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Um levantamento feito pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2016, constatou que cerca de 67% da população com menos de 50 anos de idade estava infectada pelo vírus que causa o herpes labial do tipo 1 (HSV – 1). É uma doença popular e, pela estimativa, grande parte da população, de alguma forma, já teve contato com o vírus ou conhece alguém que sofre com os efeitos.

O herpes labial é uma doença viral, que se manifesta por meio de bolhas pequenas, agrupadas e avermelhadas na pele ou na genitália. Quando ela é ocasionada pelo vírus simples do tipo 1, essas bolhas surgem na região dos lábios. Os episódios podem ser leves ou graves, dependendo das condições do organismo de quem foi afetado pelo vírus. Inclusive, qualquer pessoa, de qualquer idade, está sujeita ao contágio do herpes.

Como acontece a contaminação e como ela é desencadeada?

A contaminação acontece por meio de gotículas de saliva; por isso, o compartilhamento de objetos e/ou o contato íntimo, desde que uma das pessoas seja possuidora do vírus, pode contribuir para o contágio. Os sintomas podem aparecer na primeira ou segunda semana após o contato com o vírus. E a fase ativa da manifestação do herpes pode durar de 7 a 14 dias, aproximadamente. Porém, a eliminação total, persiste por até 23 dias.

Um dos principais fatores que desencadeiam a manifestação do vírus é a imunidade; por isso, uma longa exposição ao sol, quando a pessoa fica doente ou está passando por momento de estresse podem ser agentes que colaboram para que se manifeste o herpes.

Quais são os principais sintomas?

Como contamos, o quadro é caracterizado pelo surgimento de pequenas bolhas ao redor e/ou nos lábios. Porém, antes mesmo do aparecimento dessas lesões a pessoa pode sentir um formigamento, dor e queimação na região. Em seguida é que essas lesões se tornam dolorosas e se ulceram, liberando uma espécie de líquido amarelado. Em alguns casos, a manifestação do herpes pode vir acompanhada de sintomas como febre e mal-estar.

O uso de plantas medicinais na prevenção e tratamento do herpes labial

Muitas vezes o tratamento medicamentoso alopático é ineficiente, pois o vírus permanece nos gânglios submandibulares e, por causa da baixa imunidade, acaba voltando a ser ativado – suscitando assim a doença. Comumente, é a ação dos próprios anticorpos do indivíduo que ajudam a melhorar o quadro. Portanto, os medicamentos fitoterápicos, produzidos à base de plantas medicamentosas, são uma ótima maneira de estimular a imunidade e agir na prevenção e tratamento.

Segundo um estudo feito pela pesquisadora Silvia Regina Marcello Mello, da Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz, existe uma grande variedade de plantas com potencial terapêutico, mas as 14 principais com ação anti-inflamatória, adstringente, analgésica, antisséptica, antiviral, cicatrizante, que podem ajudar no tratamento do herpes labial, são:

– Alecrim Pimenta

– Alho

– Babosa

– Barbatimão

– Calêndula

– Camomila

– Copaíba

– Cravo da Índia

– Malva

– Romã

– Salgueiro Branco

– Salvia

– Tanchagem

– Unha de gato, espera-aí, jumpindá 

Portanto, as plantas medicinais são uma excelente alternativa para o controle do vírus da herpes. Inclusive, o fortalecimento da imunidade pode ajudar a prevenir inúmeros outros problemas de saúde. E a Proderma pode te ajudar na manipulação desses fitoterápicos. 

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