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Ajuste em doses de medicamentos industrializados

Ajuste em doses de medicamentos industrializados

Farmacêuticos altamente especializados podem ajustar doses de medicamentos industrializados já prontos

A cena é comum: um comprimido tem uma concentração mais alta que o necessário para o paciente e precisa ser partido ao meio (ou em mais partes). Outras vezes, é o conteúdo em pó de uma cápsula que precisa ser diluído na água ou o comprimido que precisa ser pulverizado por trituração, já que a criança não consegue engolir na forma sólida. Do ponto de vista farmacêutico, essa é uma questão crítica, pois gera imprecisão na dose do medicamento. Além disso, pode alterar significativamente a estabilidade e as propriedades químicas, toxológicas e terapêuticas, comprometendo a eficácia e segurança.

Diante disso, quando não há disponibilidade do insumo para preparação direta, é essencial o trabalho profissional do farmacêutico qualificado na transformação. Esse processo ocorre quando o medicamento industrializado tem sua dose, concentração ou forma farmacêutica ajustada por meio de operações farmacêuticas – como partição, trituração e dispersão – que modificam a apresentação original, incluindo ou não a conversão em outra forma farmacêutica. Pode-se, por exemplo, transformar um comprimido em suspensão líquida para atender necessidades específicas e possibilitar a adesão ao tratamento farmacoterapêutico.

Assim, garante-se a segurança e a eficácia do medicamento destinado para o paciente. A transformação é muito comum no cenário de hospitais e, em vários casos, para uso domiciliar. Um dos contextos em que a transformação é mais pertinente é nos medicamentos pediátricos, pois há escassez de medicamentos adequados às necessidades de neonatos, bebês e crianças, como as preparações orais líquidas. A maioria das crianças menores de seis anos não consegue engolir comprimidos ou cápsulas. Entretanto, somente uma pequena parte dos fármacos está disponível como especialidade farmacêutica na forma de preparações líquidas, menos ainda as pediátricas. A maioria dos medicamentos industrializados são, por motivos mercadológicos ou de estabilidade, comercializados exclusivamente em formas farmacêuticas sólidas, como comprimidos e cápsulas com doses destinadas à população adulta.

Por isso a transformação é mesmo necessária, mas requer conhecimento específico. O risco está na transformação feita de forma caseira pelos próprios pacientes.

Transformar em quê?

Partição, trituração, fracionamento, dissolução: a maneira mais adequada vai depender da necessidade do paciente e da forma em que o produto industrializado está apresentado.

A estabilidade é uma das características essenciais que precisa ser mantida durante a transformação de um medicamento. Assim, antes de alterar, é preciso consultar na literatura técnica os estudos que garantam que a alteração desejada pode ser realizada. As transformações ocorrem a partir de diversas formas farmacêuticas, sendo que a mais comum para as crianças é partir do comprimido para a forma líquida. Mas é importante lembrar que o medicamento sólido (cápsulas e comprimidos), quando triturado juntamente com seus excipientes e disperso em um veículo líquido, pode promover alterações na formulação transformada. Excipientes comuns em comprimidos, por exemplo, podem alterar o pH de formulações líquidas, afetando perfil de estabilidade.

É fundamental que o profissional esteja atento aos potenciais problemas que podem ocorrer durante uma transformação de especialidade farmacêutica e assegurar que a preparação extemporânea resultante apresente conformidade com a dose prescrita, possua atributos de uniformidade e homogeneidade adequados e mantenha-se estável durante o período de tratamento.

Na Proderma, os farmacêuticos são especializados e altamente qualificados para realizar tais procedimentos. Venha até uma de nossas unidades com o seu medicamento que necessita de ajustes e conte com o nosso profissionalismo para transformar sua fórmula de maneira segura e eficaz.

Texto original: Revista Anfarmag nº112

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Rinite alérgica

Rinite alérgica

Uma das doenças respiratórias crônicas mais comuns entre os brasileiros, principalmente nos pacientes infantis

Espirros, coriza, prurido, secreção e congestão nasal são sintomas de gripes e resfriados. No entanto, quando se apresentam de forma repetitiva e sem febre, podem ser sinais de rinite alérgica – doença crônica que afeta 20% da população pediátrica no Brasil, de acordo com o IV Consenso Brasileiro Sobre Rinites.

O quadro se desenvolve a partir da exposição à poeira, poluição, ácaros e perfumes e é mais comum entre crianças e adolescentes. Os sintomas são predominantemente nasais, mas também podem haver manifestações oculares, conjuntivite alérgica, prurido e sensação de olhos secos, além de pigarros, tosse e até crises de asma.

Tem cura?

De maneira geral os tratamentos são longos. Por isso, é normal que o paciente apresente momentos de piora e de estabilização. Os recursos terapêuticos diferenciam-se entre os profiláticos e os medicamentos para as crises agudas. A profilaxia melhora os sintomas diários e diminui as exacerbações; normalmente com os medicamentos tópicos para as crises. Já durante as crises pode-se associar o uso de anti-histamínicos à limpeza nasal frequente com soro fisiológico na forma de gotas, em spray ou fazendo uso da lota.

Os medicamentos

Para o público pediátrico, as principais formas são as preparações orais líquidas e as soluções tópicas nasais. Entre os anti-histamínicos, destaque para os de segunda geração, como a desloratadina que é segura para a faixa etária e com poucos efeitos colaterais. Para crianças de até dois anos, nos episódios agudos é indicado o cromoglicato de sódio na forma tópica nasal, que é a opção mais segura para esse grupo. Para a profilaxia, podem ser usados com moderação os corticóides tópicos nasais.

Homeopatia também é uma opção

A homeopatia é uma solução complementar. A prescrição é feita considerando o estado geral do paciente e suas particularidades, o que torna o tratamento bastante personalizado. A partir da identificação do medicamento de fundo – que organiza e harmoniza a energia vital e varia de acordo com os modos como as crises se apresentam -, o tratamento ajuda a diminuir e eliminar os sintomas.

Fitoterapia

Podem ser usados a Echinacea (purpurea e angustifolia), para o aumento da imunidade, e a Própolis (Apis mellifera. L), que tem ação anti-inflamatória.

Probióticos

Estudos demonstram eficácia e segurança no tratamento e profilaxia da rinite alérgica a cepa do probiótico Lactobacillus paracasei.

Referências:
Eur J Clin Nutr. 2014 May;68(5):602-7. doi: 10.1038/ejcn.2014.13. Epub 2014 Feb 26.
Efficacy and safety of the probiotic paracasei Lactobacillus LP-33 in allergic rhinitis: a double-blind, randomized, placebo controlled trial (GA2LEN Study).
Revista Anfarmag nº112

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Fitoterápicos para mulheres

Fitoterápicos para mulheres

Estudos comprovam ação em sintomas característicos da menopausa

Fitoestrógenos são substâncias químicas encontradas em alguns vegetais com o poder de mimetizar (quando em doses baixas) a atividade hormonal do estrógeno em nosso corpo. Com o uso de doses elevadas, entretanto, proporcionam o efeito contrário, inibindo sua ação. Tudo se resume à dose utilizada e ao local alvo, portanto. Os fitoestrógenos podem também afetar a produção ou a metabolização dos estrógenos endógenos (produzidos pelo nosso organismo), bem como os níveis do hormônio circulantes na corrente sanguínea.

Os fitoestrógenos passaram a receber atenção quando um grupo estudado de mulheres asiáticas com uma dieta rica em soja (uma das principais fontes de fitoestrógenos) demonstraram reduzidos problemas de pressão sanguínea na menopausa, além de apresentarem menor incidência de problemas cardiovasculares. Aparentemente, essas substâncias têm ação sobre um ou outro sintoma sem, contudo, apresentarem a ação global dos estrógenos.  

Estudos recentes assinalam efeitos benéficos na prevenção de doenças crônicas como câncer de cólon (intestino grosso), mamas e doenças cardiovasculares. Em mulheres na pós-menopausa, são capazes de reduzir os sintomas indesejados e prevenir a osteoporose. Acredita-se ainda que os fitoestrógenos produzam alguns dos efeitos estrogênicos, sem, entretanto, causar reflexos carcinogênicos ao nosso organismo.

Os três maiores grupos de fitoestrógenos são os cumestranos, as flavonas e as isoflavonas. O grupo das isoflavonas parece ter maior atividade estrogênica dentre os três, sendo, portanto, o grupo mais utilizado para estes fins.

Nos casos onde é definitivamente contra-indiciado o uso dos estrógenos bioidênticos, e haja persistência dos sintomas indesejáveis, a fitoterapia vem sendo apresentada como uma interessante opção terapêutica.

Quais são as plantas mais representativas na modulação hormonal feminina? 

Cimicífuga: Também conhecida como Black Cohosh, a Cimicífuga racemosa é um vegetal de origem canadense, cuja parte medicinal utilizada é a raiz, sendo alternativa interessante aos estrógenos, por apresentar menor incidência de efeitos colaterais. A cimicífuga reduz seletivamente as concentrações de LH no sangue, sem nenhum efeito no FSH. O resultado é um efeito moderado no alívio de sintomas causados pela tensão pré-menstrual (TPM) e climatério, especialmente relativos à pressão sanguínea. Foram observados efeitos positivos sobre o aumento da formação óssea, através do estímulo da atividade dos osteoblastos.

Yam Mexicano: O Yam Mexicano, também conhecido como Inhame Selvagem, é um extrato obtido do rizoma seco de Dioscorea villosa, com capacidade de estimular os osteoblastos, sendo utilizado como coadjuvante no tratamento de dores e desconfortos causados pela artrite e reumatismo. Especificamente para a mulher, o Yam Mexicano pode ser utilizado na terapia de reposição hormonal no climatério, dismenorreia e tensão pré-menstrual.

Isoflavonas da soja: Trata-se do extrato de soja (Glycina max) padronizado, com no mínimo 40% de isoflavonas. A maior parte das isoflavonas presentes na soja é composta por substâncias não esteroidais e têm ação mais fraca que os derivados esteroidais. A semelhança estrutural entre isoflavonas e o estradiol é a base da proposição de que isoflavonas seriam capazes de repor a atividade estrogênica em humanos. O alívio de sintomas da menopausa (“ondas de calor”, insônia, dor de cabeça e irritabilidade) é um dos maiores motivos pelos quais se busca o tratamento com as isoflavonas. Acredita-se também que exerçam propriedades antioxidantes, mecanismo especialmente importante no caso de doenças que envolvem estresse oxidativo, como é o caso da aterosclerose, e a redução do LDL colesterol.

Red Clover (Trevo Vermelho): A partir dos botões florais da planta Trifolium pratense são extraídos isoflavonóides, apresentando efeitos estrogênicos da mesma forma que a soja. No processo são obtidos também flavonoides, glicosídeos e óleos voláteis, entre outras substâncias. Assim, é indicada para o alívio dos sintomas da menopausa, como ondas de calor e sudorese noturna. Por possuir fraca atividade estrogênica no organismo, pode ser utilizada também na prevenção contra a osteoporose, além de reduzir sintomas vasomotores da menopausa. O extrato de Red Clover deve ser utilizado com cautela em pacientes com sangramentos ativos, disfunções da coagulação ou em terapia com anticoagulantes, pelo teor de cumarinas. Ao mesmo tempo, sua capacidade de causar aumento da perfusão periférica pode auxiliar no controle da pressão arterial. Contra indicações: mulheres em período de gravidez e em lactação.

Referências:
EFRAIN OLSZEWER, NATAN LEVY E REGINALDA RUSSO AGUIAR. -Terapia de Modulação Hormonal Bioidêntica (TMHB) – São Paulo : Ed. do Autor, 2009 – (137:140; 147:154)
BATISTUZZO, J.A.O., ITAYA, M., ETO, Y. Formulário Médico Farmacêutico. 3ª ed, São Paulo: Pharmabooks, 2006.

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Pele de bebê

Pele de bebê

Dermatite atópica tem alta prevalência em crianças e requer atenção na dose e na escolha dos medicamentos

Pele muito seca e prurido (coceira) que pode levar a ferimentos e concentração nas dobras dos braços e na parte de trás dos joelhos são algumas das características da dermatite atópica, quadro clínico que figura entre os tipos mais comuns de alergia cutânea. Segundo informações da Sociedade Brasileira de Dermatologia, trata-se de uma doença genética, crônica e não-contagiosa, que é comumente associada à asma e à rinite alérgica, mas com manifestação clínica variável.

Os dados do Guia Prático de Atualização em Dermatite Atópica, publicado pela Associação Brasileira de Alergia e Imunologia e Sociedade Brasileira de Pediatria em 2017, informam que a dermatite atópica pode se manifestar em qualquer período etário, mas 60% dos casos ocorrem no primeiro ano de vida. Entre as crianças acometidas, 80% apresentam uma forma leve, sendo que 70% têm melhora gradual até o fim da infância.

Os cuidados são realizados de acordo com a fase: infantil, até os dois anos; pré-puberal, até 12 anos; e adulta, a partir dessa idade. O foco é controlar a coceira, reduzir a inflamação da pele e prevenir novas ocorrências, com o fortalecimento da barreira cutânea.

A pele da criança

Os tratamentos dermatológicos devem considerar que a pele da criança tem alto poder de absorção. Nessa fase da vida, o estrato córneo, que é a camada mais externa, é muito fino. Além disso, quanto mais nova a criança, maior a relação superfície corporal/peso.

Assim, tudo que é usado sobre a pele é assimilado de maneira intensa. O medicamento administrado por via cutânea em bebês e crianças tem efeito sistêmico e risco de toxicidade devido à maior penetração do princípio ativo e de outros compostos.

Opta-se por tratamentos com fórmulas minimalistas, com menos agentes. Para os casos que requerem substâncias mais potentes, é preciso usar concentrações baixas e focar nas áreas em que o paciente realmente necessite da aplicação.

No caso dos corticóides, deve-se usar sempre a menor potência capaz de controlar a inflamação. Nas lesões moderadas ou graves, existe a possibilidade de optar por terapêutica de média potência, encurtando o tempo de uso.

Essa opção precisa ser feita de forma criteriosa, pois o uso inadequado pode culminar em atrofia da pele, estrias, alterações da pigmentação e fragilidade vascular, além de efeitos adversos sistêmicos e permanentes em situações extremas. Por isso, corticóides de alta potência, como proprionato de clobetasol, não são recomendados.

Formulações adequadas

Além dos medicamentos de uso tópico e oral, a escolha correta dos hidratantes tem papel importante no tratamento da dermatite atópica. Especialmente os produtos manipulados apresentam as vantagens de poder conciliar agentes e concentrações que não são comumente encontrados em fórmulas padrão e de associar substâncias para potencializar a ação terapêutica.

Para o efeito hidratante e calmante da pele, o uso de Esqualeno de óleo de oliva, de ceramida III, de Portulacca e de Drieline pode poupar o uso do corticóide em alguns casos. Na mesma linha, há o uso de compostos como o Aloe vera e da Camomila (Matricaria chamomilla), ambos calmantes naturais. Para qualquer doença de pele, a hidratação cutânea aliada a banhos menos agressivos (água morna e sabonetes suaves) diminui a chance de desenvolvimento de lesões e aumenta a rapidez da recuperação.

O uso de probióticos para imunomodulação intestinal também pode ajudar nos tratamentos de dermatite atópica. Um estudo publicado pelo Ann Dermatol em 2012 concluiu que os probióticos Lactobacillus casei, rhamnosus e plantarum associados ao Bifidobacterium bifidum podem colaborar para a redução da inflamação e da severidade da dermatite atópica infantil.

Referências:
Ann Dermatol. 2012 May;24(2):189-93. doi: 10.5021/ad.2012.24.2.189. Epub 2012 Apr 26.
Effect of probiotics on the treatment of children with atopic dermatitis.
Yeşilova Y1, Çalka Ö, Akdeniz N, Berktaş M.
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Obesidade infantil

Obesidade infantil

Mudanças nos hábitos das famílias podem reverter o aumento da doença no Brasil

As crianças brasileiras estão cada vez mais pesadas e sedentárias. Dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde apontam que cerca de 8% das crianças com até cinco anos são consideradas obesas. Além disso, a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e a Organização Pan-americana de Saúde divulgaram, em 2017, o “Panorama da Segurança Alimentar e Nutricional na América Latina e Caribe”, relatório que aponta que a obesidade vem crescendo no Brasil, assim como em toda a região pesquisada, com tendência de maior crescimento entre as crianças. O levantamento estima em 3,9 milhões as crianças com sobrepeso no continente.

A obesidade pode ser provocada por diversos fatores, sejam de ordem hereditária, social ou comportamental, que vão desde a dificuldade em promover uma boa alimentação até o sedentarismo. Na correria do dia a dia, os pais acabam optando por pratos mais rápidos para os filhos, o que leva a uma alimentação rica em gordura e carboidrato, com poucas opções saudáveis.

O avanço da obesidade entre esse público está ligado os novos hábitos das famílias. Hoje as pessoas se tornam pais mais tarde, pois o foco principal está no trabalho. A comida caseira muitas vezes é um luxo ou restrita aos fins de semana. O lanche das crianças é de pacotinho, suco de caixinha, bolinho. Isso muda o paladar e cria um vício.

Riscos de gente grande

A obesidade infantil traz consigo outros problemas de saúde, tornando a criança propensa ao aumento de pressão arterial, dislipidemia, intolerância (ou tolerância diminuída) à glicose e até esteatose (presença de gordura no fígado). São doenças que antes só ocorriam em adultos. Essas crianças também podem ter mais lesões ortopédicas, por conta do peso elevado, desenvolver apneia do sono e ter redução do rendimento escolar. Em casos mais extremos, essas crianças não têm nutrientes para manter as sinapses nervosas e podem ter o aprendizado prejudicado.

Outro problema é o agravamento desses riscos na idade adulta, uma vez que essas crianças tendem fortemente a se tornar adultos obesos. Esses adultos ficarão propensos a doenças cardiovasculares, infarto, acidente vascular cerebral, diabetes, hipertensão e até alguns tipos de câncer, como os de mama, próstata e cólon. Nas mulheres, há ainda a dificuldade para engravidar, diabetes gestacional e o risco de gerarem bebês com peso inadequado.

Dá para reverter

Crianças obesas precisam de tratamento, que passa pelo acompanhamento multidisciplinar de profissionais de saúde. A primeira prescrição é a mudança de hábitos: alimentos saudáveis, ingeridos nas horas certas, dormir cedo e fazer atividades físicas regulares.

Além disso, muitas vezes é preciso entrar com suplementos nutricionais, ou mesmo medicamentos, que apóiem a retomada da saúde.

Há casos em que, por comerem mal, as crianças acabam ficando sem aporte proteico, vitamínico e de fibras. Nesses casos, a suplementação acelera a recuperação da criança. Podem ser usadas fibras para dar saciedade e ajudá-las a ir ao banheiro. Além disso, probióticos ajudam a refazer a flora intestinal, que até então vinha sendo prejudicada pela alimentação rica em açúcares e gorduras e pobre em nutrientes benéficos para o intestino. Ao tratar a flora intestinal, a criança dá um passo importante para ter uma imunidade melhor e para regular diversas funções do organismo, se aproximando de uma situação de equilíbrio.

Qualquer prescrição sempre depende de uma abordagem totalmente individualizada e constantemente reavaliada. Entre as indicações, pode surgir a necessidade de receitar o uso de vitaminas A, D, B12, selênio, cromo, zinco e magnésio.

Medicamentos

Em todos os casos o acompanhamento nutricional é fundamental. Pode, porém, ser insuficiente. Situações específicas de obesidade mais severas podem demandar a prescrição de medicamentos para potencializar a perda de peso e atuar no controle da ansiedade e da compulsão.

A publicação “Obesidade na infância e adolescência: manual de orientação”, da Sociedade Brasileira de Pediatria, indica que, antes de optar por incluir medicação, o tratamento sempre deve ser feito, por pelo menos seis meses, de forma conservadora.

Quando realmente há indicação medicamentosa, as prescrições devem atender, à risca, as reais necessidades da criança, prezando a menor dose com o menor efeito colateral possível. O documento cita as substâncias fluoxetina, sertralina e metformina. Em relação aos fármacos de atuação direta na obesidade infanto-juvenil, estão hoje disponíveis produtos que podem, em circunstâncias bem determinadas, ser utilizados como coadjuvantes.

Há situações, também, em que, ao invés de medicar, é preciso suspender ou substituir medicações que levam ao ganho de peso como efeito colateral. Avaliação e acompanhamento devem necessariamente ser feitos por um médico.

Texto original: Revista Anfarmag nº112

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Refluxo em recém-nascidos

Refluxo em recém-nascidos

Medicamentos que trazem conforto aos bebês podem ser manipulados na Proderma

Os primeiros meses na vida dos bebês podem ser interpretados como uma sucessão de começos. A primeira vez que respiram, que tomam banho, que usam roupas e que se alimentam. Apesar de ser urna função elementar da vida, alimentar-se é uma grande revolução para os recém-nascidos, que até então eram nutridos pelo cordão umbilical. Não por acaso, pode provocar estranhamentos no aparelho digestório. Um dos mais conhecidos é o refluxo.

Regurgitar o alimento é comum a quasetodos os recém-nascidos. É o refluxo fisiológico. Regurgitam sem dor, sem apresentar irritabilidade durante a alimentação e sem recusar a mamada por conta disso. A situação ocorre devido ao aparelho digestório ainda em formação. Há uma imaturidade do sistema gastrointestinal, inclusive no que se refere à motilidade – habilidade dos órgãos de realizar movimentos autônomos, como os intestinos, que precisam ser capazes de fazer movimentos peristálticos.

À medida que o corpo se desenvolve, os refluxos diminuem. Por volta dos seis meses há o amadurecimento da anatomia e a maturação gastrointestinal.Os bebês também começam a ficar mais sentados e a ingerir alimentos além do leite materno. Normalmente, o problema cessa completamente antes de 1 ano de vida. Há, no entanto, outra forma de regurgitação que pode trazer consequênciasmais sérias. É a doença de refluxo gastroesofágico, que provoca vômitos. O bebê tende a apresentar irritabilidade, recusar a mamada e chorar durante a alimentação. Isso porque o que foi ingerido retorna pelo tubo digestivo provocando pequenas lesões. Podem ocorrer esofagite e complicações pulmonares. Outra consequência é o não ganho de peso ou, pior, a perda de peso. Esses bebês precisam de tratamento para aliviar os sintomas, cicatrizar possíveis lesões e prevenir complicações.

Como lidar

As primeiras ações são medidas posturais: dar de mamar com o bebê na posição vertical, evitar a troca de fraldas logo na sequência, manter o bebê de pé por cerca de 30 minutos depois de mamar, colocá-lo para dormir no berço inclinado e evitar que fique sugando o peito sem mamar (ingerindo ar).

No caso dos bebês que apresentam a doença do refluxo gastroesofágico, podem ocorrer duas situações: o retorno de fluxo de teor básico e a regurgitação de teor ácido. Na primeira situação, não há medicações que possam ser aplicadas. Os pais precisam ter paciência e disciplina na realização das medidas posturais, que trarão, com o tempo, os resultados esperados.

Já os bebês com refluxo de teor ácido podem se beneficiar do uso de algumas substâncias. De maneira geral, o tratamento consiste na administração de substâncias que reduzem a secreção de ácidono estomago e, consequentemente, aumentam a motilidade gástrica. Costumam apresentar resultados positivos, melhorando o bem-estar dos bebês de forma segura.Há ainda outras drogas que estimulam o peristaltismo do esôfago e o esvaziamento gástrico.

Todos esses medicamentos devem ser ministrados em suas formas líquidas e diluídas. Além disso, por apresentarem variações muito rápidas no peso corporal, os bebês em tratamento demandam uma atenção a mais no que se refere à dose individualizada dos medicamentos, merecendo, portanto, acompanhamento médico constante e manipulação dos medicamentos por farmacêuticos altamente especializados.

É necessário o acompanhamento pelo menos uma vez ao mês para avaliar a evolução sintomática, com ganho de peso. Na medida em que os bebês vão melhorando, é reduzida a medicação aos pouquinhos.

refluxo

Onde encontrar?

A Proderma conta com uma equipe de farmacêuticos habilitados para manipular o medicamento que seu bebê precisa, nas doses adequadas ao seu peso. Caso não encontre a prescrição do seu médico em drogarias, venha para a Proderma, nossos especialistas estão à disposição com toda a assistência farmacêutica necessária para o tratamento do seu bebê.

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