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Glutamina pura 300g

Cod: 005192

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Glutamina pura 300g

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Glutamina pura 150g

A Glutamina é um dos aminoácidos codificados pelo código genético, sendo portanto um dos componentes das proteínas dos seres vivos.

A glutamina é o aminoácido livre mais abundante no tecido muscular. Além de atuar como nutriente (energético) para as células imunológicas, a glutamina apresenta uma importante função anabólica, promovendo o crescimento muscular.

Este efeito pode estar associado à sua capacidade de captar água para o meio intracelular, estimulando, assim, a síntese proteica.

Benefícios

- Manutenção do sistema imunológico;

- Equilíbrio do balanço ácido/básico durante estado de acidose;

- Possível reguladora da síntese e da degradação de proteínas;

- Controle do volume celular;

- Desintoxicação corporal do nitrogênio e da amônia;

- Controle entre o catabolismo e anabolismo;

- No combate à síndrome do overtraining (OTS);

- Precursor de nitrogênio para a síntese de nucleotídeos.

Modo de usar: somente para uso oral e enteral. Se não houver orientação médica contrária, recomenda-se ingerir 1 medida (vide indicação da medida no copo medidor) 1 vez ao dia. Contém copo medidor no interior da embalagem (10ml equivalem a aproximadamente 5 gramas). Em caso de dúvidas, procurar orientação com a Equipe Farmacêutica Proderma.

Mecanismo de ação

Duas particularidades importantes da glutamina são a sua capacidade de promover uma liberação extra de hormônios e a presença de dois radicais amina em sua cadeia carbônica.

Para alguns nutricionistas, a glutamina não é considerada como "não essencial" devido à sua grande importância tanto para a síntese dos demais aminoácidos, quanto para a manutenção da homeostase de vários tecidos durante estados catabólicos.

Síntese de Aminoácidos

A síntese dos aminoácidos se dá devido à capacidade da glutamina de doar um radical amina de sua cadeia para a formação de outros aminoácidos. Assim, a glutamina possui um papel importante na gliconeogênese ao participar do ciclo alanina-glicose. No músculo, o ácido pirúvico recebe um radical amina do ácido glutâmico (derivado da glutamina) e formará a alanina que por sua vez será transportada para o fígado onde após sua desaminação (perda de NH2), produzirá glicose (McArdle, 1998).

Controle do pH sanguíneo

O controle do balanço ácido/ básico é importante para que o pH sanguíneo varie somente entre 7.35 e 7.45, sendo executado pela glutamina de várias formas. Além de fornecer a nutrição adequada dos rins para promover a liberação de H+, ela atua diretamente nesse processo.

A quebra da glutamina nos túbulos distais dos rins é um caminho primário para se aumentar a quantidade de amônia renal. O H+ em excesso não é capaz de ser excretado sozinho pela urina, então ele se junta à amônia (formando um íon de amônia) que, em combinação com um ânion, geralmente o clorídrico, pode ser excretado pela urina. A outra maneira seria o aumento na produção de íons bicarbonato pela oxidação dos carbonos das cadeias de glutamina. O bicarbonato seria lançado para a corrente sanguínea e tamponaria o H+ excedente (Rowbotton, 1996).

Referente à síntese muscular (anabolismo), a glutamina atua fazendo o transporte do nitrogênio para a formação de grande parte dos aminoácidos corporais. Além disto, ela atua como precursora de nitrogênio para a formação de nucleotídeos, atuando na sua formação.

Glutamina e o sistema imune

Após atividades físicas de grande estresse, a quantidade de células fagocitárias do sistema imune fica muito diminuída, podendo pré-dispor os atletas a infecções oportunistas. Supõe-se que a glutamina ajude a controlar esse desequilíbrio.

A glutamina é usada como energia pelas células do sistema imune para a formação de anticorpos e, durante o período de ataque de corpos patogênicos (estranhos), é utilizada como combustível direto para as células do sistema imune se duplicarem (Robottom, 1996). Ela também atua indiretamente na duplicação das células do sistema imune através da síntese de nucleotídeos.

Bill Phillips (1997) chegou a propor uma suplementação de RNA junto com glutamina (que é um precursor de RNA). Estudos mostraram que a suplementação de RNA aumentou a função imunológica, especialmente em pacientes com alto estresse metabólico (Bill Philip, 1997).

Foi apontado que o potencial de fagocitose das células imunes é bem maior quando o nível de glutamina plasmática está normal (Walsch, 1998). Os linfócitos possuem alta atividade da enzima glutaminase e baixa da glutamina sintetase, fazendo com que as células do sistema imunológico dependam da glutamina plasmática para seu metabolismo.

Assim, uma queda no nível plasmático de glutamina (como em exercícios prolongados) poderia causar uma baixa na função imune, uma comprometida resposta aos perigos imunológicos e um alto risco de infecção (Rowbotton, 1996).

Voltando à glutamina, o ponto de maior interesse para os atletas é sua função como minimizadora dos efeitos da síndrome do overtraining (OTS) que pode ser definida como uma fadiga prolongada presente após atividades muito rigorosas, períodos prolongados de treinos muito intensos e descansos insuficientes ou incompletos, levando a uma incidência maior de infecções nesses períodos.

Testes nos quais se comparou a concentração de glutamina plasmática em dois grupos, um com os sintomas da síndrome e o outro sem os mesmos, apresentou síndrome, 503 micromol/L, e 550 micromol/L sem a síndrome. Essa maior incidência de infecções relacionada com a diminuição nos níveis de glutamina plasmáticos tem relação com uma queda na imunidade e a translocação de vírus e bactérias no intestino.

Com relação ao intestino, chegou-se à conclusão de que um nível mais adequado de glutamina fará a manutenção da integridade da barreira física do intestino impedindo invasões de bactérias e vírus. O trato gastrointestinal é reconhecido como um dos maiores consumidores de glutamina, contabilizando 40 % de toda glutamina utilizada pelo corpo.

Já com relação à queda na imunidade, um teste feito por NIEMAN, buscava verificar quanto tempo após a atividade esse nível de células fagocitárias (Natural Killers) voltaria ao normal. Chegou-se à conclusão de que após 30 minutos isso aconteceria, o que não ocorre com os níveis elevados de glutamina, podendo demorar mais de 7 horas.

Recentemente, mudanças na taxa de oxidação de glutamina após o exercício vêm sendo ligadas às mudanças na circulação das células NK (Rowbotton, 1996).

Essa relação feita entre a OTS e a queda nos níveis de glutamina surgiu posteriormente a testes que concluíram que, durante a atividade de endurance, esses níveis tinham um pico acompanhado por uma queda na reserva de glutamina muscular, e, após a mesma, ocorria uma diminuição brusca, que perdurava por várias horas. Isso corrobora com os trabalhos que colocavam uma maior demanda de glutamina exercida por órgãos corporais como o fígado, os rins, pâncreas, intestinos e etc., durante as atividades, fazendo sua remoção dos músculos, cérebro e pulmões (Rowbotton, 1996 e Walsh, 1998).

Cérebro

O cérebro também é considerado um produtor de glutamina, principalmente pela necessidade de desintoxicação cerebral da acumulação de amônia. Entretanto, a glutamina também é um importante precursor para a síntese de glutamato e do ácido gama-aminobutírico (GABA), neurotransmissores excitadores e inibidores do cérebro, respectivamente.

Consequentemente, a glutamina poderá ter um papel a desempenhar em nível cerebral. Como já foi dito, a glutamina é o aminoácido em maior abundância no corpo humano, e é capaz de passar pela barreira hematoencefálica, o que faz com que ela exerça uma função importante para o cérebro.

Ao chegar ao cérebro, a glutamina é logo convertida em ácido glutâmico, que irá aumentar a quantidade do gaba "in loco". Posteriormente, o ácido glutâmico irá captar uma molécula de amônia, sintetizando novamente a glutamina, que fará a desintoxicação cerebral pela amônia.

Importância

Seriam indiscutíveis, segundo as pesquisas, os efeitos gerados pelas variações dos níveis de glutamina plasmáticos, tais como: o controle do catabolismo muscular; manutenção do balanço ácido/básico; diminuição dos sintomas da OTS; e outros já mencionados acima.

Mas o ponto chave de todas essas descobertas é a quantidade ideal de sua administração para que ela exerça seus efeitos de forma a alcançar os maiores benefícios possíveis. Mesmo sem termos, até hoje, nenhum trabalho que comprove malefícios causados por uma possível hiperdosagem, essa possibilidade não deve ser descartada.

Composição: L-Glutamina pura 150g.

Informação nutricional: 5 gramas de L-Glutamina pura fornecem 5 gramas de proteínas e 20 kcal.

*ZERO AÇÚCAR, GORDURAS, FIBRAS, LACTOSE, GLÚTEN E CARBOIDRATOS.

Advertências, contraindicações e precauções

1. Nunca compre medicamentos/suplementos/cosméticos sem orientação de um profissional habilitado.

2. Imagens meramente ilustrativas.

3. Pessoas com hipersensibilidade à(s) substância(s) não devem ingerir e/ou aplicar o produto.

4. Em caso de hipersensibilidade, recomenda-se descontinuar o uso e consultar o médico.

5. Não use o medicamento/suplemento/cosmético com o prazo de validade vencido.

6. Mantenha o medicamento/suplemento/cosmético em temperatura ambiente (15 a 30ºC). Proteja da luz, do calor e da umidade. Nestas condições, o medicamento/suplemento/cosmético se manterá próprio para o consumo, respeitando o prazo de validade indicado na embalagem.

7. Todo medicamento/suplemento/cosmético deve ser mantido fora do alcance de crianças.

8. Este medicamento/suplemento/cosmético não deve ser utilizado por menores de 18 anos sem orientação médica ou do profissional legalmente habilitado.

9. Medicamentos/suplementos encapsulados não deverão ser partidos, mastigados ou ter o conteúdo misturado diretamente em líquidos. Cosméticos não devem ser misturados, aquecidos, resfriados ou diluídos, a não ser que você receba orientação contrária. Respeite a forma farmacêutica prescrita pelo profissional.

10. Siga corretamente o modo de usar.

11. "O estabelecimento farmacêutico deve assegurar ao usuário o direito à informação e orientação quanto ao uso de medicamentos solicitados por acesso remoto" RDC 44 de 17 de agosto de 2009, Artigo 58.

12. Preços e condições exclusivos para o site da Proderma. Os preços podem sofrer alterações sem prévia notificação.

13. Os medicamentos vendidos sob prescrição só serão dispensados mediante a apresentação da receita enviada via fax, e-mail ou link da receita digital. Evite a automedicação, medicamentos podem causar efeitos indesejados. Procure sempre um médico ou informe-se com a equipe farmacêutica Proderma.

14. Venda sob prescrição de profissional habilitado, podendo este ser o nosso farmacêutico, conforme a Resolução 586/2013 do Conselho Federal de Farmácia. Consulte-nos.

15. Os resultados e indicações referentes ao uso desse produto foram avaliados e comprovados pelo fabricante deste insumo farmacêutico. Não garantimos os resultados descritos, pois variam de pessoa para pessoa, dependendo de diversos fatores como alimentação, prática de exercícios físicos e presença de outras patologias, bem como o uso correto do produto conforme descrito na posologia."

16. As descrições dos medicamentos/suplementos/cosméticos neste site não se tratam de propaganda, mas explicações sobre os mecanismos de ação e efeitos avaliados cientificamente dos mesmos. Consulte sempre um profissional legalmente habilitado antes de fazer uso de qualquer medicamento/suplemento/cosmético.

17. Não recomendamos o uso de qualquer medicamento/suplemento/cosmético por gestantes, lactantes (mulheres amamentando) ou crianças, salvo sob recomendação médica ou de profissional legalmente habilitado.

18. A Proderma é uma farmácia de manipulação e, portanto, os produtos anunciados neste site serão produzidos sob encomenda. Estes pedidos usualmente ficam prontos em 48h.

19. Este produto é contraindicado para indivíduos com hipersensibilidade à L-Glutamina.

20. Altas doses de aminoácidos podem gerar sobrecarga no funcionamento do fígado e dos rins. Indivíduos com problemas nestes órgãos devem passar por supervisão médica.

21. PROIBIDO PARA USO PARENTERAL.

22. Mulheres grávidas e lactantes não devem fazer uso desse produto sem a devida supervisão médica.

Informações:

PRODERMA FARMÁCIA DE MANIPULAÇÃO LTDA

Responsável técnico: Helena de Fátima Baptistella de Nápoli - CRF SP 8438

Loja 1 (Matriz): Rua Prudente de Moraes, 917 - Centro - Piracicaba SP / CEP: 13400-315

Tel: (19) 3447-7000 / Whatsapp: (19) 99883-9009

Loja 2 (Filial): Avenida Rui Barbosa, 519 - Vila Rezende - Piracicaba SP / CEP: 13405-217

Tel: (19) 3421-2112 / Whatsapp: (19) 99811-3752

Referências

1. Glutamina: Aspectos Bioquímicos, Metabólicos, Moleculares e Suplementação Glutamine: Biochemical, Metabolic, Molecular Aspects and Supplementation. Rev Bras Med Esporte - Vol. 15, No 5 - Set/Out, 2009 Vinicius Fernandes Cruzat Éder Ricardo Petry Julio Tirapegui

Glutamina pura 300g

Sobre o produto

A Glutamina é um dos aminoácidos codificados pelo código genético, sendo portanto um dos componentes das proteínas dos seres vivos.

A glutamina é o aminoácido livre mais abundante no tecido muscular. Além de atuar como nutriente (energético) para as células imunológicas, a glutamina apresenta uma importante função anabólica, promovendo o crescimento muscular.

Este efeito pode estar associado à sua capacidade de captar água para o meio intracelular, estimulando, assim, a síntese proteica.
Aplicações segundo a literatura

? Manutenção do sistema imunológico;
? Equilíbrio do balanço ácido/básico durante estado de acidose;
? Possível reguladora da síntese e da degradação de proteínas;
? Controle do volume celular;
? Desintoxicação corporal do nitrogênio e da amônia;
? Controle entre o catabolismo e anabolismo;
? No combate à síndrome do overtraining (OTS);
? Precursor de nitrogênio para a síntese de nucleotídeos.

Mecanismo de ação

Duas particularidades importantes da glutamina são a sua capacidade de promover uma liberação extra de hormônios e a presença de dois radicais amina em sua cadeia carbônica.

Para alguns nutricionistas, a glutamina não é considerada como "não essencial" devido à sua grande importância tanto para a síntese dos demais aminoácidos, quanto para a manutenção da homeostase de vários tecidos durante estados catabólicos.

Síntese de Aminoácidos

A síntese dos aminoácidos se dá devido à capacidade da glutamina de doar um radical amina de sua cadeia para a formação de outros aminoácidos. Assim, a glutamina possui um papel importante na gliconeogênese ao participar do ciclo alanina-glicose. No músculo, o ácido pirúvico recebe um radical amina do ácido glutâmico (derivado da glutamina) e formará a alanina que por sua vez será transportada para o fígado onde após sua desaminação (perda de NH2), produzirá glicose (McArdle, 1998).

Controle do pH sanguíneo

O controle do balanço ácido/ básico é importante para que o pH sanguíneo varie somente entre 7.35 e 7.45, sendo executado pela glutamina de várias formas. Além de fornecer a nutrição adequada dos rins para promover a liberação de H+, ela atua diretamente nesse processo.

A quebra da glutamina nos túbulos distais dos rins é um caminho primário para se aumentar a quantidade de amônia renal. O H+ em excesso não é capaz de ser excretado sozinho pela urina, então ele se junta à amônia (formando um íon de amônia) que, em combinação com um ânion, geralmente o clorídrico, pode ser excretado pela urina. A outra maneira seria o aumento na produção de íons bicarbonato pela oxidação dos carbonos das cadeias de glutamina. O bicarbonato seria lançado para a corrente sanguínea e tamponaria o H+ excedente (Rowbotton, 1996).

Referente à síntese muscular (anabolismo), a glutamina atua fazendo o transporte do nitrogênio para a formação de grande parte dos aminoácidos corporais. Além disto, ela atua como precursora de nitrogênio para a formação de nucleotídeos, atuando na sua formação.

Glutamina e o sistema imune

Após atividades físicas de grande estresse, a quantidade de células fagocitárias do sistema imune fica muito diminuída, podendo pré-dispor os atletas a infecções oportunistas. Supõe-se que a glutamina ajude a controlar esse desequilíbrio.

A glutamina é usada como energia pelas células do sistema imune para a formação de anticorpos e, durante o período de ataque de corpos patogênicos (estranhos), é utilizada como combustível direto para as células do sistema imune se duplicarem (Robottom, 1996). Ela também atua indiretamente na duplicação das células do sistema imune através da síntese de nucleotídeos.

Bill Phillips (1997) chegou a propor uma suplementação de RNA junto com glutamina (que é um precursor de RNA). Estudos mostraram que a suplementação de RNA aumentou a função imunológica, especialmente em pacientes com alto estresse metabólico (Bill Philip, 1997).

Foi apontado que o potencial de fagocitose das células imunes é bem maior quando o nível de glutamina plasmática está normal (Walsch, 1998). Os linfócitos possuem alta atividade da enzima glutaminase e baixa da glutamina sintetase, fazendo com que as células do sistema imunológico dependam da glutamina plasmática para seu metabolismo.

Assim, uma queda no nível plasmático de glutamina (como em exercícios prolongados) poderia causar uma baixa na função imune, uma comprometida resposta aos perigos imunológicos e um alto risco de infecção (Rowbotton, 1996).

Voltando à glutamina, o ponto de maior interesse para os atletas é sua função como minimizadora dos efeitos da síndrome do overtraining (OTS) que pode ser definida como uma fadiga prolongada presente após atividades muito rigorosas, períodos prolongados de treinos muito intensos e descansos insuficientes ou incompletos, levando a uma incidência maior de infecções nesses períodos.

Testes nos quais se comparou a concentração de glutamina plasmática em dois grupos, um com os sintomas da síndrome e o outro sem os mesmos, apresentou síndrome, 503 micromol/L, e 550 micromol/L sem a síndrome. Essa maior incidência de infecções relacionada com a diminuição nos níveis de glutamina plasmáticos tem relação com uma queda na imunidade e a translocação de vírus e bactérias no intestino.

Com relação ao intestino, chegou-se à conclusão de que um nível mais adequado de glutamina fará a manutenção da integridade da barreira física do intestino impedindo invasões de bactérias e vírus. O trato gastrointestinal é reconhecido como um dos maiores consumidores de glutamina, contabilizando 40 % de toda glutamina utilizada pelo corpo.

Já com relação à queda na imunidade, um teste feito por NIEMAN, buscava verificar quanto tempo após a atividade esse nível de células fagocitárias (Natural Killers) voltaria ao normal. Chegou-se à conclusão de que após 30 minutos isso aconteceria, o que não ocorre com os níveis elevados de glutamina, podendo demorar mais de 7 horas.

Recentemente, mudanças na taxa de oxidação de glutamina após o exercício vêm sendo ligadas às mudanças na circulação das células NK (Rowbotton, 1996).

Essa relação feita entre a OTS e a queda nos níveis de glutamina surgiu posteriormente a testes que concluíram que, durante a atividade de endurance, esses níveis tinham um pico acompanhado por uma queda na reserva de glutamina muscular, e, após a mesma, ocorria uma diminuição brusca, que perdurava por várias horas. Isso corrobora com os trabalhos que colocavam uma maior demanda de glutamina exercida por órgãos corporais como o fígado, os rins, pâncreas, intestinos e etc., durante as atividades, fazendo sua remoção dos músculos, cérebro e pulmões (Rowbotton, 1996 e Walsh, 1998).

Cérebro

O cérebro também é considerado um produtor de glutamina, principalmente pela necessidade de desintoxicação cerebral da acumulação de amônia. Entretanto, a glutamina também é um importante precursor para a síntese de glutamato e do ácido gama-aminobutírico (GABA), neurotransmissores excitadores e inibidores do cérebro, respectivamente.

Consequentemente, a glutamina poderá ter um papel a desempenhar em nível cerebral. Como já foi dito, a glutamina é o aminoácido em maior abundância no corpo humano, e é capaz de passar pela barreira hematoencefálica, o que faz com que ela exerça uma função importante para o cérebro.

Ao chegar ao cérebro, a glutamina é logo convertida em ácido glutâmico, que irá aumentar a quantidade do gaba "in loco". Posteriormente, o ácido glutâmico irá captar uma molécula de amônia, sintetizando novamente a glutamina, que fará a desintoxicação cerebral pela amônia.

Importância

Seriam indiscutíveis, segundo as pesquisas, os efeitos gerados pelas variações dos níveis de glutamina plasmáticos, tais como: o controle do catabolismo muscular; manutenção do balanço ácido/básico; diminuição dos sintomas da OTS; e outros já mencionados acima.

Mas o ponto chave de todas essas descobertas é a quantidade ideal de sua administração para que ela exerça seus efeitos de forma a alcançar os maiores benefícios possíveis. Mesmo sem termos, até hoje, nenhum trabalho que comprove malefícios causados por uma possível hiperdosagem, essa possibilidade não deve ser descartada.

Advertências, contraindicações e precauções

1.Nunca compre medicamento sem orientação de um profissional habilitado.
2. Imagens meramente ilustrativas.
3. Pessoas com hipersensibilidade à substância não devem ingerir o produto.
4. Em caso de hipersensibilidade ao produto, recomenda-se descontinuar o uso e consultar o médico.
5. Não use o medicamento com o prazo de validade vencido.
6. Manter em temperatura ambiente (15 a 30ºC). Proteger da luz, do calor e da umidade. Nestas condições, o medicamento se manterá próprio para o consumo, respeitando o prazo de validade indicado na embalagem.
7. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
8. Este medicamento não deve ser utilizado por menores de 18 anos sem orientação médica.
9. Este medicamento não deverá ser partido ou mastigado.
10. Siga corretamente o modo de usar. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação médica.
11. "SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO


Referências

1 Disponível em https://infinitypharma.com.br/uploads/insumos/pdf/l/l-glutamina.pdf. Acesso em 04/04/2019.

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