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      Ansiedade

      Uma das doenças mais pesquisadas da atualidade, a ansiedade atinge todas as idades

      A ansiedade (do grego agkho: estrangular, sufocar, oprimir) pode ser definida como um sentimento vago e desagradável de medo e apreensão, caracterizado por tensão ou desconforto derivado de antecipação de perigo, de algo desconhecido ou estranho.

      Existem descrições clínicas daquilo que hoje chamamos de “estados ansiosos”, desde os séculos que antecederam ao nascimento de Cristo. Entretanto, é apenas a partir do final do século XIX que a ansiedade passa a despertar o interesse da Medicina, sendo então abordada como um quadro patológico específico.

      Foi com o médico austríaco Sigmund Freud que a ansiedade adquiriu proeminência na Psiquiatria. Freud, ao estudar a ansiedade dita patológica, separou a “Angstneurose” (traduzida como “neurose de angústia” ou “neurose de ansiedade”) da neurastenia, e a ansiedade crônica, correspondente à atual “ansiedade generalizada”, dos ataques de ansiedade, hoje “ataques de pânico”.

      Passando por diversas mudanças em suas terminologias ao longo da história, a ansiedade continua a ser objeto de inúmeras pesquisas, estando em constante revisão/reinterpretação de nomenclaturas e conceitos pelos pesquisadores da área.

      Bases neurobiológicas

      Fonte: Transtornos de Ansiedade. Tratado de Neurologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 11ed, cap 160, p. 1050-1054, 2007

      O hipotálamo possui papel central em orquestrar a resposta do nosso organismo às situações de ansiedade, auxiliado pela hipófise e glândula adrenal (eixo hipotálamo-hipófise-adrenal [HPA]). O hormônio cortisol é liberado pela glândula adrenal em resposta a um aumento nos níveis sanguíneos do hormônio adrenocorticotrófico (ACTH), liberado pela hipófise anterior por estímulo do hormônio liberador de corticotrofina (CRH) do hipotálamo. Os neurônios hipotalâmicos que secretam CRH são regulados pela amígdala e pelo hipocampo, também situados em nosso cérebro.

      Fonte: Neuroscience fundamentals

      Quando o núcleo central da amígdala é ativado, interfere no eixo HPA e a resposta ao estresse é emitida, sendo que a ativação inapropriada tem sido relacionada com os transtornos de ansiedade. O hipocampo contém receptores para substâncias que são ativadas pelo cortisol, e com altos níveis de cortisol circulante, participa da regulação por retroalimentação do eixo HPA, inibindo a liberação de CRH e consequentemente de ACTH e cortisol.

      A exposição contínua ao cortisol, em períodos de estresse crônico, pode levar à disfunção e à morte dos neurônios hipocampais. Assim, o hipocampo começará a apresentar falhas em sua capacidade de controlar a liberação dos hormônios do estresse e de realizar suas funções de rotina.

      A atividade elevada do córtex pré-frontal também tem sido relatada nos transtornos de ansiedade. Em resumo, a amígdala e o hipocampo regulam o sistema HPA e a resposta ao estresse de uma maneira coordenada, tanto com a hiperatividade da amígdala (relacionada a memórias inconscientes estabelecidas em situações de medo) quanto com a diminuição de atividade do hipocampo, o qual participa no armazenamento de memórias conscientes durante uma situação de aprendizado traumático.

      Como saber se tenho ansiedade?

      A ansiedade e o medo passam a ser reconhecidos como patológicos quando são exagerados, desproporcionais em relação ao estímulo, ou discrepantes do que se observa como normal naquela faixa etária, interferindo na qualidade de vida, no conforto emocional ou no desempenho diário. Tais reações exageradas se desenvolvem, mais comumente, em indivíduos com uma predisposição neurobiológica herdada.

      Os critérios estabelecidos no Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-V) indicam que o diagnóstico do transtorno de ansiedade deve ser feito quando for detectada a ocorrência frequente e intensa de diferentes sintomas, que podem ser divididos em:

      Físicos: taquicardia, palpitações, boca seca, hiperventilação e sudorese;

      Comportamentais: agitação, insônia, reação exagerada aestímulos e medos;

      Cognitivos: nervosismo, apreensão, preocupação, irritabilidade e distração. 

      Quem afeta?

      Segundo relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) em 2017, o Brasil lidera o ranking na América Latina e no mundo, com 9,3% da população com algum tipo de transtorno de ansiedade. A taxa é três vezes superior à média mundial. É provavelmente a disfunção emocional que mais aflige e que mais atinge a qualidade de vida do indivíduo.

      Os transtornos ansiosos são os quadros psiquiátricos mais comuns tanto em crianças quanto em adultos, com uma prevalência estimada durante o período de vida de 9% e 15% respectivamente.

      Nas crianças e adolescentes, os transtornos ansiosos mais freqüentes são o transtorno de ansiedade de separação, com prevalência em torno de 4%,o transtorno de ansiedade excessiva ou o atual TAG (2,7% a 4,6%) e as fobias específicas (2,4% a 3,3%). A prevalência de fobia social fica em torno de 1% e a do transtorno de pânico (TP) 0,6%.

      A distribuição entre os gêneros é de modo geral equivalente, exceto fobias específicas, transtorno de estresse pós-traumático e transtorno de pânico, com predominância do sexo feminino.

      Ansiedade na infância

      Ansiedade na infância

      Até a década de 80, havia a crença de que os medos e preocupações durante a infância eram transitórios e benignos. Reconhece-se hoje que podem constituir transtornos bastantes frequentes, causando sofrimento e disfunção à criança ou ao adolescente. A identificação precoce dos transtornos de ansiedade pode evitar repercussões negativas na vida da criança, e, possivelmente, a ocorrência de problemas psiquiátricos na vida adulta.

      Em crianças, o desenvolvimento emocional influi sobre as causas e a maneira como se manifestam os medos e as preocupações, tanto normais quanto patológicas. Diferentemente dos adultos, crianças podem não reconhecer seus medos como exagerados ou irracionais, especialmente as menores.

      A causa dos transtornos ansiosos infantis é muitas vezes desconhecida e provavelmente multifatorial, incluindo fatores hereditários e ambientais diversos. Entre os indivíduos com esses transtornos, o peso relativo dos fatores causais pode variar.

      De uma maneira geral, os transtornos ansiosos na infância e na adolescência apresentam um curso crônico, embora flutuante ou episódico, se não tratados. Podem ser desencadeados por crises conjugais, perdas por mortes/separações, doenças na família e até mesmo o nascimento de irmãos.

      O tratamento é constituído por uma abordagem multimodal, que inclui orientação aos pais e à criança, terapia cognitivo-comportamental, psicoterapia dinâmica, uso de psicofármacos e intervenções familiares.

      Ansiedade em adultos

      Ansiedade em adultos

      Os transtornos de ansiedade diferenciam-se de acordo com o tipo de objeto ou situações cognitivas associadas. Embora os transtornos de ansiedade tendam a ter alta comorbidade (existência de duas ou mais doenças em simultâneo na mesma pessoa) entre si, eles podem ser diferenciados pelo exame detalhado dos tipos de situações que são temidos ou evitados, e pelo conteúdo dos pensamentos ou crenças associados.

      Principais transtornos de ansiedade em adultos

      Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG):

      Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG):

      As características essenciais do transtorno de ansiedade generalizada são a ansiedade ea preocupação excessiva acerca de diversos eventos ou atividades. A intensidade, a duração ou a frequência da ansiedade é desproporcional à probabilidade real ou ao impacto do evento antecipatório.

      Os adultos com transtornos de ansiedade generalizada frequentemente se preocupam com circunstâncias rotineiras da vida, com possíveis responsabilidades no trabalho, saúde e finanças, com a saúde dos membros da família, como possíveis desgraças com seus filhos ou até com questões menores.

      Os indivíduos com transtorno de ansiedade generalizada relatam sofrimento subjetivo devido à preocupação constante e prejuízo relacionado ao funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes de suas vidas. A depressão coexiste em boa parte dos portadores de TAG. A sintomatologia associada ao Transtorno de Ansiedade Generalizada inclui agitação, sentimento de fadiga, dificuldade de concentração, irritabilidade, tensão muscular, transtorno do sono e preocupação excessiva relacionadas a diversos eventos ou atividade.

      Fobia Específica:

      Fobia Específica

      Uma característica da fobia especifica é que o medo ou ansiedade está associado à presença de uma situação ou objeto particular, que pode ser denominado estímulo fóbico. Os objetos temidos ou as categorias das situações são apresentados como especificadores. A pessoa com fobia especifica usa a evitação como meio primário de solucionar o problema. Sua vida está centralizada em medos irreais e aflitivos. Ela pode explicar racionalmente seus medos, mas reconhece que eles são responsáveis apenas parcialmente por seus sentimentos. Embora muitas vezes perceba seu medo como inadequado, sentem que a evitação da situação fóbica é a única escolha razoável em vista de seu medo intenso.

      Transtorno de Ansiedade Social (TAS):

      Transtorno de Ansiedade Social (TAS)

      A característica essencial do TAS é o medo e a ansiedade acentuados ou intensos, de situações sociais nas quais o individuo pode ser avaliado pelos outros. A possibilidade de ser avaliado negativamente provoca nele intensa ansiedade, fazendo com que, muitas vezes, evite esses momentos.

      O medo e a ansiedade são desproporcionais à ameaça real apresentada pela situação social e contexto sociocultural, provocando esquivas persistentes que duram, geralmente, mais de seis meses. Isso causa sofrimento significativo e prejuízo no funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da sua vida.

      A prevalência do TAS durante a vida é de 12,1% e, em amostras clínicas, os pacientes com TAS representam de 10 a 20% dos indivíduos com transtorno de ansiedade. Conforme Ramos (2011), os sintomas do transtorno de ansiedade social podem aparecer ainda na adolescência e se prolongar por toda a vida, caso não haja tratamento.

      Transtorno do Pânico (TP):

      Transtorno do Pânico (TP)

      O TP se caracteriza por ataques de pânico inesperados e recorrentes. Um ataque de pânico é um surto abrupto de medo ou desconforto intenso que alcança um pico em minutos e durante o qual os sintomas mais comuns apresentados são: palpitações, taquicardia, sudorese, sensação de falta de ar ou sufocamento, sensação de tontura, medo de perder o controle ou morrer, despersonalização, desrealização, entre outros, apresentando sempre início súbito e com duração média de 10 a 30 minutos. Qualquer pessoa pode vir a apresentar um ataque de pânico, mas apenas aquelas que têm ataques frequentes, três ou mais ao longo de um mês, recebem o diagnóstico de TP.

      O transtorno atinge aproximadamente 3% da população e acarreta grande sofrimento pessoal e prejuízos na vida do individuo. O Transtorno do Pânico é considerado um transtorno crônico que influencia a qualidade de vida dos pacientes, visto que sua repercussão pode acometer diversos contextos de suas vidas, como familiar, ocupacional, social e físico.

      Agorafobia:

      Agorafobia

      A característica essencial da agorafobia é o medo ou ansiedade acentuado ou intenso desencadeados pela exposição, real ou prevista, a diversas situações. O diagnóstico requer que os sintomas ocorram em pelo menos duas das cinco situações:

      • Uso de transporte público;
      • Permanência em espaço aberto;
      • Permanência em locais fechados;
      • Permanência em uma fila ou em meio a multidão;
      • Saída de casa sozinho.

      Quando experimentam medo ou ansiedade acionado por essas situações, os indivíduos geralmente experimentam pensamentos de que algo terrível possa acontecer. Acreditam, com frequência, que escapar dessas situações poderia ser difícil ou que o auxilio pode não estar disponível quando ocorrem sintomas do tipo pânico, ou outros sintomas incapacitantes e constrangedores.

      Os indivíduos com agorafobia desenvolvem uma série de estratégias para lidar com o medo, como por exemplo, sair de casa apenas se acompanhados, fazer trajetos que o façam passar perto de hospitais e prontos-socorros, ou carregar sempre um comprimido de calmante. A ansiedade antecipatória também faz parte do quadro e consiste na sensação de medo e apreensão que ocorre na iminência de entrar em contato com uma situação fóbica ou apenas ao pensar na possibilidade de fazê-lo.

      Ansiedade em idosos

      Ansiedade em idosos

      Assim como nos adultos, a ansiedade é muito comumentre os idosos. Os transtornos ansiosos desencadeiam alterações que afetam sua qualidade de vida, particularmente restringindo suas vidas sociais e diminuindo gradualmente sua independência.

      Os sintomas da ansiedade estão geralmente associados à comorbidades psiquiátricas (principalmente a depressão) e outras comorbidades clínicas, causando um impacto importante na qualidadede vida desses indivíduos. Muitos destes transtornos exibem importante melhora mediante tratamento medicamentoso, isolado ou associado a outras formas de terapia.

      Estudos recentes têm mostrado que é comum em idosos a comorbidade entre transtornos de ansiedade e disfunções cardíacas, respiratórias e do aparelho vestibular, sendo que a ansiedade pode agravar ou ser agravada por outras doenças. Além disso, foi constatado que a ansiedade frequentemente coexiste com dores crônicas, atuando em níveis centrais como facilitadora das referências dolorosas.

      Ansiedade x disfunções cardíacas

      Entre as várias comorbidades clínicas associadas aos transtornos de ansiedade, estão as doenças cardiovasculares, como hipertensão arterial sistêmica (HAS), infarto agudo do miocárdio (IAM) e doença arterial coronariana (DAC). Os estudos sugerem que os ataques de pânico podem gerar problemas circulatórios no coração, e, mesmo em pacientes clinicamente estáveis, o prognóstico costuma ser pior.

      Ansiedade x dores crônicas

      É muito importante que seja considerada a associação de quadros psiquiátricos com condições clínicas crônicas, como as síndromes de dores crônicas. Santos et al., (2017) demonstraram que quando o idoso sofre de ansiedade, a percepção da dor pode ser ampliada.Foi observado que pacientes com lombalgia (dor nas costas) crônica, o medo de sentir dores extremas por movimentos ou a catastrofização (“inadaptações emocionais”) conduzem a quadros dolorosos mais severos e a maiores incapacidades.         

      Por seus mecanismos compartilharem dos mesmos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina, glutamato e adenosina) e das mesmas áreas de ativação em nosso cérebro, sabe-se que a ansiedade tem grande influência nos processos de desenvolvimento da dor em nosso corpo, e também na forma como lidamos com ela. Está fortalecida, portanto, a ideia de que indivíduos com personalidade ansiosa, e não apenas estado emocional ansioso (ansiedade-estado), apresentam mais dores crônicas.

      Controle e Tratamento da Ansiedade

      É importante que cada caso de transtorno de ansiedade tente ser tratado de forma personalizada, realizando uma abordagem multimodal ao paciente, objetivando chegar a um diagnóstico e tratamento eficaz e causando a menor quantidade de efeitos colaterais possível. As possibilidades terapêuticas são diversas, e podem englobar desde mudanças simples, como a prática regular de exercícios físicos, até a combinação de medicamentos sintéticos com fitoterápicos, por exemplo.

      Os ansiolíticos, por exemplo, são medicamentos psicotrópicos que atuam em nosso sistema nervoso central (SNC), modulando a recaptação de neurotransmissores relacionados com nossos estados de humor, cognição e bem-estar, basicamente. Geralmente, a principal substância-alvo é o ácido gama-aminobutírico (GABA).

      Os antidepressivos (sim, eles também podem ser usados contra a ansiedade) podem ser associados ao tratamento para agir na “raiz” do problema, com resultados mais consistentes em longo prazo, enquanto os ansiolíticos resultam em alívio dos sintomas ansiosos mais rapidamente. A serotonina é o principal neurotransmissor relacionado à depressão, além de participar de processos nos transtornos ansiosos, regulação do sono, apetite e até mesmo no combate à enxaqueca.

      Ansiolíticos mais utilizados:

      • Benzodiazepinas: Alprazolam, Lorazepam, Diazepam, etc;
      • Mecanismo de ação: atuam potencializando o GABA.
      • Azaspirodecanedionas: Buspirona, Ipsapirona e Gespirona;
      • Mecanismo de ação: apesar de serem agonistas serotoninérgicos, têm função ansiolítica semelhante às benzodiazepinas.
      • Anticonvulsivantes: Pregabalina e Gabapentina.
      • Mecanismo de ação: inibição do influxo de cálcio e posterior liberação dos neurotransmissores excitatórios.

      Antidepressivos mais utilizados: 

      • Antidepressivos heterocíclicos (tricíclicos e tetracíclicos): clomipramina, imipramina, amitriptilina, trimipramina, doxepina, nortriptilina, protriptilina, maprotilina e amoxapina.
      • Mecanismo de ação: bloqueio de recaptação da norepinefrina, serotonina, e em menor proporção, a dopamina.
      • Inibidores Seletivos da Recaptação de Serotonina (SSRI): Fluoxetina, Paroxetina, Sertralina, Citalopram e Escitalopram;
      • Inibidores da Recaptação de Serotonina e Noradrenalina: Venlafaxina e Duloxetina.

      Fitoterápicos: a fitoterapia sempre é interessante quando se quer buscar uma alternativa com menos chances de efeitos colaterais, ou em sinergismo com medicamentos sintéticos. Embasada em estudos científicos, as plantas a seguir apresentam diversas substâncias (entre elas flavonoides, óleos essenciais, valepotriatos e alcaloides) que atuam como ansiolíticos no sistema nervoso central, e têm ganhado enorme aceitação por parte dos profissionais da saúde e dos pacientes como adjuvantes no controle e tratamento de disfunções nervosas.

      Plantas mais utilizadas: Camomila, Crataegus, Erva Cidreira, Maracujá, Mulungu, Camellia sinensis e Valeriana.

      Referências:

      AMARAL, Ana Dias. Comparação entre SNRI e SSRI na indução da remissão da perturbação depressiva major: uma revisão baseada na evidência. Revista Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, [S.l.], v. 30, n. 3, p. 174-80, maio 2014. ISSN 2182-5173. Disponível em: <http://www.rpmgf.pt/ojs/index.php/rpmgf/article/view/11361/11083>. Acesso em: 05 abr. 2018.

      Bener A, Verjee M, Dafeeah EE, Falah O, Juhaishi TA, Schlogl J, et al. Psychological factors: anxiety, depression, and somatization symptoms in low back pain patients. J Pain Res. 2013;6:95-101.

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      Viana, M. B. (2010). Mudanças no conceito de ansiedade nos séculos XIX e XX: da Angstneurose ao DSM-IV (Tese de doutorado). Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, SP, Brasil.

      Obelar, R. M. (2016). Avaliação psicológica nos transtornos de ansiedade: estudos brasileiros.

      Ramos, R. T. (2009). Transtornos de Ansiedade. RBM, Revista Brasileira de Medicina, 66 (11).

      Machado, M. B., Ignácio, Z. M., Jornada, L. K., Réus, G. Z., Abelaira, H. M., Arent, C. O., … & Quevedo, J. (2016). Prevalência de transtornos ansiosos e algumas comorbidades em idosos: um estudo de base populacional. J BrasPsiquiatr, 65(1), 28-35.

      SANTOS, Kate Adriany da Silva; CENDOROGLO, Maysa Seabra; SANTOS, Fania Cristina. Anxiety disorder in elderly persons with chronic pain: frequency and associations. Rev. bras. geriatr. gerontol.,  Rio de Janeiro ,  v. 20, n. 1, p. 91-98,  Feb.  2017 . 

      Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1809-98232017000100091&lng=en&nrm=iso>. access on  02  Apr.  2018.  http://dx.doi.org/10.1590/1981-22562017020.160033.

      WHARTIN, RN. Transtornos de Ansiedade. Tratado de Neurologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 11ed, cap 160, p. 1050-1054, 2007.

      http://cienciasecognicao.org/neuroemdebate/?p=1942

      https://oficinadepsicologia.com/antidepressivos-mas-eu-tenho-ansiedade/

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