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      Fitoterápicos para homens

      A partir dos 40 anos, dedicar uma atenção especial à saúde é fundamental para os homens.A Proderma listou fitoterápicos com efeitos positivos para eles, conheça!

      Com o avanço da idade, o organismo do ser humano fica mais suscetível a doenças. Isso porque diversas mudanças acontecem, como a redução do ritmo metabólico e a queda das taxas hormonais, como a testosterona, por exemplo.

      Sendo assim, doenças comuns se manifestam nessa faixa etária, como câncer de próstata, disfunção erétil, problemas cardiovasculares, hiperplasia prostática benigna (HPB) e obesidade. Por isso, é essencial que o homem passe a dedicar atenção especial à saúde, principalmente a partir de meados dos 40 anos de idade.

      Sabe-se que o estresse e a fadiga sãoimportantes fatores que afetam a saúde masculina, podendo trazer consequências bastante negativas em seu desempenho sexual e sua vida conjugal. O uso da fitoterapia no combate a esses sintomas tem se demonstrado um forte aliado, aumentando a qualidade de vida do homem e proporcionando-lhe mais energia e disposição para suas atividades diárias.

      Conheça alguns fitoterápicos que você encontra na Farmácia Proderma que podem ser ótimos coadjuvantes para a saúde masculina:

      Pygeumafricanum

      O extrato é obtido da casca de uma árvore originária da África, também conhecida como ameixeira africana (Pygeumafricanum). O extrato seco padronizado é definido contendo 25% de fitoesteróis. Além disto, contém ésteres ferúlicos e terpenos pentacíclicos.

      O Pygeum melhora os sintomas urinários associados ao crescimento e inflamação da próstata. Vários estudos comprovaram a significativa redução da frequência (inclusive noturna), da dor e da dificuldade da micção. Seus fitoesteróis têm ação antiinflamatória e interferem na fixação dos estrógenos que se acumulam na próstata no início da doença.

      Os ésteres ferúlicos controlam indiretamente a atividade da testosterona na próstata, ajudando assim no tratamento da enfermidade, regenerando o epitélio prostático e dos túbulos seminíferos.SHENOUDAET AL., 2007 observaram ainda redução da incidência de câncer de próstata em estudos envolvendoP. africanum.

      O extrato de Pygeumafricanum exibe, além de sua ação antiinflamatória, efeito estimulante da secreção prostática e efeito antiedematoso, proporcionando aumento na capacidade erétil e incrementando a função sexual masculina, sem que necessariamente seja considerado um medicamento afrodisíaco.

      Saw Palmetto:

      O Saw palmetto é obtido do fruto da planta Serenoa repens, originária do sudeste dos EUA. Estudos sugerem que o Saw palmetto, também conhecido como Sabal serrulata, reduz a ação da di-hidrotestosterona (DHT), metabólito mais ativo da testosterona, ligando-se aos seus receptores na região da próstata que circunda a uretra. Outros trabalhos mostram a inibição da 5-alfa-redutase, que provoca a conversão de testosterona em DHT, causando aumento do tamanho da próstata, além de queda de cabelo.

      Em revisão sistemática realizada por ERNST (2002) observa-se que o Saw Palmetto é superior ao placebo em termos de melhorar o fluxo urinário e reduzir a frequência e urgência de urinar, assim como a noctúria (necessidade de acordar à noite para urinar).

      Demonstrou também ser semelhante aos inibidores da 5-alfa-redutase em relação à eficácia contra a Hiperplasia Prostática Benigna (HPB), sem efeitos colaterais como perda da libido ou disfunção erétil, atribuídos a medicamentos sintéticos utilizados para este fim.

      A associação com a Urtiga, para potencialização de seus efeitos, tem sido recomendada por pesquisadores.O Saw palmetto parece reduzir artificialmente os níveis de PSA(por sua inibição da 5-alfa-redutase), o que poderia mascarar a descoberta do desenvolvimento de câncer de próstata. Em estudos não se reportou significativaalteração no PSA; contudo, esta é uma boa razão para se ter cautela nos resultadosdo PSAem pacientes tratados com Sawpalmetto.

      Tribulus terrestris:

      O extrato seco de Tribulus terrestris deve ser  padronizado em 40% de saponinas, cujo principal princípio ativo é a protodioscina.

      O estudo de seus mecanismos de ação iniciou-se no leste europeu, demonstrando ser eficaz como coadjuvante no tratamento da disfunção erétil,com melhora na ereção, ejaculação e orgasmo, sem apresentar efeitos indesejáveis. Também se mostrou capaz de elevar a espermatogênese e a mobilidade dos espermatozóides, ajudando na fertilidade.

      Ainda, a protodioscina é uma molécula com alguma semelhança ao DHEA e agiria no seu lugar, estimulando a produção da testosterona. Outra possibilidade é o aumento daliberação da gonadotrofina que, por sua vez, estimularia a produção do LH e FSH edaí a testosterona.

      Sua ação na ereção seria causada pela liberação do óxido nitroso no final dainervação do corpo cavernoso peniano, aumentando a vasodilatação.

      Pelo aumento da testosterona, aumentaria a massa muscular. Até este momento, nenhuma toxicidade ou efeito negativo ocorreu quando Tribulus terrestris é usado como suplemento nutricional.

      Urtica dioica:

      É uma planta de regiões temperadas, cuja parte utilizada é a folha ou a raiz. Seus constituintes ativos são fitoesteróis, polissacarídeos e lectinas, e é conhecida por sua ação anti-inflamatória por inibição das prostaglandinas.

      Os fitoterápicos são os produtos mais utilizados na Europa para o tratamento da Hiperplasia Prostática Benigna (HPB), sendo a Alemanha o país onde a maior quantidade de pacientes se submete a este tipo de tratamento (em torno de 90%), sendo recomendada para aqueles pacientes com HBP com níveis normais de testosteronatotal e baixos níveis de testosterona livre. Sua ação para este fim é baseada principalmente na relação das lignanas da urtiga com os transportadores de andrógenos (SBHG), ligando-se à testosterona e modificando a concentração de andrógenos livres.

      Para pacientes com problemas de urofluxometria, a urtiga também é eficaz no aumentodo volume e do fluxo urinário,além de reduzir a urina residual. As lectinas, por sua vez, têm ação anti-inflamatória e anti-prostática.

      A urtiga é frequentemente associada ao Saw palmetto ou ao Pygeum africanum pela semelhança de ação entre estes extratos vegetais, gerando muitas vezes um efeito potencializador de suas propriedades no organismo. O tratamento daHBP com fitoterápicos produz menos efeitos indesejáveis em comparação cominibidores de 5-alfa-redutase sintéticos, pois foram relatadosmenos casos de redução no volume da ejaculação, disfunção erétil e dor de cabeça.

      Maca peruana:

      A maca-peruana, ou maca (Lepidium peruvianum), é considerada um recurso nutricional muito importante na zona andina. Costuma ser adicionada ao leite, misturada a sucos de frutas, iogurtes, ou como um ingrediente adicional em geleias, mingaus, coquetéis e diversos doces.

      No âmbito reprodutivo, já teve seu efeito observado no incremento do comportamento sexual, tempo de latência para ereção e até mesmo aumento na motilidade e númerode espermatozóides, sem, entretanto, alterar as concentrações séricas de hormônios reprodutivos, como a testosterona e o estrogênio.

      Em estudo realizado com homens entre 21 e 56 anos, a maca peruana promoveu aumento significativo do desejo sexual desses indivíduos.

      Em nível prostático também demonstrou ser eficaz na redução significativa do tamanho da porção ventral da próstata, quando utilizada a Maca-vermelha.Outros resultados interessantes trazidos pela maca são seu efeito antifadiga, ao promover a energia vital do organismo; redução de úlceras gástricas em situações de stress; efeitosanabolizantes sem os efeitos negativos de anabólicos hormonais;aumento da massa muscular, proporcionando melhor desempenho esportivo e também a atividade sexual.

      Rhodiola rosea:

      A raiz dessecada dessa espécie tem sido usada há anos na história da humanidade, com relatos de seu uso pelos vikings, para fins energizantes. O sufixo “rósea” lhe foi concedido em alusão à fragrância similar à que as rosas exalam quando têm seu rizoma recém-cortado.

      Entre as primeiras comprovações do efeito adaptógeno (ver definição ao final do artigo) do rizoma de rodiola estão aquelas demonstradas em testes realizados com astronautas russos nos primeiros vôos orbitais ao redor da Terra, tendo sido observada, assim, melhor tolerância ao estresse (p. ex. a incerteza do regresso à Terra) e melhor adaptabilidade às condições de clausura.

      Seus efeitos também foram observados em esportistas de elite no manejo de estresse anterior a competições atléticas, assim como no aumento da resistência física ao esforço muscular.

      Outros inúmeros trabalhos têm demonstrado a eficácia da rodiola como protagonista no combate a sintomas de depressão, ansiedade, cansaço e fadiga muscular. No sistema nervoso, ela tem efeito positivo na capacidade cognitiva e de concentração, auxiliando as funções de memória e de reflexos, e reduzindo a fadiga mental.

      Ginseng:

      Panax Ginsengé uma planta originária da China, Indochina, Coreia, Vietnã e Japão. Sua raiz é rica em saponinas triterpênicas, também conhecidas como panaxosídeos, responsáveis por grande parte de suas ações farmacológicas.

      Por pertencer ao grupo das plantas adaptógenas, o Ginseng pode ser usado não somente para o combate a uma doença específica, mas também com o objetivo de aumentar ou potencializar a capacidade de defesa do organismo contra agressores externos ou condições adversas do entorno, como em situações de estresse, por exemplo.

      Sua capacidade na melhoria da qualidade de vida se baseia em alguns de seus principais efeitos, que incluem melhores noites de sono, estado de ânimo, atividade sexual e maior energia para as tarefas do dia-a-dia.

      Um dos maiores avanços em seu estudo se deve às observações em sua atividade estimulante na circulação cerebral, incrementando a capacidade cognitiva relacionada especialmente com as funções de memória e aprendizagem. Em 1978, SCHIMIDTET AL. realizaram um trabalho com 540 pacientes geriátricos (um grupo com ginseng, outro com placebo e outro com vitaminas), identificando melhor capacidade de resposta global (adaptação à internação, memória, reflexos e energia) no grupo tratado exclusivamente com ginseng.

      A atividade energética exercida pela raiz do ginseng foi demonstrada em diferentes ensaios clínicos realizados com soldados em fase de treinamento e atletas de diferentes áreas, reduzindo a sensação de fadiga e melhorando as marcas no percurso. Esses efeitos foram relacionados aos panaxosídeos C e F, que inibem a deficiência de ácido ascórbico e colesterol em situações de esforço. Da mesma forma, a produção de ácido lático (responsável pela sensação de fadiga diante de esforços intensos), diminuiu com o consumo de extratos de ginseng.

      Contra-indicações: não fazer uso do ginseng durante o curso de doenças agudas, trombose coronária, doenças cardíacas graves, hipertensão arterial e hemorragias. Em pacientes com hipersensibilidade nervosa, esquizofrenia, histeria ou mania, também se desaconselha suaprescrição.

      Long Jack:

      Eurycoma longifolia, conhecido também como Tongkat ali ou Long Jack, é um arbusto comum encontrado ao longo das encostas em terrenos montanhosos da floresta da Malásia. Uma decocção de água da raiz de Tongkat ali é um suplemento tradicional bem conhecido para o aprimoramento da sexualidade e fertilidade, e também é usado como um tônico antienvelhecimento. Este extrato aquoso apresenta componentes moleculares variados, que exibem atividades antipalúdicas, anti-úlcera, antitumorais, antiparasitárias e antipiréticas.

      Estudos recentes mostraram que as propriedades pró-fertilidade e afrodisíacas deste extrato são mediadas pelos seus componentes de glicoproteína.

      Foram provados seus efeitos no aumento da testosterona e antiestresse ou antienvelhecimento, que são acompanhados ou mediados, respectivamente, por concentrações normalizadas de hormônio de crescimento sérico e concentrações elevadas de superóxido dismutase (SOD), um importante antioxidante no nosso organismo.

      Em uma recente revisão de ensaios clínicos,destacou-se o papel de Eurycoma longifolia como um potencial suplemento contra vários distúrbios da saúde sexual masculina, incluindo a disfunção erétil, infertilidade, baixa libido e complicações associadas a desequilíbrios hormonais.

      A superioridade clínica do Long Jackcontra esses distúrbios está associada ao seu amploperfil de segurança.(Hinin Ei Thuet al., 2017).

      L-Arginina + Picnogenol:

      A associação do aminoácido L-Arginina(L-A) ao extrato de Pinus Pinaster (oPicnogenol) é outra opção bastante interessante no tratamento de desordens eréteis masculinas. Em um estudo realizado na Bulgária, 37 de 40 homens entre 25 a 45 anos tiveram sua função erétilrestabelecida após o tratamento com essa associação.

      O mecanismo de ação da combinação L-A + Picnogenol é basicamente relacionado à regulação que ela exerce nas concentrações séricas de óxido nítrico (NO), composto responsável pelo relaxamento da musculatura lisa dos corpos cavernosos do pênis, permitindo uma vasodilataçãomais efetiva, indispensável à ereção peniana. O óxido nítrico também funciona como um neurotransmissor liberado nas terminações nervosas do pênis, intermediando o processo sensitivo da ereção.

      O processo de fabricação do NO é realizado pela óxido nítrico sintase, que converte a L-A em NO através da oxidação do nitrogênio guanídico. Portanto, a suplementação com L-A associada ao Picnogenol é importantíssima para que nosso organismo tenha substrato suficiente para a produção de NO em níveis satisfatórios para produzir uma ereção.

      Nota: o conceito de “adaptógeno” contido no artigo foi criado por Lazarevet al., (1959), se referindo àquelas plantas capazes de compensar e prevenir o estresse e a fadiga, além de melhorar a atenção, trabalhando sobre os sistemas neuroendócrino e imunológico.

      Para uma planta ser considerada adaptógena, ela deve reunir basicamente quatro características:

      1. Possuir ação antifadiga contra esforços físicos e mentais;
      2. Aumentar a resistência ao estresse;
      3. Tender a normalizar os estados patológicos do organismo, devidos principalmente a excessos ou deficiências dos mecanismos de homeostase;
      4. Ser inócua do ponto de vista toxicológico.

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