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Entre as várias sequelas pós-COVID-19 que podem surgir, a perda de olfato (anosmia) é uma delas. Se após algumas semanas o paciente notar que seu olfato não voltou ao normal, a indicação é que o indivíduo faça o chamado treinamento olfativo. Essa estratégia consiste no uso de óleos essenciais ou produtos com odores mais fortes para treinar os sentidos.

Entendendo a perda de olfato

Segundo pesquisadores, a anosmia causada por COVID-19 é diferente da advinda por outras infecções virais, como gripes e resfriados. No primeiro caso ela é muito mais profunda, e os pacientes são menos capazes de identificar odores e não conseguem identificar, por exemplo, os sabores doces e amargos; condições essas normalmente não observadas em gripes e resfriados comuns.

Óleos essenciais e treinamento olfativo

Os óleos essenciais são substâncias sintetizadas, armazenadas e liberadas pelas plantas. Portanto, têm origem completamente vegetal. Eles são utilizados de forma terapêutica, com a intenção de disparar reações na mente e no corpo com o objetivo de proporcionar bem-estar físico e emocional.

É justamente por essas propriedades que pesquisadores da Faculdade de Medicina de Norwich, da University of East Anglia (UEA), do Reino Unido, recomendam que indivíduos que experimentaram a perda de olfato inspirem pelo menos quatro odores diferentes, duas vezes por dia, durante vários meses.

Segundo Carl Philpott, responsável pela pesquisa, o método “visa a ajudar a recuperação com base na neuroplasticidade – a capacidade do cérebro de se reorganizar para compensar uma mudança ou lesão”. Os óleos essenciais mais usados neste tipo de tratamento são os de Lavanda, Menta, Laranja e Sândalo, pois são comprovadamente promotores da neurogênese (processo de formação de novos neurônios no cérebro) na zona subventricular e no bulbo olfatório, sendo que todos eles são ricos em linalol.

Mas, os óleos essenciais que estão fora desse grupo e que têm um cheiro expressivo e intenso também podem ser grandes aliados nos exercícios de treinamento do olfato. Uma forma simples de fazer esse exercício é colocando três gotas do óleo essencial nas mãos, esfregar as mãos e aproximá-las do nariz, inalando por pelo menos um minuto. Durante esse tempo, mentalmente, a pessoa deve se esforçar em perceber o aroma. Deve-se alternar quatro tipos de óleos para treinar o olfato, estimulando o cérebro a reconhecer novamente os cheiros e, assim, retomar a capacidade olfativa primária.

Cientistas ressaltam que por meio da terapia olfativa é possível induzir o corpo a estimular esses novos neurônios, que irão migrar para o bulbo olfatório e que uma pequena parte se tornará células neurais ativas. Com isso, a área onde o olfato foi perdido devido ao ataque de COVID-19, por exemplo, tende a se regenerar.

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