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      Mudanças nos hábitos das famílias podem reverter o aumento da doença no Brasil

      As crianças brasileiras estão cada vez mais pesadas e sedentárias. Dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde apontam que cerca de 8% das crianças com até cinco anos são consideradas obesas. Além disso, a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e a Organização Pan-americana de Saúde divulgaram, em 2017, o “Panorama da Segurança Alimentar e Nutricional na América Latina e Caribe”, relatório que aponta que a obesidade vem crescendo no Brasil, assim como em toda a região pesquisada, com tendência de maior crescimento entre as crianças. O levantamento estima em 3,9 milhões as crianças com sobrepeso no continente.

      A obesidade pode ser provocada por diversos fatores, sejam de ordem hereditária, social ou comportamental, que vão desde a dificuldade em promover uma boa alimentação até o sedentarismo. Na correria do dia a dia, os pais acabam optando por pratos mais rápidos para os filhos, o que leva a uma alimentação rica em gordura e carboidrato, com poucas opções saudáveis.

      O avanço da obesidade entre esse público está ligado os novos hábitos das famílias. Hoje as pessoas se tornam pais mais tarde, pois o foco principal está no trabalho. A comida caseira muitas vezes é um luxo ou restrita aos fins de semana. O lanche das crianças é de pacotinho, suco de caixinha, bolinho. Isso muda o paladar e cria um vício.

      Riscos de gente grande

      A obesidade infantil traz consigo outros problemas de saúde, tornando a criança propensa ao aumento de pressão arterial, dislipidemia, intolerância (ou tolerância diminuída) à glicose e até esteatose (presença de gordura no fígado). São doenças que antes só ocorriam em adultos. Essas crianças também podem ter mais lesões ortopédicas, por conta do peso elevado, desenvolver apneia do sono e ter redução do rendimento escolar. Em casos mais extremos, essas crianças não têm nutrientes para manter as sinapses nervosas e podem ter o aprendizado prejudicado.

      Outro problema é o agravamento desses riscos na idade adulta, uma vez que essas crianças tendem fortemente a se tornar adultos obesos. Esses adultos ficarão propensos a doenças cardiovasculares, infarto, acidente vascular cerebral, diabetes, hipertensão e até alguns tipos de câncer, como os de mama, próstata e cólon. Nas mulheres, há ainda a dificuldade para engravidar, diabetes gestacional e o risco de gerarem bebês com peso inadequado.

      Dá para reverter

      Crianças obesas precisam de tratamento, que passa pelo acompanhamento multidisciplinar de profissionais de saúde. A primeira prescrição é a mudança de hábitos: alimentos saudáveis, ingeridos nas horas certas, dormir cedo e fazer atividades físicas regulares.

      Além disso, muitas vezes é preciso entrar com suplementos nutricionais, ou mesmo medicamentos, que apóiem a retomada da saúde.

      Há casos em que, por comerem mal, as crianças acabam ficando sem aporte proteico, vitamínico e de fibras. Nesses casos, a suplementação acelera a recuperação da criança. Podem ser usadas fibras para dar saciedade e ajudá-las a ir ao banheiro. Além disso, probióticos ajudam a refazer a flora intestinal, que até então vinha sendo prejudicada pela alimentação rica em açúcares e gorduras e pobre em nutrientes benéficos para o intestino. Ao tratar a flora intestinal, a criança dá um passo importante para ter uma imunidade melhor e para regular diversas funções do organismo, se aproximando de uma situação de equilíbrio.

      Qualquer prescrição sempre depende de uma abordagem totalmente individualizada e constantemente reavaliada. Entre as indicações, pode surgir a necessidade de receitar o uso de vitaminas A, D, B12, selênio, cromo, zinco e magnésio.

      Medicamentos

      Em todos os casos o acompanhamento nutricional é fundamental. Pode, porém, ser insuficiente. Situações específicas de obesidade mais severas podem demandar a prescrição de medicamentos para potencializar a perda de peso e atuar no controle da ansiedade e da compulsão.

      A publicação “Obesidade na infância e adolescência: manual de orientação”, da Sociedade Brasileira de Pediatria, indica que, antes de optar por incluir medicação, o tratamento sempre deve ser feito, por pelo menos seis meses, de forma conservadora.

      Quando realmente há indicação medicamentosa, as prescrições devem atender, à risca, as reais necessidades da criança, prezando a menor dose com o menor efeito colateral possível. O documento cita as substâncias fluoxetina, sertralina e metformina. Em relação aos fármacos de atuação direta na obesidade infanto-juvenil, estão hoje disponíveis produtos que podem, em circunstâncias bem determinadas, ser utilizados como coadjuvantes.

      Há situações, também, em que, ao invés de medicar, é preciso suspender ou substituir medicações que levam ao ganho de peso como efeito colateral. Avaliação e acompanhamento devem necessariamente ser feitos por um médico.

      Texto original: Revista Anfarmag nº112

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