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      O mês de novembro foi escolhido como o mês de conscientização sobre o câncer de próstata, patologia muito comum e subdiagnosticada nos homens brasileiros.

      Em uma entrevista gentilmente realizada com a Urolife (centro médico especializado em urologia na cidade de Piracicaba-SP), as questões abaixo elucidam diversos fatores sobre a doença, incluindo informações sobre grupos de risco, métodos de diagnóstico e tratamento e diversas outras peculiaridades.

      Se você tem alguém em sua família que acredita que deva ler esse texto (ou realizar os exames), por favor, compartilhe com essa pessoa. Mais do que um ato de cidadania, é um ato de amor.

      #Novembroazul

      1. O câncer de próstata é frequente nos homens brasileiros? Em qual medida?

      É o segundo câncer mais comum entre os homens, perdendo apenas para o câncer de pele. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que nos anos de 2018 e 2019 apareçam 68 a 70 mil novos casos de câncer de próstata por ano.

      Embora bastante frequente, não é um câncer de alta letalidade (ou seja, dentro dos indivíduos diagnosticados com a patologia, a chance de falecimento é baixa). Todavia, o câncer de próstata é o segundo mais letal entre os homens, o que demonstra o atraso no diagnóstico em muitos casos.

      É importante salientar que toda a população masculina tem, naturalmente, 30% de chances de desenvolver câncer de próstata durante a sua vida.

            2. Qual a taxa de letalidade desta enfermidade?

      A incidência do câncer de próstata é de, em média, 10% da população masculina. Desses 10%, a taxa de mortalidade é de 3%, ou seja, não tão alta (e tem diminuído bastante). O principal responsável por essa baixa taxa é o advento do exame de sangue que mede PSA (que identifica câncer de próstata de maneira muito mais precoce do que o possível com o toque, ou seja, em fase ainda não palpável).

             3. Em qual faixa etária o câncer de próstata tem maior prevalência?

      A maior prevalência do câncer de próstata é em homens com mais de 60 anos, sendo extremamente raro que essa patologia se desenvolva em homens com menos de 50 anos. Portanto, é recomendado que o rastreamento se inicie em homens com fatores de risco para o desenvolvimento de câncer de próstata a partir dos 45 anos. Naqueles em que não há fator de risco, recomenda-se a realização dos exames partir dos 50 anos (e não a partir dos 40 anos, como se pensa).

      Consideram-se fatores de risco para câncer de próstata: histórico familiar e raça do paciente.

      a) Histórico familiar: pai ou irmãos (ou seja, 1º grau) diagnosticados com a doença. Conforme o número de familiares diagnosticados aumenta, aumenta-se também o risco. Por exemplo, se um homem tem apenas um familiar com histórico de câncer de próstata, sua chance de desenvolver a doença é de duas vezes e meia maior que homens sem histórico familiar.

      b)  Raça: A raça negra também é bastante susceptível à doença (também começa com 45 anos).

      Ou seja, se o homem não possui histórico familiar e não é negro, começa-se a realizar o rastreamento a partir dos 50 anos. Se houver uma dessas duas condições, é realizado a partir dos 45 anos. Salienta-se a importância de o homem obedecer a essas diretrizes, pois a chance de cura é de 80 a 90% para pacientes diagnosticados e tratados precocemente com o câncer de próstata.

      É importante frisar que não se trata de um exame preventivo, mas sim de rastreamento (detecção precoce). Infelizmente não há alternativas de caráter preventivo (como é possível no caso das mulheres em colo de útero, com o Papa Nicolau).

      Anualmente se faz o exame de sangue (PSA) associado ao exame de toque. Se ambos apresentarem parâmetros normais, mantém-se o acompanhamento anual. Se os parâmetros se demonstrarem alterados, ou o toque trouxer alguma suspeita (nódulo ou aumento da consistência em alguma região da próstata), deve-se fazer uma biopsia de próstata (com ultrassom transretal) para confirmar ou refutar o diagnóstico.

      Até o presente momento, nenhum outro exame traz mais informações/suspeitas sobre câncer de próstata que essa combinação de exames (PSA + toque). Portanto, não é mandatório que a população masculina realize, por exemplo, ultrassonografia anual para rastreamento da patologia.

               4. Os homens ainda apresentam resistência a frequentar anualmente o urologista?

      Isso tem melhorado muito. O acesso à informação, aliado ao apelo midiático e à mudança de postura masculina em relação à própria saúde, têm surtido efeito principalmente na geração masculina mais jovem, ocasionando uma maior assiduidade na realização de exames. Homens mais velhos, por sua vez, costumam apresentar maior resistência ao exame.

               5. Como é o tratamento de um câncer de próstata? Há sequelas para o paciente?

      O tratamento depende do estágio da doença e divide-se, normalmente, em 2 grupos:

      a) Homens com a doença localizada (apenas na próstata ou iniciando a atravessar a cápsula da próstata): têm a opção de realizar o procedimento curativo. Ex: radioterapia ou cirurgia de próstata (retirada de toda a próstata + vesículas seminais).

      b) Homens com metástase (não apenas localizada na próstata, mas disseminada): tratamento paliativo (controle). Não se realiza cirurgia nem radioterapia. Realiza-se bloqueio hormonal (bloqueio da produção de testosterona pelos testículos), pois a testosterona funciona como um fator de crescimento para o câncer de próstata. As células metastáticas se utilizam dela para se proliferarem. Esse bloqueio pode ser feito cirurgicamente (retirada dos testículos) ou injeta-se uma medicação bloqueadora da produção de testosterona testicular.

      Todos os métodos de tratamento trazem sequelas. A retirada cirúrgica da próstata, por exemplo, pode trazer incontinência urinária (incidência de 10%) e/ou disfunção erétil (impotência sexual), com incidência 50 a 90% nesse caso.

      A radioterapia, por sua vez, pode também trazer a impotência (até 40% de incidência), além de outros problemas causados pela exposição à radiação nos órgãos adjacentes à próstata (como a bexiga e reto). A incontinência urinária, hematúria (sangue na urina) e a hematoquezia (sangue nas fezes) são as sequelas mais comuns nesse caso.

      Como sequelas do bloqueio hormonal, são aquelas intrínsecas à própria queda da testosterona no organismo, como as ondas de calor (“fogachos”), redução da massa muscular, da pilificação (produção de pelos), da libido e da função erétil. Também se observam quadros semelhantes à depressão, acarretando na limitação de concentração, memória e disposição para realizar as atividades diárias.

               6. Em sua opinião, as politicas públicas para detecção e tratamento deste câncer são satisfatórias?

      Atualmente essas políticas melhoraram muito (nos últimos 15, 20 anos, principalmente). Alguns dos pontos de melhoria se baseiam em:

      – Aumento nos investimentos em exames de PSA;

      – Abertura de centros médicos especializados voltados à realização do diagnóstico precoce do câncer de próstata;

      As dificuldades, entretanto, ainda existem, e são variáveis de acordo com os estados do país. Em alguns estados, essa ação é realizada de forma mais abrangente (causando maior impacto à população); em outros estados, entretanto, as dificuldades por longas distâncias e baixa acessibilidade dificultam o processo.

      O grande viés do rastreamento populacional do câncer de próstata é o custo elevado com o diagnóstico e tratamento da patologia associado a um impacto pequeno na redução da mortalidade atribuída a este câncer.

       

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