidepressivos-mas-eu-tenho-ansiedade/

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      Ajuste em doses de medicamentos industrializados

      Ajuste em doses de medicamentos industrializados

      Farmacêuticos altamente especializados podem ajustar doses de medicamentos industrializados já prontos

      A cena é comum: um comprimido tem uma concentração mais alta que o necessário para o paciente e precisa ser partido ao meio (ou em mais partes). Outras vezes, é o conteúdo em pó de uma cápsula que precisa ser diluído na água ou o comprimido que precisa ser pulverizado por trituração, já que a criança não consegue engolir na forma sólida. Do ponto de vista farmacêutico, essa é uma questão crítica, pois gera imprecisão na dose do medicamento. Além disso, pode alterar significativamente a estabilidade e as propriedades químicas, toxológicas e terapêuticas, comprometendo a eficácia e segurança.

      Diante disso, quando não há disponibilidade do insumo para preparação direta, é essencial o trabalho profissional do farmacêutico qualificado na transformação. Esse processo ocorre quando o medicamento industrializado tem sua dose, concentração ou forma farmacêutica ajustada por meio de operações farmacêuticas – como partição, trituração e dispersão – que modificam a apresentação original, incluindo ou não a conversão em outra forma farmacêutica. Pode-se, por exemplo, transformar um comprimido em suspensão líquida para atender necessidades específicas e possibilitar a adesão ao tratamento farmacoterapêutico.

      Assim, garante-se a segurança e a eficácia do medicamento destinado para o paciente. A transformação é muito comum no cenário de hospitais e, em vários casos, para uso domiciliar. Um dos contextos em que a transformação é mais pertinente é nos medicamentos pediátricos, pois há escassez de medicamentos adequados às necessidades de neonatos, bebês e crianças, como as preparações orais líquidas. A maioria das crianças menores de seis anos não consegue engolir comprimidos ou cápsulas. Entretanto, somente uma pequena parte dos fármacos está disponível como especialidade farmacêutica na forma de preparações líquidas, menos ainda as pediátricas. A maioria dos medicamentos industrializados são, por motivos mercadológicos ou de estabilidade, comercializados exclusivamente em formas farmacêuticas sólidas, como comprimidos e cápsulas com doses destinadas à população adulta.

      Por isso a transformação é mesmo necessária, mas requer conhecimento específico. O risco está na transformação feita de forma caseira pelos próprios pacientes.

      Transformar em quê?

      Partição, trituração, fracionamento, dissolução: a maneira mais adequada vai depender da necessidade do paciente e da forma em que o produto industrializado está apresentado.

      A estabilidade é uma das características essenciais que precisa ser mantida durante a transformação de um medicamento. Assim, antes de alterar, é preciso consultar na literatura técnica os estudos que garantam que a alteração desejada pode ser realizada. As transformações ocorrem a partir de diversas formas farmacêuticas, sendo que a mais comum para as crianças é partir do comprimido para a forma líquida. Mas é importante lembrar que o medicamento sólido (cápsulas e comprimidos), quando triturado juntamente com seus excipientes e disperso em um veículo líquido, pode promover alterações na formulação transformada. Excipientes comuns em comprimidos, por exemplo, podem alterar o pH de formulações líquidas, afetando perfil de estabilidade.

      É fundamental que o profissional esteja atento aos potenciais problemas que podem ocorrer durante uma transformação de especialidade farmacêutica e assegurar que a preparação extemporânea resultante apresente conformidade com a dose prescrita, possua atributos de uniformidade e homogeneidade adequados e mantenha-se estável durante o período de tratamento.

      Na Proderma, os farmacêuticos são especializados e altamente qualificados para realizar tais procedimentos. Venha até uma de nossas unidades com o seu medicamento que necessita de ajustes e conte com o nosso profissionalismo para transformar sua fórmula de maneira segura e eficaz.

      Texto original: Revista Anfarmag nº112

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      Rinite alérgica

      Rinite alérgica

      Uma das doenças respiratórias crônicas mais comuns entre os brasileiros, principalmente nos pacientes infantis

      Espirros, coriza, prurido, secreção e congestão nasal são sintomas de gripes e resfriados. No entanto, quando se apresentam de forma repetitiva e sem febre, podem ser sinais de rinite alérgica – doença crônica que afeta 20% da população pediátrica no Brasil, de acordo com o IV Consenso Brasileiro Sobre Rinites.

      O quadro se desenvolve a partir da exposição à poeira, poluição, ácaros e perfumes e é mais comum entre crianças e adolescentes. Os sintomas são predominantemente nasais, mas também podem haver manifestações oculares, conjuntivite alérgica, prurido e sensação de olhos secos, além de pigarros, tosse e até crises de asma.

      Tem cura?

      De maneira geral os tratamentos são longos. Por isso, é normal que o paciente apresente momentos de piora e de estabilização. Os recursos terapêuticos diferenciam-se entre os profiláticos e os medicamentos para as crises agudas. A profilaxia melhora os sintomas diários e diminui as exacerbações; normalmente com os medicamentos tópicos para as crises. Já durante as crises pode-se associar o uso de anti-histamínicos à limpeza nasal frequente com soro fisiológico na forma de gotas, em spray ou fazendo uso da lota.

      Os medicamentos

      Para o público pediátrico, as principais formas são as preparações orais líquidas e as soluções tópicas nasais. Entre os anti-histamínicos, destaque para os de segunda geração, como a desloratadina que é segura para a faixa etária e com poucos efeitos colaterais. Para crianças de até dois anos, nos episódios agudos é indicado o cromoglicato de sódio na forma tópica nasal, que é a opção mais segura para esse grupo. Para a profilaxia, podem ser usados com moderação os corticóides tópicos nasais.

      Homeopatia também é uma opção

      A homeopatia é uma solução complementar. A prescrição é feita considerando o estado geral do paciente e suas particularidades, o que torna o tratamento bastante personalizado. A partir da identificação do medicamento de fundo – que organiza e harmoniza a energia vital e varia de acordo com os modos como as crises se apresentam -, o tratamento ajuda a diminuir e eliminar os sintomas.

      Fitoterapia

      Podem ser usados a Echinacea (purpurea e angustifolia), para o aumento da imunidade, e a Própolis (Apis mellifera. L), que tem ação anti-inflamatória.

      Probióticos

      Estudos demonstram eficácia e segurança no tratamento e profilaxia da rinite alérgica a cepa do probiótico Lactobacillus paracasei.

      Referências:
      Eur J Clin Nutr. 2014 May;68(5):602-7. doi: 10.1038/ejcn.2014.13. Epub 2014 Feb 26.
      Efficacy and safety of the probiotic paracasei Lactobacillus LP-33 in allergic rhinitis: a double-blind, randomized, placebo controlled trial (GA2LEN Study).
      Revista Anfarmag nº112

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      Fitoterápicos para mulheres

      Fitoterápicos para mulheres

      Estudos comprovam ação em sintomas característicos da menopausa

      Fitoestrógenos são substâncias químicas encontradas em alguns vegetais com o poder de mimetizar (quando em doses baixas) a atividade hormonal do estrógeno em nosso corpo. Com o uso de doses elevadas, entretanto, proporcionam o efeito contrário, inibindo sua ação. Tudo se resume à dose utilizada e ao local alvo, portanto. Os fitoestrógenos podem também afetar a produção ou a metabolização dos estrógenos endógenos (produzidos pelo nosso organismo), bem como os níveis do hormônio circulantes na corrente sanguínea.

      Os fitoestrógenos passaram a receber atenção quando um grupo estudado de mulheres asiáticas com uma dieta rica em soja (uma das principais fontes de fitoestrógenos) demonstraram reduzidos problemas de pressão sanguínea na menopausa, além de apresentarem menor incidência de problemas cardiovasculares. Aparentemente, essas substâncias têm ação sobre um ou outro sintoma sem, contudo, apresentarem a ação global dos estrógenos.  

      Estudos recentes assinalam efeitos benéficos na prevenção de doenças crônicas como câncer de cólon (intestino grosso), mamas e doenças cardiovasculares. Em mulheres na pós-menopausa, são capazes de reduzir os sintomas indesejados e prevenir a osteoporose. Acredita-se ainda que os fitoestrógenos produzam alguns dos efeitos estrogênicos, sem, entretanto, causar reflexos carcinogênicos ao nosso organismo.

      Os três maiores grupos de fitoestrógenos são os cumestranos, as flavonas e as isoflavonas. O grupo das isoflavonas parece ter maior atividade estrogênica dentre os três, sendo, portanto, o grupo mais utilizado para estes fins.

      Nos casos onde é definitivamente contra-indiciado o uso dos estrógenos bioidênticos, e haja persistência dos sintomas indesejáveis, a fitoterapia vem sendo apresentada como uma interessante opção terapêutica.

      Quais são as plantas mais representativas na modulação hormonal feminina? 

      Cimicífuga: Também conhecida como Black Cohosh, a Cimicífuga racemosa é um vegetal de origem canadense, cuja parte medicinal utilizada é a raiz, sendo alternativa interessante aos estrógenos, por apresentar menor incidência de efeitos colaterais. A cimicífuga reduz seletivamente as concentrações de LH no sangue, sem nenhum efeito no FSH. O resultado é um efeito moderado no alívio de sintomas causados pela tensão pré-menstrual (TPM) e climatério, especialmente relativos à pressão sanguínea. Foram observados efeitos positivos sobre o aumento da formação óssea, através do estímulo da atividade dos osteoblastos.

      Yam Mexicano: O Yam Mexicano, também conhecido como Inhame Selvagem, é um extrato obtido do rizoma seco de Dioscorea villosa, com capacidade de estimular os osteoblastos, sendo utilizado como coadjuvante no tratamento de dores e desconfortos causados pela artrite e reumatismo. Especificamente para a mulher, o Yam Mexicano pode ser utilizado na terapia de reposição hormonal no climatério, dismenorreia e tensão pré-menstrual.

      Isoflavonas da soja: Trata-se do extrato de soja (Glycina max) padronizado, com no mínimo 40% de isoflavonas. A maior parte das isoflavonas presentes na soja é composta por substâncias não esteroidais e têm ação mais fraca que os derivados esteroidais. A semelhança estrutural entre isoflavonas e o estradiol é a base da proposição de que isoflavonas seriam capazes de repor a atividade estrogênica em humanos. O alívio de sintomas da menopausa (“ondas de calor”, insônia, dor de cabeça e irritabilidade) é um dos maiores motivos pelos quais se busca o tratamento com as isoflavonas. Acredita-se também que exerçam propriedades antioxidantes, mecanismo especialmente importante no caso de doenças que envolvem estresse oxidativo, como é o caso da aterosclerose, e a redução do LDL colesterol.

      Red Clover (Trevo Vermelho): A partir dos botões florais da planta Trifolium pratense são extraídos isoflavonóides, apresentando efeitos estrogênicos da mesma forma que a soja. No processo são obtidos também flavonoides, glicosídeos e óleos voláteis, entre outras substâncias. Assim, é indicada para o alívio dos sintomas da menopausa, como ondas de calor e sudorese noturna. Por possuir fraca atividade estrogênica no organismo, pode ser utilizada também na prevenção contra a osteoporose, além de reduzir sintomas vasomotores da menopausa. O extrato de Red Clover deve ser utilizado com cautela em pacientes com sangramentos ativos, disfunções da coagulação ou em terapia com anticoagulantes, pelo teor de cumarinas. Ao mesmo tempo, sua capacidade de causar aumento da perfusão periférica pode auxiliar no controle da pressão arterial. Contra indicações: mulheres em período de gravidez e em lactação.

      Referências:
      EFRAIN OLSZEWER, NATAN LEVY E REGINALDA RUSSO AGUIAR. -Terapia de Modulação Hormonal Bioidêntica (TMHB) – São Paulo : Ed. do Autor, 2009 – (137:140; 147:154)
      BATISTUZZO, J.A.O., ITAYA, M., ETO, Y. Formulário Médico Farmacêutico. 3ª ed, São Paulo: Pharmabooks, 2006.

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      Pele de bebê

      Pele de bebê

      Dermatite atópica tem alta prevalência em crianças e requer atenção na dose e na escolha dos medicamentos

      Pele muito seca e prurido (coceira) que pode levar a ferimentos e concentração nas dobras dos braços e na parte de trás dos joelhos são algumas das características da dermatite atópica, quadro clínico que figura entre os tipos mais comuns de alergia cutânea. Segundo informações da Sociedade Brasileira de Dermatologia, trata-se de uma doença genética, crônica e não-contagiosa, que é comumente associada à asma e à rinite alérgica, mas com manifestação clínica variável.

      Os dados do Guia Prático de Atualização em Dermatite Atópica, publicado pela Associação Brasileira de Alergia e Imunologia e Sociedade Brasileira de Pediatria em 2017, informam que a dermatite atópica pode se manifestar em qualquer período etário, mas 60% dos casos ocorrem no primeiro ano de vida. Entre as crianças acometidas, 80% apresentam uma forma leve, sendo que 70% têm melhora gradual até o fim da infância.

      Os cuidados são realizados de acordo com a fase: infantil, até os dois anos; pré-puberal, até 12 anos; e adulta, a partir dessa idade. O foco é controlar a coceira, reduzir a inflamação da pele e prevenir novas ocorrências, com o fortalecimento da barreira cutânea.

      A pele da criança

      Os tratamentos dermatológicos devem considerar que a pele da criança tem alto poder de absorção. Nessa fase da vida, o estrato córneo, que é a camada mais externa, é muito fino. Além disso, quanto mais nova a criança, maior a relação superfície corporal/peso.

      Assim, tudo que é usado sobre a pele é assimilado de maneira intensa. O medicamento administrado por via cutânea em bebês e crianças tem efeito sistêmico e risco de toxicidade devido à maior penetração do princípio ativo e de outros compostos.

      Opta-se por tratamentos com fórmulas minimalistas, com menos agentes. Para os casos que requerem substâncias mais potentes, é preciso usar concentrações baixas e focar nas áreas em que o paciente realmente necessite da aplicação.

      No caso dos corticóides, deve-se usar sempre a menor potência capaz de controlar a inflamação. Nas lesões moderadas ou graves, existe a possibilidade de optar por terapêutica de média potência, encurtando o tempo de uso.

      Essa opção precisa ser feita de forma criteriosa, pois o uso inadequado pode culminar em atrofia da pele, estrias, alterações da pigmentação e fragilidade vascular, além de efeitos adversos sistêmicos e permanentes em situações extremas. Por isso, corticóides de alta potência, como proprionato de clobetasol, não são recomendados.

      Formulações adequadas

      Além dos medicamentos de uso tópico e oral, a escolha correta dos hidratantes tem papel importante no tratamento da dermatite atópica. Especialmente os produtos manipulados apresentam as vantagens de poder conciliar agentes e concentrações que não são comumente encontrados em fórmulas padrão e de associar substâncias para potencializar a ação terapêutica.

      Para o efeito hidratante e calmante da pele, o uso de Esqualeno de óleo de oliva, de ceramida III, de Portulacca e de Drieline pode poupar o uso do corticóide em alguns casos. Na mesma linha, há o uso de compostos como o Aloe vera e da Camomila (Matricaria chamomilla), ambos calmantes naturais. Para qualquer doença de pele, a hidratação cutânea aliada a banhos menos agressivos (água morna e sabonetes suaves) diminui a chance de desenvolvimento de lesões e aumenta a rapidez da recuperação.

      O uso de probióticos para imunomodulação intestinal também pode ajudar nos tratamentos de dermatite atópica. Um estudo publicado pelo Ann Dermatol em 2012 concluiu que os probióticos Lactobacillus casei, rhamnosus e plantarum associados ao Bifidobacterium bifidum podem colaborar para a redução da inflamação e da severidade da dermatite atópica infantil.

      Referências:
      Ann Dermatol. 2012 May;24(2):189-93. doi: 10.5021/ad.2012.24.2.189. Epub 2012 Apr 26.
      Effect of probiotics on the treatment of children with atopic dermatitis.
      Yeşilova Y1, Çalka Ö, Akdeniz N, Berktaş M.
      Revista Anfarmag nº112

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      Loja 1 (Matriz): Rua Prudente de Moraes, 917 – Centro – Piracicaba SP / CEP 13400-315

      Responsável Técnico: Helena de Fátima Baptistella De Nápoli – CRF SP 8438

      Autorização ANVISA: AFE nº 25351.201321/2002-41 – AE nº 25001.013346/85

      Certidão de Regularidade: CRF/SP nº 8438. Licença VISA Piracicaba nº 0938/2002

      CEVS nº 353870901-477-000085-1-6 AFE Autoriz/MS nº 0.09951.3 AE Autoriz/MS nº 1.34608.8

      Alvará de Licença MAPA nº 1415 2009

      CNPJ 50.764.604/0001-82

      Loja 2 (Filial): Avenida Rui Barbosa, 519 – Vila Rezende – Piracicaba SP / CEP 13405-217

      Responsável Técnico João Roberto Baptistella – CRF SP 1.13147-3

      Autorização ANVISA: AFE nº 25351.202644/2002-51 – AE nº 0.09951.3

      Certidão de Regularidade: CRF/SP nº 13147. Licença VISA Piracicaba nº 939/2002

      CEVS nº 353870901-477-000085-1-6 AFE Autoriz/MS nº 0.09951.3 AE Autoriz/MS nº 1.12772.6

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