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      Dia do Médico Veterinário

      Dia do Médico Veterinário

      A importância dos animais em nossas vidas é cada vez mais evidente e compreendida. Carinho, atenção, e cuidados com sua saúde são nossa responsabilidade para com eles, que nos retribuem com um amor e fidelidade sem igual. Entretanto,  o conhecimento sobre suas necessidades muitas vezes é negligenciado e/ou transmitido de forma errada e sem orientação técnica.

      Em uma constante busca de fornecer informação de qualidade, a Proderma entrevistou a Médica Veterinária Mara Martins, que nos respondeu algumas perguntas de grande importância para o bem-estar dos pets.

      Confira!

      1) Quando você decidiu optar por ser veterinária?
      Era meu sonho desde criança, sempre fui apaixonada por cuidar dos animais.

      2) Quais os maiores desafios que você enfrenta na medicina veterinária?
      Na minha área de clínica médica de pequenos animais,acredito que o mercado necessite mais de médicos veterinários especializados e de maior valorização dos serviços pelos próprios colegas, através de uma união efetiva da classe aliada à uma maior participação dos CRMVs e sindicatos.

      3) Sabe-se que a informação técnica de qualidade salva vidas, e conhecimentos equivocados muitas vezes podem prejudicar nossos pets. Que tipo de quadro clínico mais frequentemente associado à falta de informação você costuma tratar? Como podemos auxiliar a população para evitar que isso aconteça?

      A Doença Periodontal é a inimiga número 1 da saúde bucal dos pets. Cerca de 80% dos cães e gatos adultos sofrem deste mal. Como não temos o hábito de olhar a boquinha deles, a doença periodontal pode passar despercebida e colocar em risco sua saúde. Se o seu pet tem mau hálito e tártaro, por exemplo, é um forte indicativo que algo não vai bem e a saúde oral de seu pet está em risco, ele precisa de cuidados nesta área. Outros sinais que indicam problemas periodontais (doença periodontal) são: inflamação e sangramento da gengiva, presença de tártaro, mobilidade dos dentes, salivação excessiva, dentre outras. Se não for controlada, pode levar desde uma inflamação da gengiva até a perda dos dentes, e se não bastasse isso, ainda pode comprometer o coração, pulmão, fígado, rins e outros órgãos vitais.

      A palavra-chave para doença periodontal é a prevenção. Assim como nós, os cães e gatos precisam de escovação dentária diária para prevenir a doença periodontal. A escovação é realizada com escova de cerdas macias compatível com porte do seu Pet e com auxilio da pasta dental própria para animais. No entanto se seu Pet já apresenta algum sinal clínico mencionado, procure um médico veterinário especializado para realizar o tratamento periodontal. Leve seu pet pelo menos uma vez por ano para uma avaliação odontológica especializada.

      4) Qual é a conduta correta de vacinação para cães e gatos, desde filhotes à idade adulta?

      A vacinação é, sem dúvida, o cuidado mais importante para os nossos cães e gatos seja o animal ainda filhote ou adulto. A American Animal Hospital Association (AAHA), dos Estados Unidos, defende que, em princípio, somente sejam aplicadas as vacinas “essenciais” nos cães e gatos em geral. Trata-se daquelas que evitam doenças graves muito disseminadas e que podem ser transmitidas em qualquer lugar ou situação. Segundo a entidade as vacinas caninas essenciais são para cinomose, adenovírus, parvovirose e raiva. As opcionais são parainfluenza, B. bronchiseptica, leptospira e leishmania infantum. Em relação às vacinas felinas, as essenciais são para parvovirus, herpesvirus, calicivirus e raiva. As vacinas opcionais para Leucemia felina (FeLV) e Chlamydia felis.

      No Brasil temos as vacinas polivalentes, com base nisso e seguindo as diretrizes do The WSAVA Vaccination Guidelines Group (VGG), para filhotes de cães e gatos iniciar as vacinas essenciais entre 06 e 08 semanas de idade. Repetir a cada 2 a 4 semanas até a última dose sempre com 16 semanas de idade ou mais, e reforço entre 6 meses e 1 ano.

      De acordo com os laboratórios das vacinas polivalentes, recomenda-se a revacinação anual com dose única, em caso de dúvida, sugiro a realização de teste sorológico para determinar necessidade de revacinação. Para um cão ou gato adulto que nunca recebeu vacina quando filhote, necessário receber duas doses de vacina essenciais com intervalo de 2 a 4 semanas. Já a vacinação da raiva para cães e gatos ocorre a partir de 12 semanas de idade e a revacinação é anual.

      Consulte sempre o médico veterinário, a vacinação é um procedimento que precisa ser individualizado com base no histórico de saúde, avaliação clínica e estilo de vida do animal, somente o veterinário irá determinar qual melhor protocolo para seu Pet.

      5) Qual é a importância de castrar nossos pets? Além disso, qual é o intervalo de idade ideal para a castração?

      A castração é realizada geralmente aos 6 meses de vida. Vantagens para as fêmeas, a castração elimina os cios, as ninhadas indesejáveis e as doenças do sistema reprodutor. Para os machos, a castração diminui a agressividade, diminui as marcações territoriais e reduz a tendência à fuga (gatos) e doenças do sistema reprodutor (aumento de próstata).

      Câncer nos pets

      Câncer nos pets

      Geralmente, a doença surge em cães e gatos de mais idade e é mais frequente na região cutânea.

      A ocorrência de câncer em cães e gatos aumentou progressivamente nos últimos anos. Se antigamente a doença era sinônimo de eutanásia, hoje a conduta é diferente. Geralmente, a doença surge em cães e gatos de mais idade, a partir dos 10 anos, e é mais frequente na região cutânea, acometendo especialmente os animais de pelagem clara.

      Conheça os tipos mais comuns de tumores em cães e gatos:

      • Pele e tecido cutâneo;
      • Mama;
      • Hematopoiéticos;
      • Orofaringe;
      • Venéreos (em cães).

      Fatores de risco:

      • Alimentação rica em gordura;
      • Anticoncepcionais;
      • Contato com substâncias tóxicas, como herbicidas;
      • Exposição ao sol;
      • Poluição;
      • Tabagismo passivo;
      • Álcool.

      Predisposição a tipos de tumores por raça:

      • Boxer: linfomas, ósseos e mastocitomas;
      • Cocker Spaniel: linfomas, mamários e mastocitomas;
      • Pastor-alemão: linfomas, mamários e ósseos;
      • Gatos siameses: mamários e mastocitomas;
      • Labrador: linfomas, ósseos e mastocitomas;
      • Poodle: linfomas e mamários;
      • Rotweiller: linfomas e ósseos.

      Câncer, neoplasia ou tumor?

      Tumores podem ser qualquer aumento do volume no corpo. O inchaço causado por inflamações é um tumor, neoplasias também são.

      tumores

      Tumores

      Neoplasias são grupos de células diferentes daquelas que lhes deram origem.

      neoplasia

      Neoplasia

       

      Neoplasias benignas são parecidas com as células originais, e causam danos principalmente pela sua presença física.

      Neoplasias benignas

      Neoplasias benignas

      Neoplasias malignas são normalmente muito diferentes das células originais, e podem alterar ou impedir o funcionamento dos tecidos normais.

      Neoplasias malignas

      Neoplasias malignas

      Toda neoplasia maligna é um Câncer e possui capacidade de invasão e disseminação para outros órgãos (metástase).

      Referências:
      Revista CRMVSP nº69, páginas 12 e 13.

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      Chocolate: tóxico para cães e gatos

      Chocolate: tóxico para cães e gatos

      Muitas substâncias presentes nos alimentos para consumo humano são tóxicas para cães e gatos, e a falta de informação por parte dos tutores pode trazer sérias conseqüências à saúde desses animais.

      O termo “tóxico”, de maneira geral, é definido como qualquer substância exógena em quantidade suficiente que, em contato com organismo, provoca ação prejudicial e origina desequilíbrio orgânico. Alimentação compartilhada, portanto, é uma das principais causas de intoxicações alimentares em cães e gatos, que podem ocorrer de duas maneiras: por meio de fornecimento de forma intencional, ou de forma acidental, na qual o animal ingere o alimento tóxico sem o tutor perceber ou oferecer. Segundo a Federação da Indústria de pet food da Europa (Fediaf), os alimentos com mais evidência científica de toxicidade para cães e gatos são o chocolate (exceção se faz aos produzidos exclusivamente para cães), cebola, alho, e uvas em natura ou passas (VENDRAMINI et al., 2006).

      O chocolate é altamente palatável e muito atraente aos cães, sendo constituído por carboidratos, lipídios, aminas biogênicas, neuropeptídios e metilxantinas (teobromina e cafeína) (QUINZANI, 2012).  Apesar de sua concentração de teobromina ser de três a quatro vezes maior do que a de cafeína, ambas contribuem para a síndrome clínica que acontece na toxicose por chocolate (DINIZ, 2011). A quantidade de teobromina varia de acordo com o tipo de chocolate. Quanto mais matéria lipídica, menor será o teor de teobromina, caso dos chocolates brancos, que não oferecem tanto risco de intoxicação para os cães. Quanto mais escuro, “puro e concentrado” for o chocolate, mas teobromina possuíra e, consequentemente, maior será o risco de intoxicação (DINIZ, 2011; QUINZANI, 2012), Uma vez que cães e gatos metabolismo esses compostas de forma mais lenta, o que aumenta sua predisposição a intoxicação (VENDRAMINI et al., 2006).

      Epidemiologia

      Essa intoxicação encontra-se entre os 20 envenenamentos mais comuns descritos na literatura recente pelo National Poison Control Center (Estados Unidos). No Brasil, não existem dados estatísticas oficiais a este respeito (DINIZ, 2011). O chocolate amargo, utilizado em confeitaria, é o que oferece maior risco de intoxicação, pois possui em torno de 1,35% de teobromina. No chocolate branco, esse teor gira em torno de 0,005% (QUINZANI, 2012). A dose tóxica para cães em torno de 100 a 150 mg/kg de peso e para os gatos é de 80 a 150 mg/kg. Em cães, a dose letal situa-se entre 250 e 500 mg/kg. Entretanto, sinais clínicos leves foram observados em cães que ingeriram 20 mg/kg.

      A metabolização da metilxantina encontra algumas particularidades no cão que tornam sua ingestão altamente perigosa. Por ser um componente altamente lipossolúvel, atravessa as barreiras placentária e hematoencefálica facilmente, sendo absorvida por boa parte do trato digestivo, principalmente estômago e intestino (DINIZ, 2011; QUINZANI, 2012). Uma vez absorvida e distribuída no organismo, no sistema nervoso central compete com a adenosina, que é um inibidor pré-sináptico neuromodulador, levando a excitação e podendo ocasionar a constrição de alguns vasos sanguíneos, diurese e taquicardia. A cafeína estimula diretamente o miocárdio, o músculo esquelético e o sistema nervoso central, potencializando a excitação causada pela teobromina (VENDRAMINI et al., 2006; QUINZANI, 2012).

      Outra particularidade da teobromina é sua meia-vida. No cão, é de 17,5 horas, podendo ficar no organismo por até seis dias, pois sua eliminação não acontece pelos rins, somente por via hepática (DINIZ, 2011; QUINZANI, 2012). Em grande quantidade no organismo do cão, a teobromina causa excitação, hipertensão moderada, bradicardia ou taquicardia, arritmias (contrações ventriculares prematuras), ofegância e cianose. Já a cafeína causa taquicardia, taquipneia, hiperexcitabilidade, tremores e, algumas vezes, convulsões (QUINZANI, 2012). As metilxantinas também podem competir com os receptores benzodiazepínicos no sistema nervoso central e inibir a fosfodiesterase, resultando em aumento dos níveis de monofosfato de adenosina cíclico (AMPc) (SAMPAIO, 2010).

      Diagnóstico e tratamento

      Os sinais clínicos, observados de 6 a 12 horas após a ingestão, são: vômito, diarreia, desidratação, polidipsia, poliúria e polaciúria, náuseas, hemorragias internas e arritmias cardíacas. Pode ocorrer incontinência urinária, hipertermia e, em casos mais graves, coma e morte (VENDRAMINI et al., 2006; QUINZANI, 2012). A morte, geralmente, é consequência de arritmias cardíacas, hipertermia ou insuficiência respiratória (SAMPAIO, 2010). Hemorragia intestinal pode ocorrer, normalmente, entre 12 e 24 horas após a ingestão. O alto teor de gordura de chocolate pode provocar pancreatite (VENDRAMINI et al., 2006; SAMPAIO, 2010; QUINZANI, 2012).

      Geralmente, a intoxicação acontece em animais de pequeno porte, pois há maior quantidade de chocolate disponível em relação ao seu peso corporal. É mais comum também em animais jovens e filhotes, pois sua curiosidade natural faz com que ingiram grande quantidade de alimentos estranhos. As quantidades tóxicas não são, necessariamente, ingeridas de uma vez, visto que a teobromina pode permanecer no organismo por até seis dias. Em consequência disso, doses repetidas, em dias suscetíveis, também podem determinar a intoxicação (QUINZANI, 2012).

      O diagnóstico é baseado no histórico de exposição, acompanhado dos sinais clínicos. Deve-se diferenciar de toxicose por anfetamina, cocaína e ingestão de anti-histamínicos ou outros estimuladores do sistema nervoso central (SAMPAIO, 2010).

      O tratamento para esse tipo de intoxicação é o de suporte, associado à eliminação de todas as toxinas absorvidas, e deve ser realizado por um médico veterinário. Deve-se realizar a descontaminação nos animais que foram estabilizados ou que foram apresentados antes que os sinais clínicos se desenvolvessem (por exemplo, dentro de 1 h da ingestão).

      Caso a ingestão seja de chocolate branco ou um chocolate com baixa concentração de teobromina, pode ocorrer somente um quadro gastroentérico (vômito e diarreia), devido à presença de lipídios; neste caso, os sintomas são mais discretos e o prognóstico pode ser bom, com uma rápida recuperação do animal, depois do tratamento sintomático (QUINZANI, 2012). Os sinais clínicos podem persistir por até 72 h nos casos graves (SAMPAIO, 2010).

      Considerações finais

      Devido ao hábito do compartilhamento de certos tipos de alimento entre tutores e seus animais, a intoxicação alimentar tem se tornado comum na clínica de pequenos animais, devendo a intoxicação por chocolate ser considerada uma emergência médica. Atualmente, existem no mercado formulações específicas para cães que se parecem com chocolate e não possuem teobromina na sua composição, sendo feitas com extrato proteico vegetal, gordura vegetal, soro de leite e outros componentes não tóxicos aos cães e gatos.

      Caso tenha mais dúvidas sobre este assunto, entre em contato com os farmacêuticos Proderma!

      Artigo original:

      Revista CFMV nº71, página 38

      Referências:

      DINIZ, M.C. Intoxicação por chocolate em cães e gatos. Blog Ourofino agronegócio http://www.ourofinosaudeanimal.com/blog/intoxicacao-por-chocolate-em-caes-e-gatos/

      SAMPAIO, A.B.; DELLA FLORA, A.M.V.; ROSSATO, C.K. Intoxicação por chocolate em cães. Seminário interinstitucional de Ensino, Pesquisa e Extensão. Unicuz. 2010

      VENDRAMINI, T.H.A; MATHEUS, L.F.O; SANTOS, K.M. et al. Alimentos tóxicos para cães e gatos: Saiba identificar e tratar possíveis quadros de intoxicação. Revista Cães e Gatos. Ano 32, n.199, p.54-56, 2006.

      QUIZANI, M. Intoxicação por chocolate em cães. Revista Cães e Gatos. Ano 28, n.153, p.12-16, 2012.

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      A Proderma oferece alternativas que facilitam, e muito, o tratamento veterinário.

      Comprimido grande não favorece em nada a ingestão. Quem já tentou administrar medicamentos a um animal de estimação sabe que essa pode ser uma missão quase impossível. Felizmente, há, na farmácia de manipulação, alternativas eficazes para melhorar o processo e evitar a descontinuidade do tratamento. Seja alterando a forma farmacêutica, criando associações únicas ou escolhendo a menor cápsula possível, o objetivo é o mesmo: facilitar o uso.

      De acordo com o consultor farmacêutico Luiz Cavalcante, as alternativas disponíveis nas farmácias facilitam o tratamento sem nenhum prejuízo para a eficácia. “As pastas e os pós, por exemplo, são preparações sólidas manipuladas a partir das rações caninas ou de farinha de outros cereais, como a aveia, e flavorizantes, além do princípio ativo. Essa forma farmacêutica não só é aceitável como atrativa para cães e gatos”, explica.

      Karina Bevilaqua, médica veterinária dermatologista e clínica geral, de São Paulo, reforça a importância dessas especificidades: “Quando preciso associar um antibiótico em xampu, é na farmácia que consigo. Outras vezes, prescrevo um gel manipulado para conseguir a melhor absorção com o mínimo de pegajosidade e sem deixar resíduo no pelo do animal. Quando são cápsulas, a farmácia prepara no menor tamanho possível e com flavorizantes que evitam o gosto ruim ao morder. A manipulação também me permite prescrever ativos no veículo mais adequado, evitando uma farmacodermia, tão comum nas otites”.

      Quando se trata de medicamentos de uso contínuo, como anti-hipertensivos e hipoglicemiantes, é ainda mais importante a individualização para evitar criar uma fonte de estresse frequente para o animal e o dono. “A maioria dos gatos tem muita resistência a engolir cápsula ou líquido: eles se debatem, cospem, chegam a espumar. Então, a cada prescrição, converso com o dono para encontrarmos juntos a melhor saída”, conta Karina.

      O QUE FORMULAR?

      Forma farmacêutica

      Vantagens

      Espécie

      Pós

      Fácil administração, associações de ativos

      Cães (maior frequência)

      Gatos (pouca frequência)

      Pasta oral

      Palatabilidade, fácil administração sobre a pata do animal

      Gatos

      Gel comestível

      Fácil administração na ração de animais estressados ou que não aderem a pastilhas e gomas

      Cães (maior frequência)

      Gatos (menor frequência)

      Fonte: ZACLIS, I. Navarro Xavier, Rui Xavier. Compêndio de Fórmulas Magistrais Veterinárias. Ed. Coração Brasil, 2ª Edição, 2004. / PINHEIRO, Vanessa; VIEIRA, Fabiana Campanati. Formulário Médico-Veterinário Farmacêutico. São Paulo: Pharmabooks, 2004

      Artigo original: Revista Anfarmag nº108, pág 14.

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       (19) 99811-3752 (Whatsapp - Filial Vila Rezende)

      Localização

      Loja 1 (Matriz): Rua Prudente de Moraes, 917 – Centro – Piracicaba SP / CEP 13400-315

      Responsável Técnico: Helena de Fátima Baptistella De Nápoli – CRF SP 8438

      Autorização ANVISA: AFE nº 25351.201321/2002-41 – AE nº 25001.013346/85

      Certidão de Regularidade: CRF/SP nº 8438. Licença VISA Piracicaba nº 0938/2002

      CEVS nº 353870901-477-000085-1-6 AFE Autoriz/MS nº 0.09951.3 AE Autoriz/MS nº 1.34608.8

      Alvará de Licença MAPA nº 1415 2009

      CNPJ 50.764.604/0001-82

      Loja 2 (Filial): Avenida Rui Barbosa, 519 – Vila Rezende – Piracicaba SP / CEP 13405-217

      Responsável Técnico João Roberto Baptistella – CRF SP 1.13147-3

      Autorização ANVISA: AFE nº 25351.202644/2002-51 – AE nº 0.09951.3

      Certidão de Regularidade: CRF/SP nº 13147. Licença VISA Piracicaba nº 939/2002

      CEVS nº 353870901-477-000085-1-6 AFE Autoriz/MS nº 0.09951.3 AE Autoriz/MS nº 1.12772.6

      CNPJ 50.764.604/0002-63