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Tratamento individualizado apresenta opções de formas e concentrações ideais aos pacientes bariátricos e as Farmácias Magistrais estão habilitadas a oferecer dosagens específicas.

A cirurgia bariátrica possibilita a perda de peso ao restringir a quantidade de alimento que o estômago pode suportar. No entanto, esse procedimento que coleciona histórias de sucesso demanda cuidados por toda a vida.
Segundo o médico endocrinologista e especialista em obesidade em São Paulo, Joffre
Nogueira Filho, a cirurgia bariátrica deve ser acompanhada pela mudança de velhos hábitos antes que o paciente entre na sala de cirurgia.

“Em muitos casos, os pacientes estão com o peso superior ao recomendado para o procedimento, e emagrecer reduz os riscos cirúrgicos”, exemplifica.

Para aumentar a efetividade, o cuidado é multidisciplinar. Em caso de doenças psicológicas ou psiquiátricas diagnosticadas, os quadros devem ser previamente controlados. De acordo com o endocrinologista, depressão, ansiedade e oscilação de humor, quando não tratados, comprometem a recuperação e o resultado final.

Também merece atenção a alteração da microbiologia intestinal: “Se após a cirurgia o paciente continua com a flora intestinal de antes, é grande a probabilidade de ganhar novamente o peso que perdeu”, afirma.

Segundo Joffre, a cirurgia bariátrica tem dois pós-operatórios. Um deles é o imediato, logo após o procedimento: “A pessoa tem de reaprender a controlar a quantidade de alimento para não perder a qualidade de vida com vômitos e diarréia ou constipação recorrente”. Todo esse processo deve ser acompanhado por médico e nutricionista para evitar a desnutrição e o desenvolvimento de novas doenças relacionadas à má absorção de nutrientes, que é uma das seqüelas da cirurgia.

Há pacientes, que depois de algum tempo, se dão alta médica. Esse é um erro, segundo o médico. Segundo ele, “o tratamento é para a vida toda porque a mudança do organismo é para a vida toda”.

PARA COMEÇAR

A farmacêutica de São Paulo, Esmeralda Lourenço Dias lembra que a adesão a um plano alimentar adequado antes da cirurgia fornece ao organismo energia e nutrientes necessários para o pós-cirúrgico imediato e para o estágio seguinte, quando a pessoa começa a perder peso. “Os meses que antecedem o procedimento são um teste para que o paciente se oriente sobre a necessidade de mudar hábitos alimentares e de vida”, explica.

Já a indicação de suplementos vitamínicos e minerais é parte do tratamento pós-cirúrgico. Segundo a nutricionista, “as necessidades serão sempre individualizadas, levando em conta diversos fatores como as condições gerais de saúde do paciente e do modelo de cirurgia”. Essas formulações atuam em diversas reações metabólicas como apetite e fome, atividade cerebral, absorção de nutrientes, taxa metabólica, metabolismo de gorduras e açúcar, funcionamento da tireoide e adrenais e armazenamento de energia.

“O sucesso da cirurgia não se resume à perda de peso, mas à melhora da qualidade de vida do paciente. Ofarmacêutico magistral pode apresentar à clássica médica inúmeras possibilidades e vantagens que osprodutos manipulados possuem, a fim de cuidar de cada paciente para sempre, de forma individualizada”, conclui Esmeralda.

BAIXA ABSORÇÃO DE VITAMINAS E MINERAIS É UM RISCO PARA A SAÚDE

Segundo Esmeralda, é preciso ficar atento ao balanço de nutrientes. A deficiência de cálcio pode levar à osteoporose. A carência de ferro e folatos pode causar anemia, cansaço e queda de cabelo. A ingestão inadequada de proteínas leva à deterioração muscular. A falta de tiamina (vitamina B1), afeta o coração, sistema digestivo e o sistema nervoso.

Cegueira noturna e risco de doença e morte por infecções graves são decorrentes da baixa concentração de vitamina A. Já a deficiência da vitamina B12 pode causar fadiga e formigamento nas mãos e, eventualmente, levar a distúrbios neurológicos e anemia. Sem vitamina D podem ocorrer distúrbios do fígado e rins e doenças ósseas. A falta de vitamina E pode causar problemas neurológicos, anemia e dificuldade na cicatrização de feridas. Problemas nas unhas e queda de cabelo podem ser causados pela falta de zinco.

TERAPIA MEDICAMENTOSA – A MELHOR FORMA

Abrir uma cápsula ou triturar comprimidos são práticas comuns entre pacientes que passaram por cirurgia bariátrica e apresentam restrição temporária durante as primeiras semanas pós-cirurgia para ingestão de formas farmacêuticas sólidas. Além de nada práticas, essas soluções caseiras são imprecisas e podem comprometer a eficácia do tratamento. Por isso, o médico e o nutricionista optam pelo produto manipulado, escolhendo a forma farmacêutica mais adequada para o momento.

“A cirurgia bariátrica tem impacto direto na terapia medicamentosa, em aspectos clínicos e biofarmacêuticos ligados não só à absorção dos medicamentos, mas também de nutrientes”, explica o farmacêutico Anderson de Oliveira.

Na entrevista a seguir, ele explica como a escolha da forma farmacêutica, das doses e até do tamanho de uma cápsula podem ajudar os pacientes operados.

Qual é a relação entre a cirurgia bariátrica e as formas farmacêuticas?

A redução do estômago impacta no processo de desintegração de cápsulas, comprimidos e formas de liberação prolongada.

O pH gástrico tende a ficar mais alcalino, o que reflete na absorção de medicamentos solúveis em meio ácido e na desintegração de medicamentos de liberação entérica. Como a área de superfície do trato gastrointestinal, diminui, ocorre também uma redução da biodisponibilidade de medicamentos que são essencialmente absorvidos nas regiões iniciais do intestino, como duodeno e jejuno.

Como o tamanho do estômago interfere na biodisponibilidade de nutrientes e medicamentos?

O estômago é a área primária para a desintegração de cápsulas ou comprimidos e envolve uma combinação de forças mecânicas, acidez gástrica e saliva. A redução do estômago pode levar a uma desintegração incompleta dessas formas farmacêuticas, reduzindo a biodisponibilidade do medicamento. A cirurgia bariátrica também diminui o comprimento intestinal, gerando impactos clínicos como a redução da absorção de vitaminas, principalmente as lipossolúveis, e mesmo de algumas hidrossolúveis como vitamina B12, além de minerais. Isso pode promover carências nutricionais. Fica comprometida também a absorção de medicamentos lipossolúveis como ciclosporina, fenitoína e levotiroxina, e aumenta o risco de efeitos adversos para anti-inflamatórios não esteroidais e bifosfonados (exemplo: alendronato de sódio) que, com a desintegração prejudicada, podem ulcerar o estômago e ser até fatais. Nesses casos, vias de administração alternativas à oral devem ser consideradas.

De que forma a individualização reduz esses problemas?

Logo após a cirurgia, o paciente fica restrito a uma dieta líquida. O medicamento manipulado tem a versatilidade de ser ajustado, priorizando formas líquidas e mais concentradas, para que o volume ingerido seja menor. É possível fazer associações para evitar o uso de muitos medicamentos, preparar formas de liberação imediata ou até preparar cápsulas de tamanhos menores.

Além das líquidas, quais as outras formas indicadas?

Cápsulas menores, pequenos comprimidos, formas sublinguais ou orodispersíveis podem substituir os líquidos quando o paciente já está liberado para ingerir sólidos. Mesmo para as formas líquidas há ressalvas. Quem é submetido à cirurgia gástrica bypass deve evitar preparações que contêm sacarose, lactose, frutose ou manitol para evitar a síndrome de dumping. As formas efervescentes também não são recomendadas, pois produzem gás e geram desconforto em um estômago com volume pequeno. Formas farmacêuticas de liberação entérica e de liberação prolongada também são problemáticas nesses pacientes, sendo preferíveis as formulações de liberação imediata. Sistemas de liberação de fármacos apropriados para administração me vias alternativas à oral também podem ser considerados, como uso retal, vaginal, intranasal, transdérmico e injetável.

Fonte: Revista Da Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais – Ano 22 –Jul/Ago/Set-2015 – Nº 106; 12:14-16:17

Importante

O texto acima foi elaborado com base em estudos científicos, porém salientamos que o conteúdo é apenas de caráter informativo. Antes de adquirir e fazer uso do produto é importante consultar um profissional habilitado (seu médico ou nutricionista) ou os farmacêuticos Proderma. Envie um email para farmaceuticoresponde@farmaciaproderma.com.br ou entre em contato com as nossas lojas pelos telefones (19) 3447-7000 e 3421-2112.

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