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      Estima-se que 1 a cada 8 mulheres americanas irão desenvolver câncer de mama invasivo ao logo da vida. Para 2019 foram estimados 59.700 novos casos de câncer de mama no Brasil. Em janeiro de 2018 já havia mais de 3,1 milhões de mulheres americanas com histórico dessa doença, incluindo as que estavam em processo e as que já haviam terminado o tratamento. Além das estatísticas referentes ao público feminino, há um alerta para o crescimento de novos casos de câncer de mama no sexo masculino.

      A maioria dos cânceres de mama é diagnosticada em mulheres com mais de 55 anos. Além dos riscos inerentes ao gênero e ao envelhecimento, o risco de uma mulher desenvolver câncer de mama praticamente dobra se tiver um parente de primeiro grau diagnosticado com essa doença.

      Cerca de 5 e 10% dos cânceres de mama estão ligados a mutações genéticas herdadas dos pais. A causa mais comum de câncer de mama hereditário é uma mutação no gene BRCA1 ou BRCA2. Estatisticamente, as mulheres com uma mutação BRCA1 têm um risco de 55 e 65% ao longo da vida de desenvolver câncer de mama. Para mulheres com mutação no BRCA2, o risco ao longo da vida é de 45%. As consequências das mutações nos genes BRCA1 e BRCA 2 aumenta também o risco de aparecimento de câncer de ovário.

      Muitos outros genes também podem levar ao desenvolvimento de câncer de mama. Como exemplo podemos citar o gene ATM (associado à doença ataxia-telangiectasia responsável por causar descoordenação motora e imunodeficiência), o TP53 (associado a síndrome de Li-Fraumeni caracterizada pelo aparecimento de tumores primários de início precoce), o CHEK2, o PTEN (associado a síndrome de Cowden responsável pelo crescimento de tumores iguais múltiplos), o CDH1, o STK11 e o PALB2 que, por sua vez, sintetiza uma proteína que interage com a proteína codificada pelo gene BRCA2.

      O câncer de mama, além de ocorrer em áreas distintas da mama tais como os ductos, os lóbulos ou o tecido intermediário, tem seu tipo determinado pelas células específicas afetadas. De acordo com as células envolvidas, os cânceres de mama podem ser classificados em duas categorias: carcinomas e sarcomas. Os carcinomas são provenientes do componente epitelial das mamas cujas células revestem os lóbulos e os ductos terminais responsáveis pela produção de leite. Os sarcomas representam uma forma mais rara de câncer de mama decorrentes dos componentes estromais que abrangem os miofibroblastos e células dos vasos sanguíneos.

      Com base em critérios de características patológicas e de invasividade, os cânceres de mama comuns podem ser divididos em três grupos principais: câncer de mama não invasivo, invasivo e metastático. O não invasivo se desenvolve in situ, dentro de ductos normais pré-existentes. O invasivo é caracterizado por células cancerígenas que se espalham para fora dos lóbulos e ductos mamários normais comprometendo também o tecido estromal circundante. Os cânceres de mama metastático são considerados os de estágio avançado cujas células doentes se espalham e acometem outros órgãos do corpo.

      A boa notícia para as pessoas acometidas pelo câncer de mama é que as taxas de mortalidade vêm diminuindo desde 1990 devido ao melhor entendimento à nível celular, molecular e genômico sobre essa doença. Os estudos de expressão gênica identificaram vários subtipos de câncer de mama que diferem significativamente no prognóstico e nos alvos terapêuticos presentes nas células cancerígenas. Uma vez que a genética permite determinar o local alvo que se busca curar, o tratamento passa ser mais personalizado e bem mais eficiente, com menor probabilidade das reações adversas ocasionadas pela quimioterapia.

      Para entendermos melhor o motivo pelo qual o câncer de mama se manifesta, precisamos unir a bioquímica e a genética molecular. As proteínas codificadas pelos genes BRCA atuam reparando danos no DNA e, portanto, suprimindo o desenvolvimento de tumores. Quando sua funcionalidade é comprometida por uma mutação, a inibição da tumorigênese é cessada favorecendo a proliferação celular. Os receptores tirosina-quinase do fator de crescimento epidérmico humano 2 (HER2), ao desencadear a fosforilação dos domínios proteicos, estimula a sinalização oncogênica levando à proliferação exacerbada de células tumorais.

      As células do câncer de mama têm expressão relativamente alta de receptores nucleares de estrogênio (ER) responsáveis pela regulação do evento transcricional. Essa ação faz com que os genes alvo tenham sejam altamente expressos, levando também ao desequilíbrio de crescimento celular. Esse é o motivo pelo qual a utilização dos anticoncepcionais e terapia de reposição hormonal são associados ao aumento da chance de ocorrência do câncer de mama.

      No entanto, a doença, assim como qualquer outro fenótipo, não se manifesta apenas devido aos fatores genéticos. Os fatores ambientais também determinar a maneira como nosso organismo irá reagir a determinada pré-disposição. Entre os fatores não genéticos que propiciam a manifestação do câncer de mama, podemos citar: Histórico familiar de câncer de mama; Etnia; Radioterapia torácica; Exposição ao dietilestilbestrol (DES); Utilização de contraceptivos orais; Exposição à terapia de reposição hormonal; Consumo excessivo de álcool e Falta de exercício físico. A obesidade também já foi cientificamente associada ao câncer de mama.  Antes da menopausa os ovários das mulheres produzem a maior parte do estrogênio do corpo, enquanto o tecido adiposo produz apenas uma pequena quantidade. Após a menopausa, visto que os ovários param de produzir estrogênio, a maior parte do estrogênio de uma mulher vem do tecido adiposo.

      Não esqueça: os exames médicos periódicos e o autoexame das mamas são indispensáveis para a saúde. Quanto antes identificado, maior a chance de cura do câncer de mama. Caso perceba qualquer um desses sintomas, procure imediatamente o médico:

      1. Secreção nos mamilos;
      2. Alteração da coloração da mama;
      3. Edema nas mamas e/ou axilas;
      4. Inversão anormal do mamilo;
      5. Nódulo endurecido que surge na axila;
      6. Coceira no mamilo que não melhora com uso de corticoide.

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