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Caracterizada pela inflamação dos folículos capilares, o local de onde nascem os pelos, a foliculite pode ser causada por fungos, vírus ou bactérias presentes na pele e atingir diferentes partes do corpo, como rosto, costas, braços, pernas, axilas, virilha, couro cabeludo, entre outras. A condição também pode se desenvolver devido ao pelo encravado, principalmente após procedimentos de depilação, uma das principais causas da inflamação, que se origina no momento em que o crescimento dos pelos acontece na direção contrária. 

Principais sintomas

Com aspecto semelhante a uma espinha, as manifestações da foliculite são variadas e podem gerar dores, coceiras, vermelhidão, irritações e grosseirões. Embora seja mais comum em regiões com pelos grossos e enrolados, esta doença da pele pode atingir qualquer parte do corpo que tenha folículos. É um problema que apresenta chances de se agravar com o tempo, evoluindo para a foliculite profunda, em que os sintomas são mais intensos e há, inclusive, a presença de pus e o risco de atingir outras camadas da pele, a glândula sebácea, formando furúnculos.

Tratamento

A intensidade dos sintomas e das reações é o que vai definir a melhor forma de tratar a foliculite. Em alguns casos, a higienização e hidratação com produtos neutros no local onde os folículos se inflamam podem amenizar os sintomas de modo significativo. Já em situações mais intensas, é necessário o uso de cremes e pomadas específicas e até medicamentos orais, como anti-inflamatórios e antibióticos. 

Em reações mais leves, procedimentos simples e caseiros, como compressas mornas com plantas medicinais, como camomila, por exemplo, também podem trazer alívio aos sintomas. E lembre-se: coçar ou cutucar a pele pode agravar seriamente as lesões. Sendo assim, é importante buscar formas de amenizar os incômodos sem causar complicações. 

Formas de prevenção

Considerando que a foliculite pode ser um problema recorrente, alguns hábitos diários contribuem para que as inflamações sejam reduzidas e evitadas. Manter as áreas afetadas sempre higienizadas e secas, evitar que o suor se acumule, não tomar banho com água muito quente e utilizar roupas leves e limpas são as formas mais eficazes de prevenção e investimento na saúde da pele. 

Nas áreas nas quais é realizada a depilação, é preciso um cuidado maior, pois os métodos e produtos podem originar e intensificar a inflamação. De maneira geral, a depilação a laser é a mais indicada para que não haja sofrimento com a foliculite. No entanto, outras formas de depilação também podem ser favoráveis, mas sempre com orientação profissional, pois é necessário avaliar o tipo da pele e outros fatores envolvidos.    

Nos casos de depilação com o uso de lâminas, é preciso que a raspagem seja realizada de cima para baixo, ou seja, no sentido do crescimento dos pelos. Além disso, evitar o uso de produtos químicos que possam irritar ou agredir a pele também é de fundamental importância. 

Vale ressaltar que este problema tem a necessidade de um acompanhamento especializado, principalmente se os sintomas aumentarem ou persistirem, para, assim, ficar longe dos riscos da prática da automedicação e garantir que a pele receba os cuidados que merece.