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      Enxaqueca

      Muito comum, ela requer uma abordagem que inclua mudança de hábitos, dieta e medicamentos

      A enxaqueca é a décima doença mais incapacitante e atinge cerca de 15% da população mundial. No Brasil, 30 milhões de pessoas lidam com esse problema, que é desencadeado por uma série de fatores como estresse, sobrepeso, má qualidade do sono, jejum prolongado, alimentação inadequada, cheiros forces e clima seco. A estimativa é da Organização Mundial da Saúde (OMS), que alerta que a condição apresenta maior prevalência no sexo feminino. Isso porque, além de causas ambientais e emocionais, a variação hormonal contribui para o aparecimento da doença.

      A enxaqueca geralmente provoca dor intensa em um dos lados da cabeça. Esse sintoma apresenta-se de maneira latejante ou pulsátil e dura de 4 a 72 horas. Durante esse período, o paciente também é acometido por náuseas, vômitos, tonturas e intolerância à luz, barulhos, cheiros e movimentos. A doença diferencia-se de uma dor de cabeça trivial em razão da intensidade. Na enxaqueca, a dor impede o indivíduo de realizar suas atividades rotineiras. Além disso, o quadro costuma piorar com movimentos do corpo ou apenas da cabeça.

      Desde a infância

      A enxaqueca geralmente tem um padrão familiar e ocorre também em crianças e adolescentes. É mais difícil escolher medicamentos profiláticos para enxaqueca na infância. Na prescrição para crianças, o principal cuidado que se deve ter é o de evitar inferências e extrapolações dos escudos disponíveis: se há estudos mostrando que uma determinada medicação, com uma apresentação específica, administrada de uma determinada forma, diminui a frequência das crises de enxaqueca em crianças, o ideal é que a prescrição tente se aproximar o máximo possível das condições do estudo.

      O tratamento da enxaqueca em crianças e adolescentes é predominantemente comportamental e dietético. É mais fácil mudar rotinas de vida e alimentares nas crianças do que nos adultos. Os poucos casos refratários envolvem aspectos emocionais e psicológicos, que respondem bem a abordagens mais direcionadas, como a psicoterapia.

      Os caminhos para o tratamento

      Os pacientes tendem a se beneficiar da adoção de uma rotina de sono regular, prática de atividades físicas, hidratação e alimentação balanceada. Também é importante restringir o consumo de alimentos que desencadeiem a enxaqueca. Os mais comuns são queijo, chocolate, café e itens industrializados. O tratamento da dor costuma ser feito com analgésicos e anti-inflamatórios comuns, que devem ser usados com cautela, já que podem cronificar os episódios em pacientes com maior frequência de eventos dolorosos.

      Entre as queixas mais frequentes apresentadas pelos pacientes estão as náuseas. Para o combate desse sintoma, os antieméticos são bons aliados, principalmente para adolescentes. Devido a seus efeitos colaterais sobre o sistema digestório, a substância pode ser administrada por outras vias, que não a oral, como intramuscular, endovenosa e retal. Outra possibilidade é a administração transdérmica. Além de prevenir a irritação gástrica, essa opção evita o efeito da primeira passagem hepática. No caso das crianças mais novas, a administração de antieméticos geralmente é feita em ambiente hospitalar. Quando a criança apresenta náuseas que impossibilitam o uso de via oral, é de praxe que ela seja internada para receber medicação, sobretudo pela fragilidade de seu organismo, em que a desidratação e os distúrbios hidroeletrolíticos ocorrem de forma mais rápida e mais grave.

      O que causa a enxaqueca?

      As causas da doença ainda não foram completamente esclarecidas. O que se sabe é que ela está relacionada a alterações no cérebro e possui componente hereditário. O processo doloroso inicia-se quando as células nervosas, já em estado de grande excitação, respondem a algum gatilho, que é frequentemente externo. A partir daí, o organismo envia impulsos para os vasos sanguíneos, o que leva à constrição, que é seguida de uma dilatação e liberação de substâncias que contribuem para o aparecimento da dor.

      Conheça os principais gatilhos

      Estresse: é um dos fatores mais fortes que desencadeiam as dores. Técnicas de relaxamento, meditação e ioga são recomendáveis para combater o problema.

      Alterações hormonais: no caso das meninas, o período menstrual e o uso de pílulas anticoncepcionais são considerados gatilhos da enxaqueca.

      Jejum prolongado: ficar longos períodos sem comer altera o funcionamento do organismo como um todo e pode aumentar a possibilidade de crises.

      Sono de má qualidade: dormir em excesso ou passar noites em claro também são fatores envolvidos nas crises de enxaqueca.

      Estímulos externos: pacientes relatam que alterações bruscas no clima, luminosidade ou odores fortes estão relacionados a crises dolorosas.

      Venha até uma loja Proderma e conheça opções fitoterápicas para a enxaqueca, nossos farmacêuticos estão à disposição para ajudá-lo de segunda à sexta, das 8h às 18h, e aos sábados das 8h ao meio dia.

      Texto original: Revista Anfarmag nº112

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