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      Menopausa: o início de uma nova fase

      Da terapia hormonal ao uso de plantas medicinais, tratamentos para o climatério visam melhoras para sintomas como as ondas de calor e o ressecamento vaginal.

      Por volta do 50 anos, a mulheres iniciam um ciclo marcante, o climatério, que estabelece a transição entre o período reprodutivo e o não reprodutivo, estendendo-se geralmente até os 65 anos de idade. A menopausa é definida pelo último período menstrual – um marco dessa fase –, e só é reconhecida após 12 meses de sua ocorrência. Durante o climatério há um declínio no nível hormonal (principalmente estrogênio e progesterona). “É um momento de transformações, não apenas físicas, mas de resgate da força individual, em que a mulher tende a iniciar novos projetos e usar a sabedoria acumulada ao longo da vida”, analisa Luiz Henrique Basile, ginecologista e nutrólogo de São Paulo.

      Do ponto de vista orgânico, alguns sintomas podem trazer desconforto. No Manual de Atenção à Mulher no Climatério/Menopausa, do Ministério da Saúde, o climatério é descrito como uma fase natural, não devendo ser considerado doença. No entanto, o documento indica que é “fundamental que haja, nessa fase da vida, um acompanhamento sistemático visando à promoção da saúde, o diagnóstico precoce, o tratamento imediato dos agravos e a prevenção de danos”.

      A queixa mais frequente está relacionada aos fogachos, as famosas ondas de calor que vão do tórax ao rosto e provocam sensação de calor e sudorese. Além do desconforto térmico, que pode atrapalhar a rotina diária e o sono, já existem estudos que apontam que os fogachos interferem no raciocínio e no humor.

      O segundo sintoma mais frequente é a atrofia do trato genital inferior, principalmente da vagina e da vulva, que pode vir acompanhada de incontinência urinária. “Como a lubrificação diminui, há dificuldade para manter relações sexuais, o que pode afetar o relacionamento com o parceiro”, explica o médico. Além disso, podem ocorrer alterações de humor, irritabilidade, ressecamento da pele e do cabelo e unhas quebradiças. Algumas pacientes irão apresentar os sintomas de forma mais intensa, outras não. Há ainda os sintomas em longo prazo, como osteoporose e alterações cardiovasculares.

      E os hormônios?

      Os ovários, acostumados a responder à demanda do sistema nervoso central (hipófise e hipotálamo) para produzir os hormônios estrogênio e progesterona, cessam essa produção, que é suprida, por um período e em pequena porcentagem, pela glândula suprarrenal. Apesar de ser uma mudança natural, em muitos casos a terapia de reposição hormonal é a conduta sugerida para esse período.

      A progesterona é o primeiro hormônio que declina, por volta dos 40 anos. O declínio do estradiol acontece entre os 45 e 55 anos e vem associado a sintomas vasomotores. São comuns ondas de calor, suor, parestesias, taquicardia, ganho de peso, perda da elasticidade cutânea, aumento da incidência e da profundidade das rugas e aumento da incidência de osteoporose devido à incapacidade dos estrogênios de inibir a atividade dos osteoclastos, que acentuam a destruição óssea.

      De acordo com Basile, a reposição hormonal pode trazer benefícios para a paciente. “Mas essa é uma decisão que deve ser tomada inteiramente pela mulher, muitas não querem, têm medo ou acabam desistindo, por ser uma terapia de longo prazo. Há também algumas condições que não permitem o tratamento, como pacientes que já tiveram câncer de mama”, explica.

      Cada vez mais, a reposição hormonal tem sido realizada de maneira personalizada, sendo iniciada com dosagens baixas. “É preciso lembrar que, para cada caso, haverá uma resposta diferente”, alerta o médico, que prescreve especialmente formas de uso tópico, como géis e cremes.

      A aplicação pode ser transdérmica ou intravaginal, para uma absorção mais rápida pela corrente sanguínea, o que permite que as doses sejam menores e os efeitos colaterais mais brandos.

      O médico também recomenda que o estrogênio e a progesterona não sejam associados na formulação, já que têm ações específicas, que variam de acordo com a hora do dia. “O primeiro deve ser usado pela manhã, o outro, à noite, pois possuem carcterísticas antagônicas, de energização e calma, respectivamente”, afirma Basile. Em alguns casos, a terapia prevê também o uso de pequenas doses de testosterona de forma complementar.

      Terapias complementares

      As pacientes que optam por não realizar a reposição hormonal podem escolher outras formas de se cuidar, que incluem a fitoterapia, a homeopatia, a antroposofia e a acupuntura.

      No caso dos fitoterápicos, Basile explica que existem diversas plantas cujos compostos ocupam os receptores onde antes atuava o estrogênio, trazendo alívio para os sintomas. Entre as mais usadas estão as folhas de amora (Morus nigra), a Cimicifuga racenosa, o Borago officinalis, o Trifolium pratense e a isoflavona, encontrada na soja e derivados.

      Os fitoterápicos também são utilizados para a manipulação de géis vaginais específicos para cada uso. Uma das fórmulas mais usuais indicadas pelo médico associa Melissa oficinallis e Majorana hortensis, principalmente para mulheres que têm contraindicação absoluta para uso de hormônios.

      Quando a escolha é pela homeopatia ou antroposofia, a medicação segue os critérios gerais de cada um dos métodos, que vão de acordo com o estado geral e a história de vida da paciente. Segundo Basile, outro complemento importante para lidar bem com as mudanças é a prática regular de atividades físicas, além de dieta saudável, acupuntura, ioga, terapia artística e outras práticas correlatas. O importante, afirma, é encontrar maneiras de entrar bem em uma nova etapa da vida. “Esse é o momento de redescobrir metas antigas ou criar novos objetivos, de encontrar um caminho que traga harmonia”, diz.

      Exemplo de fórmula que seu médico poderá prescrever:

      Cimicifuga racemosa extrato seco padronizado 2% em cápsulas.

      Fonte: BATISTUZZO, J.A.O; ITAYA, M.; e ETO, Y. Formulário Médico Farmacêutico, 5 ed. São Paulo: Athaneu, 2015.

      Artigo original: Revista Anfarmag N111.

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