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5 cuidados essenciais com a pele do bebê

5 cuidados essenciais com a pele do bebê

A pele do bebê costuma ser mais sensível quando comparada à pele dos adultos. Isso porque, nessa fase, o órgão costuma estar em desenvolvimento, sendo assim menos resistente e mais absorvente.

Esse processo de absorção exige produtos de higiene mais naturais e que possuam ativos que proporcionem mais saúde e bem-estar ao bebê. Pensando nisso, separamos algumas dicas que vão te ajudar a escolher os melhores produtos para os seus pequenos.

1. Cuidado com dermatites

A sensibilidade acontece porque a pele do bebê, como dito anteriormente, está em constante desenvolvimento. Essa peculiaridade pode fazer com que o órgão desenvolva dermatites com mais frequência. Para combater, tenha cuidados mais delicados e acompanhe periodicamente com o pediatra. 

2. Apenas 1 banho por dia

O importante no banho do bebê é a limpeza de áreas como o rosto, o pescoço, o bumbum e a região genital. As orelhas não devem receber água, as temperaturas não devem ser muito altas e os banhos devem ser diários e rápidos.

3. Escolha bem o sabonete

A higiene dos recém nascidos pode ser feita apenas com água, segundo a Organização Mundial da Saúde. Para os bebês, pode-se optar pela utilização de sabonetes, mas apenas os suaves, com pH neutro.

  1. Mantenha a pele bem hidratada

    A pele do bebê possui uma camada natural que o protege da desidratação. Mas fatores como baixa umidade, ar-condicionado e exposição ao sol podem reduzir essa hidratação natural. Para combater, vale escolher produtos suaves, que atendam às necessidades dos pequenos. Em caso de dúvida, consulte seu pediatra.

    5. Proteja do sol

    A pele dos bebês é mais sensível e os pequenos não devem usar proteção solar devido à alta absorção da pele nessa fase. Então, o que fazer? O mais importante é limitar o seu tempo de exposição à luz solar. Exponha-o ao sol de cinco a dez minutos no corpo todo, ou 30 minutos apenas nos braços e nas pernas. Além disso, o ideal é que fiquem expostos entre 7h e 10h da manhã ou após as 16h.

Caso precise desenvolver produtos manipulados para seus pequenos entre em contato com a Proderma. Será um prazer atendê-lo(a)!

Além disso, a Proderma desenvolveu uma linha pensada especialmente para peles sensíveis, assim como para o público que busca cosméticos com a menor quantidade de “química” possível.

Esta linha é a Proderma Green, que conta com os seguintes produtos:

– Condicionador Micelar Aloe Vera Proderma Green 120ml

– Creme desodorante lavanda sem alumínio Proderma Green 60g

– Creme hidratante com ação clareadora ProdermaGreen 30g

– Creme para hidratação corporal Proderma Green 120g

– Gel creme com flor de margarida (hidratante com ação clareadora) Proderma Green 30g

– Gel creme com flor de mimosa 30g

– Loção Tônica Capilar com Arnica, Alecrim e Jaborandi Proderma Green 140mL

– Óleo de Girassol com vitamina E Proderma Green 200ml

– Sérum Anti-frizz e Protetor Térmico Proderma Green 15mL

– Serum hidratante CBA Prodermagreen 30ml

– Shampoo Micelar Aloe Vera (Light Poo) Proderma Green 140ml

Leia também: O uso da papaína na cicatrização de feridas

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Magnésio: conheça esse importante mineral

Magnésio: conheça esse importante mineral

O Magnésio é um poderoso mineral essencial para nossas vidas. Esse mineral atua em mais de 300 enzimas e tem papel fundamental na síntese de proteínas, função muscular e nervosa, controle de glicose no sangue e regulação da pressão arterial.

O magnésio é necessário para a produção de energia, para o desenvolvimento estrutural do osso e também no nosso humor, pois está relacionado à formação de serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar.

Além disso, o magnésio está relacionado ao transporte de íons de cálcio e potássio através de membranas celulares. Esse processo é essencial para a condução de impulsos nervosos, controle do ritmo cardíaco e contração muscular.

Alguns alimentos como o abacate, nozes, amêndoas, peixes gordurosos, entre outros, são fonte desse rico mineral, mas apenas com a alimentação não conseguimos a quantidade necessária desse nutriente.

Então, temos a possibilidade de melhorar a nossa qualidade de vida com as diversas opções e variações para suplementar o magnésio.

A Proderma disponibiliza diversos deles, entenda suas diferenças e indicações:

Magnésio Dimalato: Magnésio é combinado com ácido málico e que participa do Ciclo de Krebs (metabolismo energético). Indicado principalmente nos casos de fadiga crônica e cansaço, pois se otimiza a produção de energia. Auxilia na redução do stress, da ansiedade e depressão. Também reduz a fadiga crônica e as dores musculares associadas à fibromialgia e osteoporose. Além disso, melhora a memória e reduz a insônia.

Magnésio L-Treonato:  A forma química Magnésio L-treonato é capaz de atravessar a camada hematoencefálica, tornando biodisponível o magnésio que irá penetrar nos neurônios, aumentando a densidade do tecido cerebral. O Magnésio Treonato melhora as funções cognitivas e a memória, melhora o aprendizado, também reduz a ansiedade e o estresse.

Magnesio quelato + vitamina B6: O bisglicinato de magnésio apresenta alto teor de magnésio e é uma das formas mais biodisponíveis, absorvíveis e seguras de Mg. Normalmente é indicado para indivíduos que precisam superar deficiências de magnésio na alimentação. Associado a vitamina B6, auxilia o sistema imunológico em casos de doenças crônicas ou convalescença de idosos.  Esta associação também é eficaz no tratamento da enxaqueca. A Vitamina B6 possui importante papel no transporte de Mg através da membrana celular. Sendo assim, a ingestão adequada de vitamina B6 faz-se necessária para a manutenção dos níveis intracelulares deste mineral.

Cloreto de magnésio: Possui excelente absorção e biodisponibilidade. Todavia, o Mg na forma de cloreto apresenta menor quantidade de magnésio elementar que outros suplementos. Quando ingerido em doses recomendadas, também é uma boa fonte de Mg.

Referência: Magnesium in the Central Nervous system.; Suplementação com magnésio na prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares -UFMG.

Insônia: Definição, diagnóstico e tratamento

Insônia: Definição, diagnóstico e tratamento

O que é?

A insônia é descrita como um transtorno do sono-vigília caracterizado pelo descontentamento do indivíduo com a quantidade ou a qualidade do sono, relatando dificuldades para adormecer, manter o sono ou o despertar precoce. Esta insatisfação com o sono pode  estar acompanhada de sofrimento e/ou prejuízos funcionais importantes, como cansaço, sonolência, dificuldades cognitivas e alterações do humor. 

 

Quem afeta?

Aproximadamente um terço da população adulta sofre de insônia e cerca de 10 a 15% revelam prejuízos funcionais decorrentes. Atinge com maior frequência as mulheres, e os idosos.

 

Quais são as causas da insônia?

A insônia normalmente se manifesta em pessoas que tendem a ter um grau de alerta elevado (hiperalerta). Outras possíveis causas da insônia são:

→ Estresse: preocupações com trabalho, saúde, finanças ou família podem manter sua mente ativa à noite, dificultando o sono. Eventos estressantes, como divórcio ou perda de emprego, também podem levar ao quadro.

→ Condições médicas: a insônia pode fazer parte dos sintomas de outros problemas de saúde, como apneia do sono, síndrome das pernas inquietas, dor crônica, depressão, entre outras.

 → Medicamentos: alguns medicamentos contêm cafeína e outros estimulantes que podem atrapalhar o sono.

→ Maus hábitos de sono: ter horários irregulares para dormir, fazer atividades estimulantes à noite e usar aparelhos eletrônicos antes de dormir podem interferir no seu ciclo de sono.

 

Como diagnosticar?

O diagnóstico pode ser feito de forma independente ou associado a outra condição clínica. Em ambas as situações, nota-se uma influência mútua: pacientes com comorbidades apresentam maior risco para o desenvolvimento da insônia e o transtorno de insônia parece aumentar o risco de outras patologias.

Para diagnosticar a insônia, o médico vai avaliar as queixas da pessoa, histórico e hábitos de vida para identificar fatores que possam ter desencadeado o quadro. O exame do sono, chamado polissonografia, ajuda a identificar outros possíveis distúrbios que precisam de tratamento.

 

Opções de tratamento

A abordagem terapêutica da insônia pode ser medicamentosa ou não, cabendo ao profissional de saúde qual alternativa utilizar primeiro (ou em conjunto). Quando necessário, o uso de medicamentos deve ser realizado de forma a respeitar as individualidades do paciente e características específicas de cada situação.

As classes farmacológicas utilizadas no manejo da insônia podem ser:

–   Antidepressivos sedativos;

–   Agonistas seletivos de receptores benzodiazepínicos;

–   Benzodiazepínicos (diazepam, alprazolam, midazolam, etc);

–   Antipsicóticos;

–   Agonistas melatoninérgicos e melatonina;

–   Fármacos antiepilépticos;

–   Antihistamínicos;

–   Fitoterápicos;

–   Antagonista hipocretinérgico.

 

Reforçamos que o profissional de saúde sempre deverá considerar os riscos versus benefícios do uso de benzodiazepínicos no manejo da insônia, considerando os aspectos referentes aos efeitos adversos e tempo de duração do farmacoterapia.

O uso prolongado de benzodiazepínicos, por exemplo, está associado a efeitos colaterais que afetam a qualidade de vida de seus usuários. Em idosos, benzodiazepínicos estão relacionados ao aumento do risco de quedas, prejuízos à coordenação motora e déficits cognitivos.

Vivências clínicas no âmbito da APS mostram que os benzodiazepínicos são bastante utilizados dentro do contexto da abordagem da insônia, sendo relevante o número de pacientes em uso crônico de benzodiazepínicos, a despeito dos riscos descritos e recomendações de que seu uso deve ser restringido a um curto período de tempo.

 

Higiene do sono e seus benefícios

Uma das formas de abordagem não medicamentosa é o ajuste em hábitos e rotinas. A higiene do sono, por exemplo, é um conjunto de hábitos que pode ajudar qualquer pessoa a dormir melhor. Ajustes simples na sua rotina, especialmente à noite, podem afastar a insônia e melhorar drasticamente a qualidade do sono.

Boas práticas de higiene do sono incluem:

– Estabeleça uma rotina de sono: procure deitar e levantar sempre em um mesmo horário, todos os dias. Isso é importante, pois fará com que o seu corpo crie uma rotina.

– Evite aparelhos eletrônicos antes de dormir, pois a luz emitida por eles dificulta a produção de melatonina, hormônio que ajuda nosso organismo a se preparar para dormir. 

– Evite nicotina, cafeína e álcool: se for consumir estas substâncias, faça-o até seis horas antes de dormir.

– Pratique exercícios de manhã ou à tarde: exercitar-se de 20 a 30 minutos por dia fará com que você gaste energia e, consequentemente, o seu corpo precisará descansar à noite. É recomendável que o exercício seja feito de cinco a seis horas antes de ir para a cama. 

– Crie um ambiente adequado: cuide da temperatura, controle o barulho e evite distrações.

– Relaxe antes de dormir: óleos essenciais, banhos quentes, leituras agradáveis, ouvir músicas calmas e o consumos de chás quentes podem ser muito úteis na hora de dormir.

Se a insônia persistir  por mais de duas semanas, o recomendável é consultar um médico especialista em sono, pois o problema pode se tornar crônico.

A Proderma conta com uma variada gama de produtos que podem te auxiliar no controle da insônia, como a Melatonina (3mg e 5mg), Benzodiazepínicos fitoterápicos naturais, chás calmantes, óleos essenciais, homeopatias, florais, e muito mais.

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Leia também: Dossiê Melatonina

O uso da papaína na cicatrização de feridas

O uso da papaína na cicatrização de feridas

Diversas tecnologias para o tratamento de feridas são lançadas no mercado, e um desses produtos é a papaína, proveniente do látex do mamoeiro Carica papaya, encontrado comumente no Brasil.

O que é a papaína e qual sua função?

Trata-se de uma mistura complexa de enzimas proteolíticas e peroxidases, que causam a quebra das proteínas da pele desvitalizada e da necrose (que retardam o processo de cicatrização), sem alterar o tecido sadio.

Essa ação seletiva se deve a uma substância presente somente no tecido saudável que inativa as enzimas e peroxidases, impedindo sua degradação.

Outros benefícios da papaína

Além de ser usada como desbridante (que remove tecidos desvitalizado), a papaína possui ação anti-inflamatória, atuando na contração e junção das bordas de feridas, podendo ser usada em  diversas fases da cicatrização, com diferentes concentrações de acordo com o estado da ferida. 

Outro efeito da papaína é seu poder de reduzir o pH do leito da ferida, estimulando a produção de substâncias que promovem a reprodução celular e tornam o meio desfavorável ao crescimento de microrganismos patogênicos, causadores de inflamações e doenças.

Estudos sobre o uso da papaína

Embora a papaína seja utilizada no Brasil desde 1983, ainda existem opiniões diversas quanto às indicações de seu uso.

Por isso, foi realizada uma revisão sistemática de diversos artigos publicados entre 1987 e 2010, constatando a efetividade da papaína como desbridante e estimulante do processo de cicatrização de feridas.

Indicações de uso

Quanto às indicações, identifica-se que a papaína foi utilizada em feridas de diversas origens,  nas diferentes fases do processo de cicatrização e em pacientes de diferentes faixas etárias, como recém-nascidos, adultos e idosos.

Alguns dos tipos de feridas tratadas pela papaína foram:

– Úlceras por pressão/decúbito (frequente em pacientes acamados);

– Úlceras diabéticas;

– Úlceras venosas;

– Úlceras plantares e por hanseníase;

– Deiscências de suturas;

– Lesões por extravasamento de potássio e quimioterápicos; 

– Síndrome de Fournier e Piomiosite Tropical).

As formas de apresentação da papaína utilizadas ao longo dos anos evoluíram,  partindo da polpa do mamão verde em seus primeiros relatos, para as formas de pó, gel, cremes associados à uréia (com ou sem clorofila), e spray.

Segundo a revisão literária consultada, portanto, a papaína é considerada um recurso terapêutico valioso e seguro ao paciente, apesar de alguns relatos de dor e ardência.

Entre em contato com a Proderma e saiba se o uso da papaína é adequado ao seu caso. Será um prazer atendê-lo(a)!


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Referências

  1. https://doi.org/10.1590/S1983-14472012000300026, acesso em 12/07/21.
Diminuição da libido

Diminuição da libido

A diminuição da libido é uma redução no desejo sexual, e afeta milhares de homens e mulheres no mundo todo.

Quais são as causas?

Fatores psicológicos, medicamentosos, comorbidades como doença renal crônica, estresse, consumo excessivo de álcool, flutuações hormonais (menopausa, gestação) e diversas outras situações podem ser responsáveis pela queda na libido.

Ocasionalmente, a libido baixa pode ser um problema ao longo da vida resultante de experiências sexuais traumáticas na infância ou de supressão de pensamentos sexuais aprendida.

Se fatores que limitam a confiança, o respeito, a atração e a intimidade emocional entre os parceiros forem as causas do distúrbio, o casal deve ser aconselhado sobre a intimidade emocional ser uma necessidade normal para que haja resposta sexual, e que isso precisa ser desenvolvido com ou sem ajuda profissional.

A educação sobre o estímulo suficiente e apropriado pode ajudar, sendo, as vezes, necessário lembrar ao parceiro de suas necessidades. As recomendações de estímulos eróticos mais intensos e fantasias podem ajudar a eliminar as distrações; sugestões práticas para aumentar a privacidade e a noção de segurança podem ser úteis, quando o medo de descoberta, gestação ou DST inibirem a excitação.

Diagnóstico e tratamento

Dependendo da causa, é possível que o médico sugira aconselhamento psicológico, adequações medicamentosas ou recomende terapia de suplementação hormonal.

Um exame de sangue consegue medir a concentração de testosterona e estrogênio no sangue. O diagnóstico de baixa concentração hormonal baseia-se tanto na descrição do paciente de seus sintomas quanto no resultado do exame laboratorial.

Se a causa for psicológica, várias terapias psicológicas, incluindo terapias comportamentais, podem ajudar. O aconselhamento pode ajudar os casais a resolverem problemas de relacionamento. Os homens também devem entender o papel do estresse e seu impacto sobre a função física.

Suplementação com fitoterápicos

Após excluir problemas fisiológicos, vale a pena considerar o uso de plantas medicinais para melhorar o apetite sexual em homens e mulheres.

Mas como aumentar a libido com os fitoterápicos? Eles facilitam a excitação, já que preparam o corpo para esse processo. Vamos falar de quatro ervas que funcionam como alternativas para impulsionar a vida sexual: Cistanche tubulosa, Tribulus Terrestris, Catuaba, Maca peruana, Ginseng Siberiano e Ginkgo Biloba.

– Cistanche tubulosa tem sido tradicionalmente usada como tonificante no tratamento de infertilidade e aumento da libido na medicina tradicional chinesa.

– Catuaba (Anemopaegma mirandum): Estimulante, capaz de ajudar da vasodilatação da artéria peniana. Conhecida como afrodisíaca, também utilizada para melhorar impotência sexual e libido.

– Tribulus (Tribulus terrestris): age na regulação da testosterona. Também ajuda a modular a dopamina, substância responsável pela sensação de prazer. Estudos indicam que baixos níveis de dopamina estão diretamente relacionados a uma baixa libido.

– Maca peruana (Lepidium meyenii): atua no hipotálamo, melhorando a sensibilidade hormonal. Tem resposta interessante principalmente em mulheres. É uma boa planta para utilizar durante a menopausa com queixa de diminuição da libido.

– Ginseng (Panax ginseng): libera óxido nítrico (NO), funcionando como vasodilatador e melhorando a qualidade da ereção e também auxilia no aumento da lubrificação vaginal.

– Ginkgo Biloba: O Ginkgo biloba parece aumentar a libido através do equilíbrio hormonal que provoca, e do aumento da circulação sanguínea para a região genital, o que acaba ajudando homens com disfunção eréctil, por exemplo.

No entanto, é preciso ressaltar que, mesmo no caso dos fitoterápicos, a automedicação é perigosa!

Na Proderma, além destes fitoterápicos e preparações hormonais transdérmicas, você encontra velas para massagem, essências, óleos essenciais e diversas outras opções para te auxiliar em uma vida sexual mais ativa.

Entre em contato para saber como podemos te ajudar!

Ômega 3 x IFOS: A importância de um selo Internacional de Qualidade

Ômega 3 x IFOS: A importância de um selo Internacional de Qualidade

No mês passado apresentamos um artigo explicando os diversos benefícios sobre o óleo de peixe e o ômega-3 para a sua saúde.

Você sabia que existem certificações para garantir a qualidade e pureza dos óleos de peixe? Acompanhe e descubra sobre o IFOS, a certificação que é referência mundial na qualidade de ômega-3.

 O que é?

 Lançado em 2004, o IFOS (Padrões Internacionais de Óleos de Peixe, em inglês) é a certificação mais antiga e conhecida da Nutrasource, uma organização canadense de pesquisa que ajuda empresas de produtos de saúde a lançá-los no mercado com confiança e segurança. IFOS atualmente é referência mundial no controle de qualidade do Ômega-3.

A quem se aplica?

 Produtos que contêm EPA e DHA e cumprem as normas de segurança para contaminantes ambientais definidos pelo Council for Responsible Nutrition (CRN)/The Global Organization for EPA and DHA Omega-3 (Goed) e pela Organização Mundial de Saúde (OMS), são elegíveis para inclusão no programa.

O que avalia?

O Programa IFOS testa os seguintes compostos do óleo de peixe:

– Dioxinas, furanos e PCB;

– Ácidos graxos essenciais e oxidação (peróxido, anisidina, oxidação total);

– Metais pesados como Mercúrio, Cádmio, Chumbo, Arsênico;

– Índice de acidez.

Os óleos de peixe certificados pelo IFOS são testados analiticamente, de acordo com os padrões para:

  • Conteúdo do ingrediente ativo: O produto contém a quantidade e os tipos específicos de Ômega-3 que o rótulo indica que deveria?
  • Contaminantes: O produto contém níveis inseguros de produtos químicos prejudiciais?
  • Estabilidade: O produto é o mais fresco possível ou está oxidado?

 

Por que essa certificação é interessante?

Os óleos de peixe, dependendo de fatores ambientais, alimentação e até localização geográfica, podem conter metais pesados e outras substâncias nocivas à nossa saúde; estas, quando ingeridas frequentemente, podem comprometer o nosso organismo, causando problemas respiratórios, cardiovasculares, reprodutivos e até o sistema nervoso.

É claro que isso não significa que, ao consumir um óleo de peixe sem a certificação, você estará necessariamente ingerindo essas substâncias. Existem diversos óleos de peixe no mercado de ótima procedência mas que não contam com a certificação. O mais importante é que você obtenha seu suplemento de ômega-3 de farmácias confiáveis, que por sua vez obtêm suas matérias-primas de fornecedores idôneos.

O teste analítico (como o exigido para a obtenção do selo IFOS), portanto, é a única maneira realmente segura de garantir que os óleos de peixe atendam a limites seguros dessas substâncias, garantindo que o consumidor final possa consumi-los em segurança.

Vale destacar: os critérios de aprovação e certificação do óleo de peixe estão diretamente relacionados à alta concentração de EPA e DHA por cápsula, conforme as normas de segurança para contaminantes ambientais e avaliação dos níveis de oxidação do componente. Quanto mais concentrado em EPA e DHA for o óleo de peixe, menos cápsulas serão necessárias por dia, o que facilita o tratamento.

Aqui na Proderma você encontra, dentre diversas outras opções de óleo de peixe, o Bio Ômega 3, que contém o selo IFOS, assegurando que você está consumindo um produto de alta qualidade, de excelente procedência e desenvolvido de acordo com as exigências da legislação e dos órgãos regulamentadores.

Entre em contato e saiba mais!