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Coronavírus

Coronavírus

Antes de falarmos sobre Coronavírus, vamos entender como os vírus agem no nosso organismo?

Vírus são microscópicas cápsulas proteicas que envolvem material genético em forma de DNA (adenovírus) e/ou RNA (retrovírus). Quando transmitidos por insetos (p.ex.: febre amarela, dengue e zika) são considerados Arbovírus. Essas partículas têm a capacidade de infectar células, alterando todo o mecanismo bioquímico e fisiológico de um organismo. Os vírus são inertes, ou seja, não são constituídos por células (acelulares) e, por isso, não conseguem se multiplicar e nem sobreviver se não houver um organismo hospedeiro que forneça os nutrientes necessários para sua atividade metabólica. Em vista disso, há na comunidade científica um grande debate sobre se os vírus devem ou não ser considerados seres vivos.

Quando os ligantes proteicos do vírus reconhecem e se aderem aos receptores de células humanas específicas, a carga genética viral é injetada no interior das células hospedeiras. É a partir desse mecanismo que a célula infectada, ao confundir e reconhecer o material genético invasor como sendo o seu, interrompe a síntese de suas próprias proteínas e favorece a duplicação e tradução da molécula genética viral. Após esse processo, as células hospedeiras têm suas funções reprogramadas pelas sinalizações biológicas virais fazendo com que os vírus dominem a nossa maquinaria celular usando-a em benefício tanto de sua multiplicação quanto da manifestação clínica de seus efeitos infecciosos.

As fases da infecção viral são divididas em: infecção – corresponde ao conflito entre os mecanismos de defesa do hospedeiro e a capacidade de agressão do microrganismo; período de incubação – é o período compreendido entre o início da infecção e o momento em que os primeiros sintomas se tornam aparente; período prodrómico – período em que o indivíduo apresenta sintomas clínicos generalizados da doença e período de transmissão – quando o indivíduo infectado permanece excretando e transmitindo o vírus, respectivamente.

O Coronavírus recebe esse nome visto que seu envelope (cápsula) viral apresenta ligantes proteicos em forma de espinhos, conferindo à partícula uma estrutura que lembra uma coroa. Há diferentes tipos de Coronavírus que podem causar doenças respiratórias e/ou gastrointestinais. A diferença entre eles pode ser explicada pelo genoma diversificado que apresentam: seja por mutações adquiridas para sobrevivência, seja por alterações de bases nucleotídicas devido à promiscuidade genética que manifestam por meio de várias inserções em células hospedeiras. Alguns Coronavírus causam doenças mais graves tais como Severe Acute Respiratory Syndrome Coronavírus (SARS-CoV) – primeiramente identificada na China em 2003 – e Middle East Respiratory Syndrome Coronavírus (MERS-CoV) identificada pela primeira vez na Arábia Saudita em 2012. O novo Coronavírus (2019-nCoV ou SARS-CoV-2) que causa a Coronavírus Disease (COVID-19) identificada em 31/12/2019 na China foi descoberto em um grupo de pessoas acometidas por pneumonia e associado ao consumo e ao contato com frutos do mar e animais vivos expostos nos mercados da cidade de Wuhan. A doença se alastrou por todos os continentes devido ao contágio rápido e silencioso que todos os vírus apresentam.

O Coronavírus circula no ambiente de vários animais podendo ‘migrar’ para os humanos (spillover) devido a mutações genéticas no próprio vírus ou ainda pelo contato entre humanos e animais. A transmissão entre seres humanos ocorre por meio da inalação de gotículas liberadas pela tosse e/ou espirro de uma pessoa infectada. O período médio de incubação do Coronavírus é de 5 dias podendo chegar a 14 dias. Os sintomas do Coronavírus podem ser moderados ou severos e se manifestam por meio de febre, dor de cabeça, tosse seca, falta de ar, pneumonia e falência renal. O diagnóstico é feito por meio de PCR (Polymerase Chain Reaction) que identifica a ‘impressão digital’ genética do vírus. Ainda não há tratamento específico para essa doença e os pesquisadores do mundo todo estão trabalhando no desenvolvimento da vacina para Coronavírus.

A prevenção se dá pelas medidas padrões de higiene e distribuição geográfica limitada, tais como:

  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool.
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
  • Evitar contato próximo com pessoas doentes.
  • Ficar em casa quando estiver doente.
  • Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo.
  • Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

 

Cranberry + D-manose: aliados no combate à infecção urinária

Cranberry + D-manose: aliados no combate à infecção urinária

Incluir alimentos funcionais, seus extratos e probióticos à dieta é a tendência e o caminho apontado pela ciência para a manutenção da saúde de forma natural. Há anos se sabe que o cranberry age como preventivo de infecções urinárias, mas não se entendia por qual mecanismo agia.

Todos os anos, as Infecções do Trato Urinário (ITUs) afetam mundialmente mais de 150 milhões de pessoas. De acordo com a American Urological Association, as infecções do trato urinário causadas por bactérias estão entre as condições médicas mais comuns e recorrentes, especialmente para as mulheres. A ITU é também a infecção hospitalar mais frequente, representando 32% das infecções nosocomiais.

Os dados apontam que aproximadamente 40% das mulheres e 12% dos homens experimentam pelo menos uma ITU sintomática durante a vida. Dentre as mulheres, cerca de 25% sofrem de ITU recorrente, ou seja, quando ocorrem duas ou mais vezes em um período de 6 meses.

POR QUE AS MULHERES TÊM MAIS INFECÇÃO URINÁRIA?

A saúde do trato urinário da mulher está diretamente ligada ao equilíbrio de sua microbiota vaginal. Quando ocorre, por exemplo, um supercrescimento de bactérias patogênicas nesse ambiente, altera-se o pH vaginal e reduz-se significativamente as bactérias “boas”, os Lactobacillus. Esse quadro provoca a chamada vaginose bacteriana, o tipo de infecção mais recorrente entre as mulheres.

A anatomia do trato urinário feminino também é um fator facilitador à ocorrência das ITU’s. A proximidade do ânus à uretra (e o comprimento reduzido desta) fazem com que o acesso das bactérias patogênicas a todo o trato urinário feminino seja muito mais fácil que no caso dos homens.

A bactéria Escherichia coli (E. coli) é a causa de 80 a 85% das infecções urinárias. Em condições normais de saúde, as bactérias se deparam com um ótimo sistema de defesa do trato urinário, desde o fluxo de urina até diversos fatores antimicrobianos. Se a imunidade da mulher estiver baixa, entretanto, esse ambiente se torna propício para o início de uma inflamação na bexiga ou no trato urinário inferior (cistite).

Se imaginarmos que o trato urinário responde às infecções bacterianas de forma semelhante à que o sistema respiratório reage ao vírus da gripe, fica fácil entender: ocorre inflamação, irritação e inchaço no local. Assim, da mesma forma que é difícil respirar quando se está gripado, também é difícil urinar quando se tem uma cistite.

OPÇÕES DE TRATAMENTO DAS ITU’s

Tratar uma infecção urinária nem sempre é uma tarefa fácil. Deve-se levar em conta diversos fatores como idade, estado nutricional, estado imunológico, deformações anatômicas, entre outros, para se poder chegar a um tratamento individualizado e coerente com o/a paciente.

Algumas das opções disponíveis são:

1) Antibioticoprofilaxia

  • profilaxia pós-coito: dose única de antimicrobiano após o coito (contraindicada quando a frequência sexual é maior);
  • antibioticoprofilaxia contínua, a paciente é medicada por no mínimo seis meses, devendo ser realizada urocultura ao término do tratamento.
  • autotratamento: opção atrativa em pacientes com baixa recorrência e não associada ao coito. É viável em pacientes motivadas, que tenham bom relacionamento com o médico e que sejam adequadamente orientadas por ele.

2) Profilaxia não antibiótica hormonal ou sintética:

2.1) estrogênio tópico vaginal: apesar de não ser efetivo via oral, os estrogênios utilizados por via vaginal reduzem a frequência das ITU’s;

2.2)  ácido ascórbico (vitamina C): reduz em 25% a taxa de infecção durante a gravidez;

2.3) instilação vesical de ácido hialurônico: estudos demonstraram que, quando realizada por 4 a 8 semanas, reduziu significativamente a taxa de recorrência da cistite bacteriana.

3) Profilaxia não antibiótica natural:

3.1) CRANBERRY: surge na medicina em virtude das preocupações referentes à resistência antimicrobiana e dos efeitos adversos sobre a flora bacteriana normal. O fácil acesso, seu baixo custo e a ausência de efeitos adversos também são pontos favoráveis em relação ao cranberry e seus componentes.

A proantocianidina tipo A, presente no fruto, é 20 vezes mais antioxidante que a vitamina C e 50 vezes mais potente que a vitamina E.

O CRANBERRY E SUA AÇÃO CONTRA AS ITU’s

Os antibióticos são a primeira e mais comum opção para se tratar as ITU’s. Porém, é de conhecimento geral que as bactérias estão progressivamente desenvolvendo resistência contra esses medicamentos. Por isso, recorrer a alternativas para a prevenção e tratamento das ITU’s é extremamente necessário. Além disso, tomar antimicrobianos pode acarretar na destruição da microflora benéfica, trazendo por consequência uma infecção oportunista por fungos, como a candidíase.

Se as bactérias causadoras da infecção não forem totalmente eliminadas, as sobreviventes vão gerar mutações ainda mais resistentes aos antibióticos, além de produzir uma “camada protetora” (biofilme), o que dificulta e muito a ação do nosso sistema imune (e até dos antibióticos) no combate à infecção. Assim, além de não resolver o problema, pode-se gerar uma nova infecção ainda mais grave.

O cranberry é a opção natural mais conhecida para a prevenção de infecções urinárias recorrentes, sendo muito consumido na América do Norte.

Este fruto está classificado dentre os 50 mais potentes alimentos antioxidantes e possui uma característica muito importante na prevenção e tratamento das ITUs: fornece uma classe de flavonoides com potente ação antibacteriana – as proantocianidinas e o carboidrato D-manose. A combinação inteligente destes compostos combate a capacidade de adesão das bactérias através de suas fímbrias (estruturas de fixação das bactérias).

AÇÃO DAS PROANTOCIANIDINAS

As proantocianidinas (PACs) tipo A do cranberry ligam-se às fímbrias das bactérias, evitando que se “agarrem” ao trato urinário, sendo mais facilmente eliminadas.

É importante, entretanto, observar que apenas alguns alimentos contêm PACs do tipo A, como as ameixas, amendoim, abacate, lingonberry (amora alpina) e, especialmente, o cranberry americano e a canela.

O cranberry e seus extratos tiveram seus efeitos antimicrobianos consagrados cientificamente ao longo dos últimos anos. Em estudo realizado em 2009, o cranberry (500mg) e o antibiótico (100mg de trimetoprima) mostraram eficiência muito similar na prevenção de ITUs, sendo que o cranberry não apresentou nenhum efeito colateral apresentado pelo antibiótico.

D-MANOSE E SEUS EFEITOS

Apesar de pouco usual no Brasil, países da América do Norte (como os EUA) já consideram há anos a D-manose como uma arma eficaz no tratamento de infecções urinárias causadas por E. coli. A D-manose é um açúcar natural produzido pelo nosso corpo, sendo também encontrado em vegetais, grãos e frutas e, em maior quantidade, no cranberry.

A D-manose, portanto, serve como um tipo de “escudo” ao trato urinário, impedindo que as bactérias patogênicas se liguem à sua parede. Assim, a bexiga se livra dessas bactérias a cada micção (urina), permanecendo saudável e evitando a cistite.

Outro fator interessante é que, quando administrada por via oral, a D-manose é absorvida pelo intestino e eliminada pela urina, e por não ser metabolizada pode ser administrada com segurança a diabéticos e gestantes.

HÁBITOS QUE DEVEM SER SEGUIDOS (ESPECIALMENTE POR MULHERES) PARA UMA BOA SAÚDE DO TRATO URINÁRIO:

  1. Beber (muita!) água no decorrer do dia, ou dar preferência a bebidas com ação diurética (chá-verde, hibisco, cavalinha, carqueja, erva-doce) – isso ajudará a diluir a urina e aumentará a excreção pela micção.
  2. Urinar sempre que sentir vontade – não se deve “segurar” a urina.
  3. Após utilizar o banheiro, a mulher deve sempre limpar a região de frente para trás (e nunca o contrário!), e dar preferência ao uso de papel higiênico (ou lenços umedecidos) sem perfume.
  4. Evitar banhos de banheira e de piscinas sem manutenção de limpeza.
  5. Higienizar a área íntima antes e depois da relação sexual. Caso tenha à disponibilidade, o uso de ducha higiênica é indicado.
  6. Evitar o uso de desodorantes íntimos, pois podem causar irritação.
  7. Dar preferência aos absorventes externos ou internos feitos de algodão*.

*A grande maioria das mulheres não sabe, mas, atualmente, menos de 1% dos absorventes são feitos de algodão.

Entre em contato com a equipe Proderma para mais informações sobre o uso de Cranberry, D-manose e Probióticos na prevenção das ITU’s recorrentes.

 

UCII® – Prevenção e Tratamento para a Saúde das Articulações

UCII® – Prevenção e Tratamento para a Saúde das Articulações

Você já conhece os principais benefícios do UC-II®?

Sabe como UC-II® pode ser manipulado ?

Sabe para quem UC-II®  é indicado?

Então descubra a seguir tudo sobre esse colágeno que aprimora a saúde e a mobilidade das suas articulações.

Prevenção e Tratamento para a Saúde das Articulações

A cartilagem é um dos tecidos conjuntivos primários do corpo, proporcionando flexibilidade e suporte para as articulações ósseas. O colágeno tipo II é a principal proteína estrutural na cartilagem que é responsável pela sua resistência, tração e firmeza. Derivado de cartilagem de frango, UC-II® consiste em colágeno tipo II não desnaturado que age juntamente com o sistema imunológico para manter as articulações saudáveis e promover a mobilidade e flexibilidade das articulações.

UC-II® – Descrição

O colágeno é uma proteína fibrosa presente na pele, tendões, ossos, dentes, vasos sangüíneos, intestinos e cartilagens, correspondendo a 30% da proteína total e a 6% em peso do corpo humano. Também é encontrado em diversos tecidos de animais. UC-II® é um colágeno do tipo II, não-desnaturado, derivado da cartilagem de frango. É fabricado através de um processo de produção patenteado, não-enzimático, à baixas temperaturas, o que garante a obtenção de um colágeno puro, sem alteração molecular, com atividade biológica inalterada. UC-II® é o único produto deste tipo disponível em doses convenientes de 40mg, uma vez ao dia. Tem estudos publicados que comprovam que UC-II® é duas vezes mais eficaz do que glucosamina + condroitina na promoção conjunta de conforto, mobilidade e flexibilidade das articulações.

UC-II® tem sua composição patenteada, e demonstrou a sua eficácia em estudos clínicos em humanos.

UC-II® – Mecanismo de ação

Uma das principais doenças relacionadas à cartilagem é a osteoartrite, que afeta as articulações do corpo humano (principalmente coluna, joelho, mãos e quadril), provocando inflamação. Na maioria das vezes acomete pessoas com mais de cinquenta anos e do sexo feminino, mas também atinge homens e pessoas de outras faixas etárias.

A principal proteína estrutural responsável pela tração e firmeza do tecido cartilaginoso é o colágeno tipo II. No caso da osteoartrite, há uma produção exacerbada da enzima colagenase, provocando a quebra da cartilagem, que tem por consequência a inflamação e dor. UC-II® é capaz de dessensibilizar o sistema imunológico. Desta forma previne o “ataque” auto imune às nossas cartilagens. Por consequência há um bloqueio da inflamação, sem a qual o paciente não apresenta mais o quadro de dor. Quando o organismo não ataca mais exacerbadamente as cartilagens, é reestabelecida a homeostase entre quebra e síntese do colágeno tipo II, devolvendo a mobilidade e o conforto ao paciente, promovendo melhora da qualidade de vida.

UC-II® – Indicações

UC-II® é indicado para humanos e animais nos casos abaixo, acompanhados de dor e inflamação articular:

  • Artrose e Osteoartrose;
  • Artrite e Osteoartrite;
  • Artrite reumatoide;
  • Poliartrite reumatóide juvenile;
  • Lesão articular;
  • Lesão da cartilagem.

UC-II® – Aplicações

  • Ajuda a manter a saúde das articulações;
  • Promove maior conforto das articulações inflamadas;
  • Melhora a mobilidade e flexibilidade das articulações.

Podemos afirmar que UC-II® melhora a qualidade de vida do paciente para atividades diárias.

UC-II® – Concentração de uso

Para humanos é indicada a concentração de 40mg de UC-II® ao dia.

Para animais até 20kg é indicado 20mg de UC-II® e para animais acima de 20kg ao dia é indicado 40mg de UC-II®.

Em relação à animais de grande porte, são recomendadas doses entre 320 e 640mg UC-II®.

UC-II® – Colágeno Não Desnaturado do Tipo II

A maioria das proteínas pode ser desnaturada pelo calor, o que afeta as interações fracas em uma proteína (principalmente as ligações de hidrogênio) de forma complexa.

Para evitar a perda da atividade biológica e assegurar a eficácia, UC-II® é produzido usando um processo patenteado de fabricação não-enzimática.

UC-II® – Selo de autenticidade

Para garantir a procedência e autenticidade do UC-II® e assegurar que o consumidor está adquirindo o único colágeno não desnaturado do tipo II, com processo de fabricação patenteado, é importante verificar se a embalagem possui o selo de autenticidade.

FIQUE ATENTO! RECUSE IMITAÇÕES E EXIJA O SELO DE AUTENTICIDADE NA EMBALAGEM DO SEU PRODUTO!

Fonte: Literatura do Fornecedor http://pharmanostra.com.br/uploads/insumos/pdf/u/UC-II_9.pdf

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Óleo essencial de olíbano

Óleo essencial de olíbano

Conheça as propriedades medicinais desse óleo, muito apreciado desde o mundo antigo.

O QUE É OLÍBANO?

Óleo Essencial de Olíbano

Olíbano (Boswellia carterii), também conhecido como franquincenso, é uma resina aromática muito usada na perfumaria e na fabricação do incenso. 

Óleo Essencial de Olíbano é obtido por meio da destilação a vapor da resina obtida a partir de cortes feitos no tronco do arbusto Boswelia, caracterizado por apresentar uma altura média de 3 metros; folhas dispostas na forma de cachos; flores brancas e frutos de coloração castanho-avermelhado. 

Na antiguidade este óleo essencial já foi muito valioso, tendo influenciando a economia de muitos países produtores.

A essência de olíbano nos remete ao aroma da cânfora e da terebintina, com notas apimentadas e lenhosas, resultando em um odor bastante agradavel e relaxante.

PROPRIEDADES MEDICINAIS DO OLÍBANO*

Óleo Essencial de Olíbano

Dentre as propriedades terapêuticas do olíbano, incluem-se as ações:

  • analgésica;
  • anti-inflamatória;
  • expectorante;
  • calmante.

O óleo essencial de olíbano é indicado para o tratamento de artrite reumatoide e dores crônicas. 

O uso do óleo essencial de olíbano foi aprovado no controle da ansiedade e de estados obsessivos,  proporcionando um efeito animador e relaxante da mente.

É muito usado para a meditação, devido às propriedades psicoativas, além de ser excelente ansiolítico. Seu uso sobre a pele proporciona vitalidade a peles cansadas e suaviza rugas. Possui ação cicatrizante em feridas, ulceras.

CONTRAINDICAÇÕES*

Não é recomendado durante a gravidez e lactação. Não usar puro sobre a pele. Manter em local fresco, ao abrigo da luz.

SUGESTÕES DE APLICAÇÃO*

Os óleos essenciais são substâncias concentradas e devem ser usados sempre diluídos. Devem ser utilizados sob a orientação de um médico ou terapeuta qualificado.

  • Aromatizador (aproximadamente 9 gotas).
  • Banhos (até 20 gotas após encher a banheira, dissolvidas em uma colher de sopa de óleo vegetal).
  • Compressa (5 a 10 gotas em 1/2 litro de água). -Inalação (2 gotas em um lenço ou inalador com água).
  • Massagem (25 a 50 gotas em 100 ml de óleo vegetal).
  • Óleo para rosto e cabelos (1 colher de sopa de óleo vegetal com 01 gota de OE para o rosto, 5 gotas de OE para o cabelo)
  • Uso tópico (diluir 5 gotas do óleo essencial em 1 colher de sopa de óleo vegetal). 
  • Banho de assento (10 gotas em 2 litros de água, dissolvidas em uma colher de café de óleo vegetal)

*Fonte: Fornecedor (Referências Bibliográficas: ALONSO, Jorge. Tratado de fitofármacos y nutracéuticos. 1. ed. Rosario: Corpus Libros, 2004. // SIMÕES, CM. & SPITZER, V. Óleos essenciais. In: SIMÕES, C. M. O.; SCHENCKEL, E. P.)

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Metabolize 4 – Controle de peso, diminuição da circunferência abdominal e da gordura corporal

Metabolize 4 – Controle de peso, diminuição da circunferência abdominal e da gordura corporal

Você já ouviu falar do Metabolize 4? Conheça um poderoso aliado na prevenção da síndrome metabólica. Recupere sua autoestima e qualidade de vida através dos 4 mecanismos de ação de Metabolize 4:

O que é Metabolize 4

Metabolize 4 é um nutracêutico oral, composto por magnésio, cromo, zinco e probióticos, um verdadeiro suplemento nutricional, ou seja, supre as necessidades diárias de elementos essenciais ao nosso organismo, os quais não conseguem ser absorvidos somente com a alimentação, promovendo um grande equilíbrio fisiológico.

Estudo Clínico

Foram selecionados 16 voluntários do sexo feminino e do sexo masculino entre 21 e 55 anos, sendo estes subdivididos me 4 grupos para avaliação:

Resultados:

Principais ações esperadas de metabolize4:

  • Eliminação de gorduras a nível celular;
  • Mobilização da gordura;
  • Redução do acúmulo localizado de gordura subcutânea;
  • Melhora do funcionamento intestinal;
  • Reduz a tolerância a insulina;
  • Auxilia no emagrecimento.

Referências bibliográficas:
Moraes, fernanda p. Alimentos funcionais e nutracêuticos: definições, legislação e benefícios á saúde. Revista eletrônica de farmácia vol 3 (2), 109-122, 2006.
Biesek, s.; alves, l. A.; guerra, I. Estratégias de nutrição e suplementação no esporte. Barueri, são paulo: manole, 2005.
Cozzolino, s.M.F. Biodisponibilidade de nutrientes. Barueri, são paulo: manole, 2005.
Tirapgui, j. Nutrição, metabolismo e suplementação na atividade física. São paulo: atheneu, 2005.
Williams, m.H. Nutrição: para saúde, condicionamento físico e desempenho esportivo. 5.Ed. Tamboré, são paulo, manole, 2002.
Http://www.Anvisa.Gov.Br/alimentos/comissoes/tecno_lista_alega.Htm: rdc 269/2005.

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Autorização ANVISA: AFE nº 25351.201321/2002-41 – AE nº 25001.013346/85

Certidão de Regularidade: CRF/SP nº 8438. Licença VISA Piracicaba nº 0938/2002

CEVS nº 353870901-477-000085-1-6 AFE Autoriz/MS nº 0.09951.3 AE Autoriz/MS nº 1.34608.8

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Autorização ANVISA: AFE nº 25351.202644/2002-51 – AE nº 0.09951.3

Certidão de Regularidade: CRF/SP nº 13147. Licença VISA Piracicaba nº 939/2002

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F4T REDUX – Os quilinhos a menos que você tanto deseja

F4T REDUX – Os quilinhos a menos que você tanto deseja

O

F4T REDUX é um oligossacarídeo cíclico de origem natural, produzido enzimaticamente a partir do amido. Com mecanismo de ação diferenciado, F4T REDUX impede a absorção da gordura da alimentação, durante sua passagem pelo trato gastrointestinal.

EFEITO ORLISTAT LIKE, EM UM PRODUTO NUTRICIONAL

F4T REDUX® é capaz de reduzir a absorção de gorduras durante a passagem dos alimentos no organismo, sem a necessidade de dietas radicais e nocivas à saúde. Ação eficaz, com capacidade mais elevada em comparação à quitosana4.

F4T REDUX® - Os quilinhos a menos que você tanto deseja

F4TRedux atenção

Por não estar disponível à flora intestinal, não conduz a efeitos gastrointestinais secundários (flatulência, dores abdominais).

Benefícios clinicamente comprovados

MELHORA DO PERFIL LIPÍDICO

Reduções no Colesterol Total e LDL em pacientes com sobrepeso, apenas com a suplementação de F4T REDUX®, sem alteração nos hábitos alimentares ou introdução de exercícios físicos. Houve menor absorção de gordura durante a ingestão de refeições gordurosas².

É capaz de se complexar à gordura em 9 vezes o seu conteúdo!

Além disso, F4T REDUX liga-se preferencialmente com ácidos graxos saturados e trans.4

MELHORA NO ÍNDICE GLICÊMICO

Em refeições ricas em carboidratos, F4T REDUX reduz o índice glicêmico, por bloquear a ação da amilase no trato gastrointestinal, impedindo que os carboidratos sejam metabolizados rapidamente, retardando o esvaziamento gástrico. Comprovada melhora do índice glicêmico em refeições na presença de pãoe arroz5.

DOSAGENS RECOMENDADAS

– Gordura: 2 gramas de F4T REDUX, acompanhando refeições ricas em gorduras.

– Controle do índice glicêmico: 5 gramas de F4T REDUX para 50 gramas de carboidratos da alimentação.

Obs.: em refeições ricas simultaneamente em gorduras e carboidratos, F4T REDUX age preferencialmente na redução da absorção da gordura.

F4T REDUX® - Os quilinhos a menos que você tanto deseja

F4T REDUX – Os quilinhos a menos que você tanto deseja

F4T REDUX É UM PRODUTO SEGURO

Isento de lactose e glúten, não contendo substâncias geneticamente modificadas.

Não promove esteatorreia (fezes oleosas), cólicas e efeitos indesejáveis.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
01.CATHERINE JEN, K. L.; GRUNBERGER, G.; ARTISS, J. D. On the binding ratio of α-cyclodextrin to dietary fat in humans. Nutrition and Dietary Supplements. Vol. 5. P. 9–15.2013.
02.COMERFORD, K. B.; ARTISS, J. D.; CATHERINE JEN, K. L.; KARAKAS, S. E. The Beneficial Effects α Cyclodextrin on Blood Lipids and Weight Loss in Healthy Humans. Obesity. Vol.1. P. 1-5. 2010.
03.Diamantis, I. & Bär, A. Effect of a-cyclodextrin on the glycemic index (GI) and insulinemic index (II) of starch in healthy human volunteers. Unpublished study report. 2002.
04.GALLAHER, D.G.; GALLAHER, C.M.; PLANK, D.W. Alpha-cyclodextrin selectively increases fecal excretion of saturated fats. FASEB J. 2007; Suppl 21:A730.
05WAGNER, E. M.; JEN K-L C., ARTISS J. D.; REMALEY, A. T. Dietary alpha-cyclodextrin lowers LDL-C and alters plasma fatty acid profile in LDLr-KO mice on a high-fat diet. Metabolism. 57(8): 1046–1051. 2008.

Fórmulas com qualidade comprovada pela Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais (SINAMM).

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