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      Saiba como cuidar da pele durante o inverno.

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      Aquela pele bonita e saudável é o sonho de muita gente né?!

      Tanto que as rotinas de SkinCare viraram moda e hoje a maioria das pessoas entende a importância de dar uma atenção especial para a pele, principalmente durante o inverno, quando os ventos gelados e a falta de umidade a danificam bastante.
      Mas calma, não é tão difícil conquistar a pele dos sonhos. Cuidar da sua pele demanda tempo e cuidados específicos. Em primeiro lugar, sugerimos que você visite um dermatologista para que ele possa indicar os melhores produtos para o seu tipo de pele antes de você começar sua rotina. Feito isso, siga algumas dicas essenciais que podem ser utilizadas a partir de agora para deixar sua pele ainda mais bonita e saudável:

      HIDRATAÇÃO SEMPRE

      A desidratação dérmica faz com que a pele fique muito seca, perdendo seu aspecto saudável e sua textura acetinada. A perda de água cutânea ocasiona também o aparecimento de rachaduras e de manchas esbranquiçadas sobre a pele. Esses sinais vêm, muitas vezes,
      acompanhados de prurido e outros desconfortos.
      Cremes hidratantes muitas vezes atuam mais do que como simples cosméticos. Por diversas vezes exercerem efeito terapêutico, é importante saber qual o mais indicado para a sua pele.
      É importante salientar que pessoas com peles oleosas também devem fazer uso de hidratantes, sempre tomando um cuidado maior com o tipo de produto escolhido para que ele não acabe lhe causando problemas, como a acne, por exemplo.

      PROTETOR SOLAR MESMO EM DIAS NUBLADOS

      O protetor solar é imprescindível durante todos os dias do ano, independente do clima. Durante dias nublados ou chuvosos ainda existe a incidência de raios UV, que causam manchas e envelhecimento precoce da pele. Por isso, é importantíssimo usar protetor solar todos os dias, mesmo que você passe a maior parte do dia em um local fechado.Lembre-se: Ele deve ser reaplicado no decorrer do dia.

      BEBA MUITA ÁGUA

      Durante o inverno, involuntariamente acabamos diminuindo a quantidade de água ingerida, afetando diretamente não só a saúde da nossa pele como também nossa saúde no geral. É importante beber, todos os dias, no mínimo 2 litros de água (a não ser que você tenha alguma doença circulatória). Esse hábito fará toda a diferença na estética e saúde de sua pele, tornando-a, mais resistente e com viço.

      EVITE BANHOS QUENTES

      Sabemos que é difícil não deixar a água do chuveiro um pouco mais quente que o normal durante o inverno, mas pela saúde da sua pele é melhor, ou então, diminuir o tempo dos banhos.
      A água quente danifica a pele, prejudicando sua hidratação e deixando-a com um aspecto ressecado. No caso de pessoas que já possuem uma pele mais seca ou doenças como diabetes, problemas vasculares e de tireoide, esse problema se agrava ainda mais.

      CUIDADO COM AS ESPONJAS

      A água quente já agride naturalmente a pele, então quando usamos esponjas com textura muito áspera, esfoliamos a cútis e removemos as células que ajudam na proteção, intensificando os danos causados. Opte por sabonetes suaves, evitando produtos com ação demasiadamente esfoliante.

      Com dicas simples já é possível fazer uma grande diferença no aspecto e na saúde de sua pele.Para um tratamento mais intenso, consulte um dermatologista e procure manipular sua receita.A Proderma conta com especialistas que garantem uma altíssima qualidade para o seu produto, melhorando seus resultados finais.

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      Coronavírus

      Coronavírus

      Antes de falarmos sobre Coronavírus, vamos entender como os vírus agem no nosso organismo?

      Vírus são microscópicas cápsulas proteicas que envolvem material genético em forma de DNA (adenovírus) e/ou RNA (retrovírus). Quando transmitidos por insetos (p.ex.: febre amarela, dengue e zika) são considerados Arbovírus. Essas partículas têm a capacidade de infectar células, alterando todo o mecanismo bioquímico e fisiológico de um organismo. Os vírus são inertes, ou seja, não são constituídos por células (acelulares) e, por isso, não conseguem se multiplicar e nem sobreviver se não houver um organismo hospedeiro que forneça os nutrientes necessários para sua atividade metabólica. Em vista disso, há na comunidade científica um grande debate sobre se os vírus devem ou não ser considerados seres vivos.

      Quando os ligantes proteicos do vírus reconhecem e se aderem aos receptores de células humanas específicas, a carga genética viral é injetada no interior das células hospedeiras. É a partir desse mecanismo que a célula infectada, ao confundir e reconhecer o material genético invasor como sendo o seu, interrompe a síntese de suas próprias proteínas e favorece a duplicação e tradução da molécula genética viral. Após esse processo, as células hospedeiras têm suas funções reprogramadas pelas sinalizações biológicas virais fazendo com que os vírus dominem a nossa maquinaria celular usando-a em benefício tanto de sua multiplicação quanto da manifestação clínica de seus efeitos infecciosos.

      As fases da infecção viral são divididas em: infecção – corresponde ao conflito entre os mecanismos de defesa do hospedeiro e a capacidade de agressão do microrganismo; período de incubação – é o período compreendido entre o início da infecção e o momento em que os primeiros sintomas se tornam aparente; período prodrómico – período em que o indivíduo apresenta sintomas clínicos generalizados da doença e período de transmissão – quando o indivíduo infectado permanece excretando e transmitindo o vírus, respectivamente.

      O Coronavírus recebe esse nome visto que seu envelope (cápsula) viral apresenta ligantes proteicos em forma de espinhos, conferindo à partícula uma estrutura que lembra uma coroa. Há diferentes tipos de Coronavírus que podem causar doenças respiratórias e/ou gastrointestinais. A diferença entre eles pode ser explicada pelo genoma diversificado que apresentam: seja por mutações adquiridas para sobrevivência, seja por alterações de bases nucleotídicas devido à promiscuidade genética que manifestam por meio de várias inserções em células hospedeiras. Alguns Coronavírus causam doenças mais graves tais como Severe Acute Respiratory Syndrome Coronavírus (SARS-CoV) – primeiramente identificada na China em 2003 – e Middle East Respiratory Syndrome Coronavírus (MERS-CoV) identificada pela primeira vez na Arábia Saudita em 2012. O novo Coronavírus (2019-nCoV ou SARS-CoV-2) que causa a Coronavírus Disease (COVID-19) identificada em 31/12/2019 na China foi descoberto em um grupo de pessoas acometidas por pneumonia e associado ao consumo e ao contato com frutos do mar e animais vivos expostos nos mercados da cidade de Wuhan. A doença se alastrou por todos os continentes devido ao contágio rápido e silencioso que todos os vírus apresentam.

      O Coronavírus circula no ambiente de vários animais podendo ‘migrar’ para os humanos (spillover) devido a mutações genéticas no próprio vírus ou ainda pelo contato entre humanos e animais. A transmissão entre seres humanos ocorre por meio da inalação de gotículas liberadas pela tosse e/ou espirro de uma pessoa infectada. O período médio de incubação do Coronavírus é de 5 dias podendo chegar a 14 dias. Os sintomas do Coronavírus podem ser moderados ou severos e se manifestam por meio de febre, dor de cabeça, tosse seca, falta de ar, pneumonia e falência renal. O diagnóstico é feito por meio de PCR (Polymerase Chain Reaction) que identifica a ‘impressão digital’ genética do vírus. Ainda não há tratamento específico para essa doença e os pesquisadores do mundo todo estão trabalhando no desenvolvimento da vacina para Coronavírus.

      A prevenção se dá pelas medidas padrões de higiene e distribuição geográfica limitada, tais como:

      • Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool.
      • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
      • Evitar contato próximo com pessoas doentes.
      • Ficar em casa quando estiver doente.
      • Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo.
      • Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

       

      Os benefícios da suplementação com a Coenzima Q10

      Os benefícios da suplementação com a Coenzima Q10

      Longe de ser apenas uma molécula antioxidante, a Coenzima Q10 está presente em todo o nosso organismo, participando também da produção de energia (ATP) em nossas células.

      Por ser essencial nesse processo, órgãos com maior demanda energética (como o coração, o cérebro, rins e fígado), apresentam maiores concentrações de Coenzima Q10.

      Sabe-se que o envelhecimento, maus hábitos alimentares, estresse e infecções afetam nosso estoque dessa molécula.

      Portanto, sua suplementação pode ser muito útil para evitar as diversas disfunções metabólicas trazidas por sua deficiência.

      Vários estudos demonstram que a suplementação com a Coenzima Q10 traz diversos benefícios, como:

      • Antioxidante potente
      • Melhora a qualidade de vida na melhor idade
      • Coadjuvante em doenças
      • Melhora o índice glicêmico
      • Neuroprotetor
      • Reduz o risco de lesão muscular em atletas

      A Coenzima Q10 é melhor absorvida na presença de alimentos ricos em lipídeos. Depois de absorvida, a CoQ10 é transportada ao fígado onde é incorporada dentro de lipoproteínas e concentrada nos tecidos.

      A concentração de CoQ10 nos tecidos humanos atinge seu pico aos 20 anos, diminuindo com a idade, o que aumenta a necessidade de sua suplementação, já que a falta de CoQ10 pode causar danos no cérebro, em outros órgãos e mitocôndrias no organismo (LINNANE, 1998; BLIZNAKOV, 1999).

      Comprovação de eficácia

      1. Doenças mitocondriais

      Um estudo publicado por Berbel-Garcia (2004) mostrou que a CoQ10 pode ser um suplemento eficaz na melhora da qualidade de vida em casos doenças mitocondriais.

      1. Mal de Parkinson

      Alguns estudos preliminares começaram a sugerir que, em estágios iniciais da doença, a ingestão diária de determinadas doses de CoQ10 pode ajudar a retardar o processo degenerativo.

      No final de um dos estudos, em 2002, grupos aos quais eram ministrados 1200mg diárias de CoQ apresentavam melhora na função mental, motora e na capacidade de realizar atividades cotidianas (como se vestir e se alimentar)

      44% maior em comparação ao grupo tratado com placebo (PALAN PR, 2010).

      Estudos preliminares sugeriram um retardo na progressão da doença como nos casos de Parkinson. Contudo, os experimentos ainda estão em progresso (http://huntingtonstudygroup.org/about-clinical-trials/).

      1. Infarto Agudo do Miocárdio

      A utilização da CoQ10 como suplemento para pacientes que sofreram um ataque cardíaco mostrou uma diminuição dos casos de outros problemas relacionados, angina, arritmia e até mesmo outros infartos subsequentes comparando-se com pacientes que tomaram placebo em vez de CoQ10 após sofrerem o ataque (LODI RT, 2000; SING RB, 1998).

      1. Hipertensão

      A suplementação com CoQ10 pode se mostrar promissor no tratamento da hipertensão. Alguns estudos já realizados, a administração da CoQ10 conseguiu melhorar a condição de alguns voluntários em comparação aos que tomaram apenas placebo (SING RB, 1999; BURKE BE, 2001).

      1. Lesão muscular em atletas de alto desempenho

      Um estudo avaliou a redução da lesão muscular em atletas de elite japoneses com a suplementação de Coenzima Q10. Durante o tratamento, os atletas praticavam Kendo por 5,5 horas/dia. Amostras de sangue foram retiradas duas semanas antes, nos dias de treinamento, 1, 3 e 5 semanas após o treino.

      Os parâmetros de injuria muscular foram estabelecidos com base na concentração plasmática da enzima creatina quinase e de mioglobina.

      Os resultados mostraram:

      • Atividade da creatina quinase e concentração plasmática mioglobina aumentaram significativamente em ambos os grupos nos dias 3 e 5;
      • A concentração plasmática de creatina quinase e mioglobina e a peroxidação lipídica no dia 3 de tratamento foi menor no grupo Coenzima Q10.

      A suplementação com Coenzima Q10 300mg, uma vez ao dia, reduz o risco de lesão muscular induzida por exercícios físicos em atletas treinados. Segundo os pesquisadores, a administração aguda de CoQ10 em jovens saudáveis modifica o metabolismo energético mitocondrial e os estímulos do sistema nervoso autônomo após a realização de exercícios físicos correlacionando a eficácia ergogênica desta suplementação (ZHENG A, 2008).

      Outro estudo pré-clínico avaliou os efeitos da suplementação com CoQ10 na injúria muscular e no estresse oxidativo induzidos por exercícios físicos exaustivos (SOHAL RS, 2007).

      Os resultados mostram que a suplementação com CoQ10 reduz a injúria muscular em atletas submetidos a esforço físico exaustivo. A CoQ10 reduz a concentração plasmática de creatina quinase, enzima indicadora de estresse muscular.

      A eficiência da suplementação com CoQ10 na prevenção do dano muscular causado por exercícios físicos e treinamento esportivo está relacionada com os seguintes fatores:

      • Potente ação antioxidante;
      • Propriedades estabilizadoras da membrana;
      • Atua na síntese de ATP nas mitocôndrias;
      • Estimula a captação de oxigênio no músculo esquelético;
      • Reduz o risco de lesão muscular em atletas.

        Referências bibliográficas

        Aberg,F.et al. Archives of Biochemistry and Biophysics. 1992; 295:230-234.
        Berbel-Garcia A, et.al. Coenzyme Q10 improves lactic acidosis, strokelike episodes, and epilepsy in a patient with
        MELAS. Clinical Neuropharmacology. 2004; 27:187-191.
        Bliznakov E. Aging, mitochondria, and coenzyme Q10: The neglected relationship. Biochimie, 1999; 81:1131-1132.
        Burke BE, Neuenschwander R, Olson RD. Randomized, double-blind, placebo-controlled trial of coenzyme Q10 in
        isolated systolic hypertension. South Med J. 2001; 94:1112-1117.
        http://huntingtonstudygroup.org/about-clinical-trials/ – último acesso em 16/05/2017.
        Linnane AW, Kovalenko S, Gingold EB. The university of bioenergetics disease: age associated cellular bioenergetics
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        Okamoto T. et al. Interna.J.Vit.Nutr.Res. 1989; 59:288-292.
        Palan PR, Strubde F, Letko J, Sadikovic A Mikhail MS. Effects of oral, vaginal and transdermal hormonal
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        Palan PR, Strube F, Letko J, Sadikovic A, Mikhail MS. Effects of Oral, Vaginal, and Transdermal hormonal
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        Schults CW, Oakes D, Kieburtz K, Beal F, Haas R, Plumb S, Juncos JL, Nutt J, et.al. Effects of coenzyme Q10 in early
        Parkinson disease: evidence of slowing of the functional decline.
        Shindo Y, Witt E, Han D, Epstein W, and Packer L. Enzymic and nonenzymic antioxidants in epidermis and dermis of
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        Singh RB, Niaz MA, Rastogi SS, et al. Effect of hydrosoluble coenzyme Q10 on blood pressures and insulin resistance
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        Sohal RS, Forster MJ. Coenzyme Q, oxidative stress and aging. Mitochondrion. 2007 Suppl: S103-11 Epub 2007 Mar
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        Storck A, Jost WH, Vieregge P, Spiegel J, Greulich W, Durner J, Muller T, Kupsch A, Henningsen H, Oertel WH, Fuchs
        G, Kuhn W, Niklowitz P, Koch R, Herting B, Reichmann H, German. Coenzyme Q(10) study group. Randomized,
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        The NINDS NET-PD Investigators. A randomized clinical trial of coenzyme Q10 and GPI-1485 in early Parkinson
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        Zheng A, Moritani T. Influence of CoQ10 on autonomic nervous activity and energy metabolism during exercise in
        healthy subjects. J Nutr Sci Vitaminol. 2008, 54(4): 286-90.

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      Afinal, precisamos de mais Iodo?

      Afinal, precisamos de mais Iodo?

      O Iodo é um mineral essencial para o crescimento e desenvolvimento do corpo humano, e sua principal função no organismo é a síntese dos hormônios tireoidianos.

      Lugol (ou solução de Lugol) é um composto formado por Iodo metaloide (I2) e Iodeto de Potássio em água destilada. É indicado para situações específicas, como:

      (1) cobrir deficiências de Iodo;

      (2) para a situação de tempestade tireoidiana, um quadro de hipertireoidismo bastante grave e que requer hospitalização.

      O uso prolongado de Lugol pode provocar danos para a tireoide, provocando e/ou piorando uma disfunção tireoidiana (hipo ou hipertireoidismo).

      A Lei nº 6.150 de 1974 determina a obrigatoriedade para a iodação de todo o sal para consumo humano e animal produzido no Brasil. Segundo a lei, cada kg de sal deveria conter de 10 a 30 mg de Iodo metaloide.

      Após discussões a respeito da possível carência de Iodo na alimentação do brasileiro, em março de 1999, através da Portaria No 218, o Ministério da Saúde estabeleceu que somente seria considerado próprio para consumo humano o sal que contivesse teor igual ou superior a 40 miligramas até o limite de 100 miligramas de Iodo, por quilograma de produto.

      Mais recentemente, uma norma da ANVISA readequou os níveis para 15 a 45 mg/kg de sal, uma vez que estudos nacionais indicavam que a população brasileira estaria ingerindo, na maioria das vezes, uma quantidade excessiva de Iodo.

      A quantidade necessária de ingestão de Iodo é de pelo menos 150 ug por dia, sendo menor para crianças abaixo de 12 anos e lactentes. Em uma alimentação com quantidade normal (na faixa de 6 gramas/dia) de sódio, a quantidade de Iodo ofertada ao organismo é na ordem de 200 a 500ug por dia. 

      Dados do Ministério da Saúde indicam que o brasileiro consome em média 9,6 gramas de sal diariamente, podendo, no total, chegar a 12 gramas (quando levados em consideração alimentos processados e consumidos fora de casa).

      Considerando que o brasileiro já adquire a quantidade necessária de Iodo através do sal e outros alimentos, a administração de Lugol pode vir a provocar um excesso de Iodo no organismo.

      Cada gota de Lugol tem 6 mg de Iodo, o que representa mais de 10 vezes a quantidade recomendável por dia de Iodo para qualquer população.

      Efeitos adversos do excesso de Iodo no organismo

      O excesso de Iodo pode provocar:

      • Hipotireoidismo – o excesso de Iodo pode desencadear doença autoimune contra a tireóide, bem como bloquear a formação e liberação dos hormônios da tireóide (T4 e T3).
      • Hipertireoidismo – o excesso de Iodo a longo prazo também pode aumentar a produção do hormônio tireoideano e provocar hipertireoidismo, especialmente naqueles que têm doença tireoideana subjacente (como bócio multinodular por exemplo). Esse efeito é conhecido como efeito de Jod-Basedow.
      • Câncer de tireóide – populações com consumo excessivo de Iodo apresentam maior risco para desenvolver um subtipo de câncer de tireóide, chamado de carcinoma papilífero. O carcinoma papilífero de tireóide é o tipo de câncer de tireóide mais comum no mundo e no Brasil.

      Fernando M. Sebastianes

      CRM 108260

      Médico endocrinologista, com doutorado pela USP.

      Docente na Faculdade de Medicina da Univ. Anhembi Morumbi- Piracicaba

      Fontes:

      http://www.thyroidmanager.org/

      http://portalsaude.saude.gov.br/

      Rossi A C, Tomimori E, Camargo R, Medeiros-Neto G. Searching for iodine deficiency in schoolchildren from Brasil: the THYROMOBIL project Thyroid 2001;11(7):659-61

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      Por que não devemos usar hormônios tireoidianos sem prescrição médica?

      Por que não devemos usar hormônios tireoidianos sem prescrição médica?

      Os hormônios da tireoide, incluindo a triiodotironina (T3) e a tetraiodotironina (T4), são reconhecidos como hormônios metabólicos fundamentais do corpo.

      Os hormônios da tireoide são essenciais para a maturação e função do sistema nervoso central (SNC) de mamíferos. Sua deficiência, portanto, quando presente durante um período crítico do desenvolvimento, afeta profundamente a função cognitiva.

      A concentração sérica dos mesmos é controlada pelo TRH, somatostatina e TSH, os quais determinam a taxa de biossíntese e secreção hormonal, bem como por desiodases (principalmente a do tipo I), enzimas que geram, nos tecidos periféricos, aproximadamente 75% do T3 presente no soro, a partir do T4 circulante; as desiodases do tipo II, por outro lado, geram T3 principalmente para os tecidos nos quais são expressas.

      Os efeitos biológicos dos hormônios tiroidianos são desencadeados por meio da sua interação com receptores nucleares que se apresentam em regiões específicas do DNA, o que determina a ativação ou inibição de seus genes-alvo e o controle da síntese de proteínas específicas.

      Outras ações dos hormônios tiroidianos são rapidamente desencadeadas (segundos/minutos), o que sugere o envolvimento de mecanismos não genômicos nos efeitos observados.

      A suplementação desses hormônios, entretanto, deve ser sempre acompanhada de orientação médica, para evitar possíveis danos à saúde.

      Para elucidar o tema, a Proderma realizou uma entrevista com o Dr. Fernando M. Sebastianes, médico endocrinologista com doutorado pela USP e docente na Faculdade de Medicina da Univ. Anhembi Morumbi – Piracicaba.

      Boa leitura!

      POR QUE NÃO USAR HORMÔNIOS TIREOIDIANOS SEM PRESCRIÇÃO MÉDICA?

      Hormônios tireoidianos são indicados para o tratamento de hipotireoidismo, doença causada pela deficiência desses hormônios.

      O uso desses hormônios por pessoas com funcionamento normal da tireoide pode desencadear palpitações, taquicardia, arritmias, agitação, ansiedade, insônia, tremores, perda de massa muscular, fraqueza, queda de cabelos, unhas enfraquecidas e perda de massa óssea.

      Por isso, o uso dessas medicações deve ser criterioso e indicado e acompanhado por um profissional habilitado.

      Fonte:

      http://www.thyroidmanager.org/

      http://portalsaude.saude.gov.br/

       

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      O texto acima foi elaborado com base em estudos científicos, porém salientamos que o conteúdo é apenas de caráter informativo. Em caso de dúvidas, consultar um profissional habilitado (seu médico ou nutricionista) ou os farmacêuticos Proderma. Envie um email para farmaceuticoresponde@farmaciaproderma.com.br ou entre em contato com as nossas lojas pelos telefones (19) 3447-7000 e 3421-2112.

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      Composto ayurvédico para gerenciamento de peso

      Composto ayurvédico para gerenciamento de peso

      Curcuma longa, Moringa oleifera e Murraya koenigii

                  O sobrepeso incomoda, e muito, todas as pessoas que sofrem com disfunções metabólicas, desordens alimentares e distúrbios psicológicos que causem descontrole na ingestão de alimentos.

                  Além disso, com o avanço da idade e o declínio hormonal, nosso metabolismo regride progressivamente, e manter nosso corpo em forma pode ser uma tarefa desafiadora para muitos.

                  Assim, a suplementação com ativos que facilitem a perda de massa gorda, juntamente com uma alimentação balanceada e exercícios físicos regulares se tornam essenciais para o sucesso no controle de peso.

                 Saiba um pouco mais sobre os ativos de nosso composto:

      Curcuma longa: Ação anti-inflamatória, hepatoprotetora e imunomoduladora

      Nome científico: Curcuma longa L.

      Família: Zingiberaceae.

       Moringa oleifera: Atividade hepatoprotetora, analgésica, nutracêutica, anti-inflamatória e antipirética

      Nome científico: Moringa oleifera Lam.

      Família: Moringaceae

       Murraya koenigii: efeito antihiperglicemico e antioxidante

      Nome científico: Murraya koenigii

      Família: Rutaceas

       Com estes três potentes ativos naturais, a Proderma oferece uma opção inovadora da medicina ayurvédica para o controle de peso. Produzido pela Laila Nutraceutics, esta formulação recebeu o prêmio de “Ativo mais inovador na gestão do peso de 2017”, no evento Nutra Ingredients Awards 2017, realizado em Genebra, na Suíça.

      Em um estudo de 16 semanas, o ativo LI85008F em questão foi testado em dois grupos de 70 pessoas entre 21 a 50 anos de idade, comparando sua eficácia com um placebo, administrado randomizadamente em teste duplo-cego.

      Os participantes caminhavam meia hora por dia, 5 dias por semana, e foram aconselhados a seguir uma dieta de 1800 kcal diária.

      Como resultado, a suplementação com o ativo resultou em melhorias significativas nos perfis lipídicos, reduzindo o colesterol de baixa densidade (LDL) e aumentando o colesterol de alta densidade (HDL).

      Outro efeito positivo foi na redução do peso corporal (em média 5,36 kg), resultando em reduções significativas nas circunferências da cintura e do quadril.

      Assim, conclui-se que a suplementação com os ativos naturais, acompanhada de  restrição calórica modesta e atividade física é bem tolerada, segura e eficaz para o gerenciamento de peso em homens e mulheres com sobrepeso.

      Link do estudo: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/29923305